O autor do comentário que gerou polêmica ontem – encontrou algo que para ele deu super certo. Fico feliz por hoje ele estar aprendendo mais inglês e estar ganhando fluência. Coisa que no Brasil ele não conseguiu! Porém, fico muito triste por saber que ele passou pela mão de péssimos professores aqui no Brasil, péssimas escolas de idiomas, péssimas experiências de aprendizado, péssimas metodologias e por pessoas que prometiam algo e não cumpriam.
Mas vale fazer aqui fazer algumas perguntas: será que no Brasil ele era um bom aluno de inglês? Será que ele fazia as tarefas solicitadas pelos professores? Participava ativamente das aulas? Interessava-se em aprender a língua? Procurava ler, ouvir, falar e escrever quando estava por aqui? Estava realmente a fim de aprender? Motivado e comprometido em aprender? Enfim, que tipo de aluno ele era: péssimo, ruim, meia-boca, bom ou excelente? Estas são algumas das perguntas que discuto no segundo capítulo do meu primeiro livro “Inglês na Ponta da Língua: método inovador para melhorar o seu vocabulário” (páginas 12 a 42). É necessário que cada aluno de língua inglesa se auto-avalie para só depois procurar por culpados pela sua dificuldade de aprendizado.
Infelizmente, é muito comum ver brasileiros que nada aprendem, tacar pedras nos professores brasileiros. Sim, reconheço que há péssimos profissionais na área! Mas também não se pode generalizar! Veja bem: a maioria das pessoas que estão lendo este meu artigo agora falam português, mas será que todos se habilitam a ensinar português? O Hélio se arriscaria a dar aulas de português para estrangeiros? Acho que já dei meu recado neste ponto! Caso tenha ficado obscuro podem perguntar aí na área de comentários!
Lá onde nosso amigo Hélio está – nos States – ele acorda e dorme ouvindo inglês. Ou seja, o cérebro dele só tem uma opção: aprender inglês. Quer queira, quer não! “Ou aprende ou morre de fome, meu amigo“, como diria um grande amigo meu. Notem que aqui no Brasil não era preciso forçar os neurônios para aprender ou usar o inglês! Aqui era tudo oba oba… Aqui talvez era algo mais ou menos assim:
“Inglês iscuto só na sala di aula! Escrevê inglês!? Pra quê!? Eu moru nu Brasiu! Falá inglês cum quem!? I si falá ainda vamu falá erradu mesmu! Então, dexa pra lá! Ouvi inglês!? Só as músicas mesmu e us filmi! Ainda assim quandu é filmi eu colocu legenda que é pra entendê melhó!”
Com atitudes assim percebe-se que o inglês não é vivenciado pelo aprendiz dentro do Brasil. E ele – o idioma a ser aprendido – deve ser vivenciado em todos os aspectos. Afinal, trata-se de uma língua viva! Que sofre alterações! Palavras antigas voltam a ser usadas. Às vezes, com o mesmo significado de antes; outras, com significados diferentes e novos. É preciso observar a língua sendo usada por eles. Ver a gramática sob uma perspectiva diferente. Correr atrás! Forçar o cérebro a ouvir e ler inglês! É preciso ter atitude!
É por isto que muitas pessoas aprendem inglês perfeitamente – sotaque, pronúncia, entonação, vocabulário (nuances e tudo mais), gramática do dia-a-dia, gírias, expressões, etc – sem nunca terem saído do Brasil! Se dedicam! Têm atitude! Demonstram interesse! Estão altamente motivadas! Correm atrás!
Afinal, sem as qualidades de um EXCELENTE aprendiz nem o MAIS FANTÁSTICO dos professores será capaz de ajudar você a aprender inglês. Seja no Brasil, seja nos States, seja na England, na Australia, no Canada, wherever! English is a “thing” to be part of you! And to be part of you, you have to dedicate yourself as much as you can, otherwise only a fairy will be able to help you!
Era isto o que tinha para dizer!
See you!


Comentários (17)
E o maldito corporativismo?
Tanto o prof e o rapaz estao corretos…,pegue um pouco de tudo e faça uma sopa my Brother.
Que falta de paciência pra esses povo.
Denilso, ótimo seu argumento. Concordo plenamente com você. O que me deixa pé da vida é que muitos alunos que não conseguem aprender jogam sempre a culpa nos professores, na escola, etc. Sendo que na verdade a culpa é dele. Eu como um aluno noto isso não só nos meus colegas mas também em mim. As vezes quando não sabemos ou não entendemos jogamos a culpa no professor ou na escola, mas na verdade isso é uma espécie de proteção ou camuflagem para não exprimirmos o nosso verdadeiro problema: dificuldade, falta de interesse ou priguiça. É simples. Temos que nos dedicar sempre e sempre. É bem árduo ser auto-didáta mas como dizem: com esforça e dedicação conseguimos nossos objetivos.
:P
Denilso, I couldn´t agree more with you. I have never been abroad. Ever ! My best teachers were brazilian, and they knew exactly why I made some mistakes, cuz they understood how my mind worked, since we had the same mother language… My husband has lived in california for many years, having moved there as a kid, so he´s got native fluency… when he needed a job he worked for some time as a teacher.. but he wasn´t as good as many other brazilian teachers who had studied to be teachers, like, had put themselves thru college and all…. and he knew that lol
well, please keep posting, I like ur posts a lot. a big hug!
É isso é a mais absoluta verdade. Eu tenho fluência no idioma japonês e agora estou aperfeiçoando meu inglês. Com certeza sem dedicação a pessoa não aprende, mesmo fazendo inúmeros cursos ou até mesmo estando no país que usa esse idioma, falo de experiência própria conheço muitas pessoas que moram “anos” no Japão e não conseguem manter um diálogo em japonês.
Mas estou 100% de acordo com o prof. Denilso de Lima, quem quiser aprender um idioma seja inglês japonês ou seja qual for, só vai conseguir com perseverância e dedicação é possível dominar qualquer idioma quem possue essa força de vontade consegue aprender até mesmo sozinho, pois temos uma ótima ferramenta que nos auxilia a ITERNET.
Seiji,
Existe um ditado em Inglês que expressa exatamente essa idéia: No Pain no gain (sem esforço não há recompensa).
Abraço,
oii
como tah o nosso amiga dinilson?
como o thiago disse :motivação é essencial para qualquer estudante…..
um abraço
thais
É demagogia falar que aprendemos inglês aqui no BR. A pressão que sofremos no exterior é que faz a conversação fluir. Aqui, por mais que nos esforcemos, nunca será igual. Não adianta uma aula ou duas na semana, e nem se esforçar lendo e vendo filmes em inglês sem legenda.
Dica: procurem no google o termo:
IMERSÃO EM INGLÊS. O que é isso?
è justamente a vivência do inglÊs. Te eleva num grau acima da conversação. è um mergulho no inglês de fato. Há retiros de Imersão no BR. è um isolamento que as pessoas passam algum tempo, um fim de semana por exemplo num lugar, somente falando em inglE^s, tudo em inglÊs…. São pagos, é só checar o preço..
Abraço
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