Arquivo para April, 2008

Hey there, it’s been a long time, hasn’t it? Sabemos que o primeiro uso de now é como advérbio de tempo, “agora”. Porém, now tem uma função como marcador do discurso e mostra um sinal de transição e sempre vem no início da frase. Vejamos alguns usos:

1. Para esclarecer.

You have to study for the test really hard. Now, that doesn´t mean you can´t stop for an hour to relax.

2. Para expressar dúvida.

A – How nice to see you! We should get together sometime. It´s been ages.

B – Yeah, totally. Now, tell me again, where do you know me from?

3. Para mostrar o próximo passo de um processo.

A – If we hire good teachers, we can open a very successful language school.

B – Of course. Now, all we have to do is get the money to start the school.

4. Para elogiar ou demonstrar admiração.

A – I like Beethoven.

B – Ah, Beethoven. Now that´s a great composer!

5. Para chamar a atenção.

Now, listen everybody. There´s something really important I need to say.

6. Para dizer o que você vai fazer ou quer fazer.

Now, let me start doing my homework otherwise I won´t finish it in time.

Prof. Adir Ferreira - www.adirferreira.com

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O professor canadense de Inglês Steve Ford nos ensina quais adjetivos são usados no gerúndio e cita alguns exemplos bem interessantes nos quais teremos também a chance de ver um pouco da linda cidade de Vancouver, no Canadá, onde mora o professor Steve. Este vídeo ganhou o primeiro prêmio de um concurso internacional na Alemanha (www.palabea.net), com ampla divulgação na rede nacional de televisão Alemã. Imperdível!

Agora uma grande novidade: o professor Steve convida você a praticar online, gratuitamente, tudo o que ele acaba de lhe ensinar no vídeo que você acabou de assistir! Basta acessar o site do Private English Portal e exercitar seus novos conhecimentos!

Divirta-se!

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bed.jpgAparentemente não há nada de extraordinário na palavra “bed”. Afinal, até onde todo mundo sabe, “bed” significa nada mais nada menos que “cama”. Assim, muitos sabem dizer “go to bed” (ir dormir, ir para a cama [para dormir]), que em inglês é assim mesmo. Ou seja, nada de dizer “go to the bed”. Lembre-se: o certo é “go to bed”!

Até aí tudo bem! Mas para que a palavra “bed” tenha sido escolhida para marcar presença no Ampliando o Vocabulário é porque ela tem mais significados e, portanto, precisamos prestar atenção.

Veja o caso de “a bed of strawberries”! Será que estamos falando de uma cama com muitos morangos sobre ela? Ou uma cama feita de morangos? Nada disto! “Bed” neste caso significa “canteiro” (aquele de plantas, de flores, de legumes e verduras, etc). Logo, “a bed of roses” é um belo “canteiro de rosas”. Foi bom mesmo falar de “a bed of roses”. Pois, há em inglês a expressão “life is not a bed of roses”, que literalmente significa “a vida não é um canteiro de rosas”; porém, trata-se da nossa expressão “a vida não é um mar de rosas”. Agora você pode dizer que “bed” significa “cama”, “canteiro” e também “mar”.

Antes que alguém resolva dizer “working bed” para “canteiro de obras” já aviso que não tem nada a ver! “Canteiro de obras” em inglês é “construction site” (nos Estados Unidos) e “building site” (no Reino Unido).

Mas voltemos ao caso de “bed” que pode ainda aparecer em “sea bed” ou “river bed”. Agora o “bed” significa “leito” ou “fundo”. Logo, “sea bed” “leito (ou fundo) do mar” e “river bed”, “leito (ou fundo do) rio.

Para já ir finalizando este artigo, quero acrescentar que caso alguém aí esteja se perguntando se podemos dizer “go to bed” no sentido de ir para a cama com alguém (aquele lance sexual mesmo), respondo que sim! Porém, aí tem de usar a preposição “with”. Desta forma, dize-se “go to bed with”. Veja a diferença: “I’m going to bed” (estou indo pra cama; estou indo dormir); agora, “I’m going to bed with Fulana” (Eu to indo pra cama com a Fulana).

Por falar em preposição, você sabe me dizer qual a diferença entre: “in bed” e “on the bed? Veja estas sentenças: “she’s in bed” e “she’s on the bed”. Bem, na primeira - she’s in bed - o sentido é de que a pessoa está na cama dormindo (ou ainda deitada na cama criando coragem para levantar ou se ajeitando na cama para dormir). Já na segunda - she’s on the bed - significa que a pessoa está deitada sobre a cama (apenas lá deitada sem a intenção de dormir). Portanto, nunca direi em inglês “my books are in the bed” (meus livros estão na cama/em cima da cama). O correto é dizer “my books are on the bed”. Será que agora deu para entender a diferença?

É isto! A gente se vê em breve em mais um artigo por aqui. Enquanto isto você pode acompanhar mais dicas no meu blog.

Denilso de Lima - denilsodelima.blogspot.com

See you!

Take care.

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bones.jpgSe você acha que apenas nós brasileiros damos mancadas diante do inglês, confira abaixo a história de um mico cometido um gringo de férias no Brasil. O texto abaixo foi enviado pelo leitor José Luiz em um comentário.

Na saída de Poconé, portal do Pantanal e início da rodovia Transpantaneira, tem um cemitério, e ao lado uma loja de artesanato e souvenirs do Luís ou Carlos, que vende “BONES” com frases do Pantanal. Ele mesmo me disse que certa feita, um estrangeiro (foreigner) chegou curioso a ele perguntando se realmente vendia ossos humanos, haja vista o cemitério ao lado. Rs! Não sabia o turista estrangeiro o que era “bonés” em Português, sabemos que a mesma palavra em inglês significa “ossos”. SUGESTÃO aos turistas: Aprender um pouco de Português também evita micos!

José Luiz, obrigado pela colaboração.

Se você souber uma história de algum mico parecido, envie nos comentários. Quem sabe sua contribuição não vira um post.

Thank you in advance!

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Vou aprender a falar inglês na Faculdade de LetrasOlá pessoas atenciosas, que escreveram para mim, responderei nesta mensagem o que muitos indagaram no meu artigo “Cursos de Faculdade: Letras e Tradução/Intérprete”, já pedindo desculpas antecipadas, se não o fiz antes. Tenho uma vida super-corrida e apesar do gentil convite do Alessandro, não arrumei tempo para freqüentar assiduamente o maravilhoso blog que ele criou.

Obrigada por suas palavras, sou uma boa profissional, sim, mas é obrigação, não é qualidade. Não poderia lhes indicar uma boa faculdade para que dominem o idioma inglês, pois até onde conheço, não há uma faculdade com este tipo de curso, objetivando a esta qualificação.

No Brasil, como menciono no artigo, as faculdades de TI (Tradução - Interpretação) não estão qualificando os alunos no idioma inglês, mas sim, capacitando os que já possuem inglês na atividade da tradução e/ou interpretação.

Pense nos seus (recentes) professores do ensino médio: eles sabiam falar inglês? Ou apenas ensinaram a gramática e uma traduçãozinha básica? Pois bem, eles foram capacitados a ensinar o inglês escrito e lido, mas não foram qualificados para a fala e a compreensão, razão porque não ensinam estas duas habilidades.

O caminho para o domínio do idioma inglês, ainda é o de matricular-se em cursos livres, ser um EXCELENTE aluno, aquele que se interessa, faz ‘homework’, ouve música com atenção, vê filmes e seriados na TV paga, com foco no desenvolvimento de vocabulário e aprimoramento de compreensão/listening’ praticando a técnica do ler a legenda E SEGUIR o que se fala, para ampliar o vocabulário. Do tipo que quando se lê e está ouvindo, você fala para si mesmo “Ah, é assim que se fala isso…”. Ou seja, você leu e ouviu a expressão: juntou duas coisas importantes. Tem gente que fala: “Mas se leio, não escuto, não presto atenção”. Bom, aqui estou eu dizendo: “Dá pra adquirir a técnica e é ótimo tentar, pois desenvolve mesmo”!

O Alessandro é um exemplo de EXCELENTE aluno, que ama o idioma e provou isto, com a criação deste fantástico blog e mais o fórum que funciona tão bem. Ele sabe o que quero dizer com interessar-se e o quanto esta palavrinha faz diferença, para quem quer aprender inglês.

Costumamos brincar, nós professores, quando vemos um aluno assim interessado e que se destaca em sala de aula: “Estamos formando mais um professor de inglês”. É uma brincadeira, mas cheia de verdade: todo professor de inglês hoje, foi excelente aluno ontem. E cresceu, não tem erro nesta fórmula!

Sobre a força da TV por assinatura, conto aqui uma estorinha para vocês: houve uma época difícil em minha casa, financeiramente falando e tínhamos que optar pelos cursos de desenvolvimento que nossos filhos faziam. Cortamos a escola de inglês, mas optamos por manter a TV por assinatura, pois os filhos estavam desenvolvendo ótimo listening e um excelente inglês falado, só de acompanhar os seriados na TV paga. E após alguns anos, tivemos certeza de que tínhamos acertado.

Conhecem o ditado “casa de ferreiro, espeto de pau”? Pois bem, mesmo sendo professora, teve época que não tinha tempo para dar aulas formais aos meus filhos, optei pela flexibilidade de horário que eles tinham e a TV proporcionava. No final deu certo.

Então, não procurem a faculdade para fazê-los dominar o idioma inglês. Comece ali na esquina, há tantas escolas de inglês. Vão galgando estágios e crescendo e usando o inglês desde a primeira aula. Se forem para uma escola, que lhes informem que aprenderão a falar após algum tempo, ou que isto acontecerá em outro estágio, caiam fora! Aprende-se a falar desde a primeira aula, pode ser uma única frase por aula, mas o aluno sai FALANDO, um pouquinho a cada aula. Não é primeiro a gramática e depois a fala: é tudo junto!

Assim como ‘homework’ é em casa e TODOS OS DIAS! Imprescindível!

I hope I helped some people with my words.

xoxo (hugs and kisses)

Nilza - Aba Textos - Tradução Revisão e Digitação

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