3 fatos sobre os EUA que todo Brasileiro deveria saber

Hello, guys! What’s up? Estou de volta com mais uma aventura emocionante dessa turminha que adora aprontar de montão! #sóquenão

Na semana passada eu escrevi a respeito das 15 curiosidades sobre os EUA que você deve saber antes de viajar, e recebi alguns (vários) e-mails pedindo mais informações sobre a cultura americana. Então, como sou uma pessoa muito convencida bacana, resolvi dar continuação e aprofundar mais no American Way of Life. Então prepara umas panquecas com bacon, coloca as crianças pra dormir para não dividir comida com ninguém, pegue um copo gigante de café pra te deixar mais ligado que rádio de preso e VEM COMIGO!

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Conviver com uma cultura distinta da nossa faz com que sejamos capazes de perceber as diferenças existentes, assim, aprendemos com a singularidade do outro, trazendo para nossos costumes novos ensinamentos. O Jornal Nacional exibiu uma série de reportagens sobre as olimpíadas e iniciou falando justamente dos EUA, pois são campeões de medalhas. A matéria, que você pode conferir aqui , aborda alguns fatos sobre a cultura americana que me fez refletir: o que realmente difere do nosso jeito e o que podemos aprender (ou não!) com isso?

1. Independência

Os jovens americanos são educados para serem independentes o mais cedo possível. O sistema americano de ensino fornece uma base para que as crianças cresçam de maneira autônoma, sem que seja necessário o auxílio dos pais na vida adulta. Tudo isso é encarado com muita naturalidade: os alunos têm aulas de culinária, carpintaria, educação financeira e até aprendem a fazer suas próprias compras de supermercado! Desse modo, quando adultos, saberão lidar com algumas tarefas domésticas sem precisar de qualquer ajuda.

Esse processo de independência desenvolve um desejo muito forte dos adolescentes serem autônomos o mais cedo possível, pois isso é um sinal de maturidade, de que o jovem está realmente preparado para a vida adulta. Então é muito comum ver adolescentes trabalhando em alguns “bicos”: passeando com os cachorros dos vizinhos, ficando de babá à noite quando um casal sai para algum evento – quem nunca viu algum filme em que um adolescente trabalha de babá? –, lavam carros para ganhar seu próprio dinheiro e mostrar aos pais e amigos que já são capazes de ser independentes de alguma forma. E isso continua quando completam 18 anos, pois os jovens saem de casa e vão estudar em uma universidade longe de casa. A partir desse momento, eles já estão seguindo suas vidas longe dos seus pais, então trabalham em bares, cafés, livrarias para se sustentarem durante a vida acadêmica.

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Eu sei que pode soar estranho para muitos de nós, mas para os americanos, ficar na cidade natal após finalizar o ensino médio às vezes é sinal de fracasso. É algo como “sou tão loser que não fui capaz de sair da barra da saia da minha mãe.”. Em filmes, quando um adulto ainda mora com os pais, é retratado como uma pessoa perdedora, que não amadureceu.

Enquanto isso, no Brasil, estamos geralmente muito próximos do reduto familiar, normalmente saindo da casa dos pais apenas quando casamos ou temos que trabalhar e/ou estudar em outra cidade. Assim, para alguns brasileiros, a relação de dependência é alta, sendo comum que não saibam executar tarefas domésticas simples como lavar e passar roupa, cozinhar, arrumar a casa. Algo parecido com o que essa esquete do Porta dos Fundos soube retratar bem – e de maneira bem humorada: Morando sozinho.

Enquanto os americanos não utilizam empregada doméstica – considerado uma prestação de serviço de luxo –, pois a própria família consegue dividir as tarefas entre si, no Brasil algumas pessoas são dependentes dos pais, diaristas, bombeiros mecânicos, eletricistas e assim por diante.

2. A Valorização Do Esporte Como Liderança

Esporte é bom em todo lugar do mundo, não é? Quem não adora assistir uma partida de futebol ou acompanhar as Olimpíadas? Isso não é diferente nos Estados Unidos.

Na verdade, o que difere é a forma como os EUA lidam com os esportes. Esporte não é apenas lazer, a competição estimula o patriotismo, o senso de liderança, valoriza a inteligência e os estudos. Ouça o esse podcast que vai explicar bem detalhadamente de maneira divertida sobre a valorização do esporte, comece a ouvir a partir de 1hr28min e você entenderá do que estou falando!

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Estudar em uma universidade americana não é nada barato. Um curso fica a partir de 80 mil dólares. Enquanto alguns pais passam uma parcela da vida economizando para ajudar os filhos a pagar parte do curso – e a outra parte vira uma dívida que o estudante carrega por outra parcela da vida –, outros infelizmente não possuem esse privilégio. Contudo, ninguém deixa de estudar por causa disso!

Desde o ensino médio, os jovens conscientizam de sua realidade e começam a buscar formas de ingressar na Universidade sem ter que arcar com os altos custos, através de bolsas de estudo. As bolsas de estudo são para alunos excepcionais em ciência – que viram grandes cientistas e contribuem para a pesquisa e o desenvolvimento de novos remédios, produtos tecnológicos, novas descobertas de doenças e as respectivas curas –, computação e esportes.

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Quando se é um ótimo esportista, alguns “olheiros” de Universidades convidam esses jovens a estudar naquela instituição de ensino e, em troca, jogar pelo time da universidade durante todo o curso. Logo, jovens tornam-se jogadores de futebol americano, basquete, vôlei, natação, esgrima e o que mais seja possível imaginar!

Contudo, não é tão fácil assim: o aluno precisa apresentar bom desempenho nos esportes e o mais importante, precisa apresentar notas acima da média no curso que estuda. Dessa maneira, as universidades não formam apenas atletas, mas também profissionais capacitados a trabalhar na área em que obtiveram o diploma. Essa rotina exige do aluno esforço árduo, um forte senso de liderança e dedicação. Além disso, enquanto bolsistas, eles não podem ser pagos para jogar profissionalmente – portanto sempre jogam pelas Universidades, que oferecem toda a base de preparação –, caso façam isso, perdem a bolsa de estudos. Mesmo recebendo propostas fascinantes, a maioria dos alunos opta por continuar na universidade, pois foi graças a ela que eles tiveram a oportunidade de estarem ali.

Esses jovens, depois de formados, caso queiram seguir carreira esportiva, são os futuros nomes da NBA (National Basketball Association), NFL (National Football League) – que já ficam de olho neles desde a Universidade – e muitos são medalhistas olímpicos. É por treinarem desde cedo e terem toda a base estudantil bem formada que os EUA são os maiores campeões olímpicos. É quase imbatível. Além do mais, caso optem por não seguir a carreira de esportes, os formandos estão totalmente preparados para seguir carreira no curso pelo qual dedicaram seus estudos.

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A carreira estudantil aliada à esportiva tornam os jovens mais esforçados e vistos com “bons olhos” pelo mercado de trabalho, porque sabem trabalhar em equipe, tem espírito de liderança, possuem foco e conseguem atuar em mais de uma área sem deixar que uma interfira na outra.

Felizmente, em alguns esportes no Brasil, a valorização da carreira acadêmica existe, entretanto, sabemos que esse ponto de vista não é unânime. Percebemos isso em casos comuns disseminados na mídia sobre jovens jogadores de futebol, cuja glória fora alcançada às vezes tendo que abandonar os estudos, ou tendo que abdicar da vida acadêmica.

3. A Pouca Influência do Governo versus A Grande Influência das Empresas

Os EUA, assim como o Brasil, é um país federalista, no qual dá certa autonomia aos estados e é regido por um presidente. A grande diferença entre a ideia de política/economia dos EUA e do Brasil é como o poder funciona de maneira descentralizada, diminuindo a influência do governo e aumentando das empresas.

Como assim? A princípio pode soar meio estranho, mas já reparou que algumas leis são diferentes em cada estado americano? Em alguns, pode-se beber, em outros não; em outros estados, o aborto é permitido ou completamente proibido. A Constituição americana permanece praticamente inalterada desde sua criação e a defesa da liberdade de expressão, cidadania e um forte incentivo ao comércio – afinal, o país fora fundado por pensadores iluministas que saíram insatisfeitos da Inglaterra, querendo um “novo mundo” para gerenciar à sua maneira – são defendidos desde a instituição da república nos EUA.

Dessa maneira, o estado americano tem a função de gerenciar politicamente a nação: provém boa educação, saúde de qualidade, programas de aceleração econômica, proteção militar. Os demais serviços que aqui no Brasil são funções do estado, nos EUA ficam a cargo das empresas tomarem conta, assim, tem-se serviço rápido e eficiente e, no lugar das empresas dependerem do estado para investir, o país depende do crescimento das empresas para que possa crescer também.  Além disso, as empresas são prioridade nos EUA a ponto do estado americano pagar os salários dos funcionários até a empresa (que acabou de surgir) alcance estabilidade.

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Como consequência, a cultura americana é fortemente influenciada pelo empreendedorismo, refletindo não somente no modo como as empresas são gerenciadas, mas como o modo de vida americano também é: uma busca constante por resultados, principalmente por resultados diretos. Podemos observar isso nos estudos, esportes, na carreira e até no comportamento das pessoas.

Quando constantemente ouço que “americano é um povo impaciente”, seja porque algum amigo foi a passeio para os EUA e via americanos apressados nas filas, caixas de lojas estressados e até mesmo pessoas nas ruas que, embora prestativas, sempre possuem uma resposta atravessada – extremamente óbvia e lógica – na ponta da língua, não deixo de lembrar que isso é reflexo do modo em que as empresas influenciam seu modo de vida.

Os americanos são extremamente objetivos, querem resultados rápidos e pouca desculpa, todos tentam ao máximo basear nas motivações do outro para obter melhores rendimentos e todos saem satisfeitos, afinal, uma pessoa consegue o que quer de forma rápida e clara e a outra oferece o que pode da mesma forma!

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Pensar em longo prazo é bom, mas nos EUA pensar em curto prazo é primordial, pois fazem as pessoas se arriscarem mais, sem se preocuparem muito no resultado em longo prazo. Assim, surgem mais empresas inovadoras e pessoas inovadoras também!

E por arriscar ser uma característica comum entre os americanos, a falha vem junto. Falhar não é visto com maus olhos, pois quem arrisca muito erra muito também! Falhar, para as pessoas dos EUA, é sinal de que você tentou. Pode até que você não tenha obtido sucesso, mas tentou. Com isso, aprende-se uma lição que carregará por toda a vida, que agregará como experiência para que aquele erro não seja cometido normalmente. Logo, colocar a mão na massa e sair uma massa meio murcha é completamente louvável. É por isso que as pessoas não desistirão facilmente de seus objetivos, pois sabem que a falha faz parte do processo.

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Apesar de fazermos parte de um mesmo continente e estarmos em constante contato com a cultura americana, percebemos que há muitos contrastes no modo de vida de cada país. E é conhecendo um pouco mais da cultura do outro que podemos lidar melhor com as diferenças, aprender e ensinar mais sobre o outro!

Referência

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Camila Oliveira

Camila gosta de viajar, conhecer lugares, pessoas e culturas, ouvir música, sentir aromas, degustar sabores, saborear a vida, aprender novos idiomas. Não quer criar raízes, pois sabe onde é o seu lugar: o mundo.

31 comentários

  • 27/08/15  
    Marco diz: 1

    Muito bom seu texto! Gostei bastante do outro também. Acho que esses 3 pontos apresentados são itens que deveríamos aprender com o EUA, principalmente no quesito independência e esportes.
    Todos deveríamos aprender a se nos virarmos sozinhos, aprender a cozinhar, lavar, passar, não devíamos ter a mentalidade que precisamos de outra pessoa para fazer isso por nós.

  • 27/08/15  
    vitor boldrin diz: 2

    Muito bom o tópico,parece que na Austrália é um pouco parecido com o Brasil.
    Quando você morou no EUA você foi bem tratada?
    Os americanos gostam de brasileiros?
    Você sofreu preconceito?
    tchau

    • 28/08/15  
      Camila Oliveira diz:

      Hello Victor, how are you?
      Well, não posso falar por todos, pois cada um tem sua experiência. Mas por mim, posso dizer que fui extremamente bem tratada onde quer que tenha ido. Já fui desde a Califórnia a NY e nunca sofri qualquer tipo de preconceito. Contudo eu sempre me irritava nas lojas porque quando alguma atendente me via falando português com algum amigo, vinha conversar em espanhol comigo! ahhaha
      Era imaturidade minha ficar irritada, porque eu queria que todo mundo soubesse que no Brasil falamos português e que eu conseguia falar em inglês perfeitamente, mas hoje vejo que era apenas um gesto de cortesia em tentarem falar em uma língua que eles achavam que seria mais confortável para mim!

      Não sei falar se americano gosta de brasileiro ou não, os meus amigos gostavam! Mas sei também o porquê sempre fui tratada muito bem: sempre respeitei o espaço e a cultura do outro. Isso serve para viajar como turista ou morar em qualquer lugar do mundo: uma vez que estamos em um país diferente, é bom que a gente saiba informações acerca dos hábitos culturais do outro. Se a gente não sabe falar a língua daquele país, que a gente aprenda pelo menos a dizer o básico como “obrigada” e “por favor”. São gestos simples, mas que os americanos (e qualquer outra nacionalidade) apreciam muito, pois mostra que você se preocupa e se interessa pelo outro.

      Já vi muito brasileiro sendo elogiado por americanos pela cordialidade, atenção e calor humanos, assim como eu mesma já vi Brasileiro me deixando com vergonha de estar até na mesma rua, por jogar lixo no chão, falar alto ou usar unicamente português. Então acredito que isso depende muito!

    • 28/08/15  
      vitor boldrin diz:

      Muitos americanos tem essa mania mesmo de falar espanhol com a gente.
      Bom há brasileiros e brasileiros como há americanos e americanos.
      Eles gostam de nós por causa do jiu jitsu brasileiro que foi inventado aqui no Brasil.

      abraços

    • 17/09/15  
      Thiago diz:

      São perguntas muito gerais e tem infinitas variáveis. Então não tome por verdade qualquer resposta que vc venha a obter. Em geral, o americano é muito mais simpático que o brasileiro e não tenta passar vc para trás. Assim como é mais trabalhador que nós.

  • 27/08/15  
    Marcos diz: 3

    Em alguns aspectos, se for comparar o Brasil com os States, aqui (Brasil) somos “primatas”, muitas coisas não funcionam, o sistema é básico. O problema não é falta de grana. Excelente texto! Quem sabe um dia num futuro não muito distante (espero) essa seja a realidade do Brasil.

    • 28/08/15  
      Camila Oliveira diz:

      Acredito que os EUA poderiam aprender algumas coisas com a gente! Contudo também acredito que nós, brasileiros, temos muito que aprender nesses três aspectos sobre os quais escrevi! =)

    • 31/08/15  
      Daniel Costa diz:

      Marcos, mesmos nesses aspectos em que estamos atrasados em relação aos Estados Unidos, não é de bom tom designar, ainda que coloquialmente, “primatas”. Soa e parece preconceituoso. Creio que o Brasil tem muito a aprender com os Estados Unidos, mas os Estados Unidos tem muito o que aprender com o Brasil.

  • 02/09/15  
    Gui DSG diz: 4

    Excelente artigo!

    Que possamos absorver um pouco do espírito americano de trabalhar para crescer.

  • 06/09/15  
    Eliane Marinho diz: 5

    Hello Camila, how are you? Estou começando agora no idioma e gostei muito do post. Penso que se estamos aprendendo uma nova língua temos que aprender sobre os costumes também. E independente de ser Brasil ou EUA cada povo tem que ter ao menos respeito pelo outro. Assim conseguimos viver bem em qualquer lugar né? By by, see you next post!(acho que escrevi certo! Kkkk)

    • 08/09/15  
      Camila Oliveira diz:

      Hello, Eliane!
      I’m doing great, and you?
      Well, concordo com você! Temos muito o que aprender com os EUA, assim como eles tem muito o que aprender conosco. Se, acima de tudo, houver respeito, a troca cultural será sempre válida!

  • 07/09/15  
    Eliane diz: 6

    Eu gostei muito de todos os testemunhos aqui, pois para mim, tudo foi novidade, já q ru nunca saí do Brasil

  • 17/09/15  
    Patricia diz: 7

    Estou de volta aos EUA apos quatro anos de Brasil. Meu filho de 17 anos esta no time de futebol americano e no sabado passado teve a oportunidade de jogar no AT&T Stadium. Foi uma emocao muito grande para nos pais e para ele tambem. Esta no ultimo ano da HS e esta se preparando para o College. Estou muito satusfeita por ter voltado pois os jovens aqui aparentam ter mais resposabilidade e se preocupam mais com o futuro se empenhando mais nos estudos e esportes. Adorei o texto, muito bem construido e e tudo verdade.
    Um abraco

  • 17/09/15  
    Rafael diz: 8

    Muito bom o artigo, parabéns.

  • 17/09/15  
    Mateus Mamani diz: 9

    So interesting! =D
    Depois que li este artigo, no tópico de os adolescentes quererem ser independentes, já fui direto lavar minhas roupas rsrs ^_^
    Continue postando notícias maneiras como esta, ok?
    Bye for now!!!

    • 17/09/15  
      Camila Oliveira diz:

      Hey Matheus, thank you so much!
      Parabéns pela iniciativa, ser pró-ativo beneficia a todos, principalmente a você mesmo!
      xoxo

  • 17/09/15  
    Judy Friedkin diz: 10

    I think the article was good and hit on some good points about us in general. Only the part about our leaving the house with all of the abilities to live alone is a big generalization. It is true we usually don’t stay in our parents home until we get married. I was surprised here that young people living at home can have their boyfriends or girlfriends sleep over. Maybe it happens in some cases in the US, but basically most parents would never allow it. Some people live in other states or countries than where their parents live but I think most of us live in the vicinity of our parents. We usually call them every day and see them often. Leaving home is a question of economics I think. Now with the economic problems we have and the difficulty of getting jobs, more people live at home but it is true we want to be independent from our parents although we still want to have very close relations with our families. Also it depends on the ethnicity of family. Italians and Latinos to name a couple of ethnicities have very tight family ties. While we are all Americans, we are all different cultures. So an American is many things and has many customs different from each other. Many mothers wait on their children and the children never learn the skills to live on their own until they do it. I know I was totally unprepared. So that is one of the few parts I would disagree with in the article. The price of going to college is disgraceful and has changed a lot in the last 20 years. It used to be affordable but now many young people cannot afford to go or don’t want to have to pay off loans for the rest of their lives. One of the letters here made me laugh about how when American’s found out they were from Brazil , they tried to say a few words in Spanish. We are awful, in general in geography and many people say to me, “Oh you are going to Brazil to practice your Spanish!” We don’t have too many Brazilians, except in a few areas , like Florida and we don’t even learn Geography in school anymore. We used to. There is a small area far from the center of the city in Philadelphia where Brazilians live. I am sad when I go home that I almost can never find anyone in Philadelphia to speak Portuguese to. I depend on Skype. We are really ignorant about other countries. I am in Rio now and I think that here the people are much warmer than we are. It is very nice. We take making plans much more seriously than here. If we make a plan and stand some one up, we could lose their friendship. Here, I have learned not to depend on the plan , that there is a 50/50 chance that the person will really show up! Also one thing else people should know about the States is that of tipping. We have to tip everybody. Here it is a relief not to have to think about tipping. In the States if you don’t tip a waiter, he may follow you out of the restaurant and ask if you were unhappy with the service. I feel guilty not tipping here as tipping is engrained in me. I do think most Americans are friendly and like to meet foreigners even though Donald Trump things differently!! Our country is based on people coming from all over the world to make America what it is. That is what is so interesting about it for me. Anyway it was a good article.

    • 17/09/15  
      Judy Friedkin diz:

      Oh, one other thing. Many of us have people clean for us. It is expensive, maybe $20 an hour but it is quite common to have someone clean the house once a week.

    • 17/09/15  
      Camila Oliveira diz:

      Hey Judy, what’s up?
      Wow, I’m amazed to read such an amazing comment! Thank you so much!
      I appreciate the points that you took into consideration, no one better than an American to describe if such facts are accurate or not!
      By the way, I didn’t know that having a bf/gf sleeping over was a big deal, it’s kind of natural in Brazil, so I thought that in the US would be the same, thanks for adding this interesting information.

      I totally agree with you when you say some Americans are bad at Geography. I have lost the count of the times people tried to speak Spanish with me, even when I told them I was Brazilian – but, you know, I didn’t care that much, they were trying to be nice and make me feel comfortable in a language they thought it would be my mother language hahaha.

      I do think Americans are friendly and very polite, I have never faced any problems with them and they always say “thank you”, “sorry” and “excuse me” – maybe too much, comparing to the Brazilian culture. However, Brazilians are warmer: we hug and kiss more.

      I do understand when some Brazilian people complain that Americans can be quite impatient, it’s just a matter of cultural differences! While we are kind of “slowly” to solve things, and some of these things are too bureaucratic, Americans are very objective and fast solving problem people, which, sometimes, it might sound that they are being aggressive, but they’re not!

      Finally, I would like you to read another article that I wrote about some other U.S facts, which includes the tipping, punctuality and how you take making plans seriously: 15 curiosidades sobre os EUA que você deve saber antes de viajar! I hope you like it!

      I always say that we can’t generalize a country / culture / people, because we are all different, we act different and there are always some exceptions!

      Judy, thank you once more, I hope I can read more of your nice comments again! xoxo

  • 17/09/15  
    Atenir diz: 11

    Excelente artigo, Camila.
    Parabéns.
    Estive há pouco tempo me Boston fazendo um intercambio. Pude ver e senti na pele os itens que vc mencionou no artigo. O pragmatismo impera na sociedade americana. O atendimento nas lojas e restaurantes diz tudo.
    Só não concordo, mas respeito, com a aquele jantarzão dos americanos 7-8 horas da noite. Eles comem muito à noite. Fiquei impressionado. Eu comia a metade do que eles. Normalmente depois do jantar a gente não se movimento tanto como durante o dia, então a gente não gasta muito energia. Isso pode desencadear um processo de ganha de peso. Mas é cultural.
    No mais, gostei muito.
    Contudo, devemos lembrar que temos muita coisa boa por aqui no Brasil. E devemos procurar melhorar sempre, conforme a nossa cultura.

    grande abraço.

    • 17/09/15  
      Camila Oliveira diz:

      Hello Atenir, how are you?
      Muito obrigada pelo comentário!
      Bom, sobre o jantar, eu comia com minha hostfamily às seis da noite, então eu tinha muuuuito tempo pra digerir a comida até dormir. No começo para mim também foi estranho, mas depois acostumei e até gostei. Hoje ainda prezo mais pelo jantar que qualquer outra refeição!

      O Brasil é um país maravilhoso, culturalmente falando também! Acredito que temos algumas coisas a aprender com os EUA (como esses 3 fatos, pois creio que seriam muito relevantes para a melhoria do nosso país), assim como os EUA tem algumas coisas a aprender conosco! O que não pode acontecer jamais é que anulemos a nossa cultura em favor da outra.

      xoxo

    • 30/06/16  
      DannyAM diz:

      Sei da comida, mas de qualquer forma e em praticamente qualquer país sempre tem grupos de pessoas que mesmo sendo uma minoria acabam fugindo do ”padrão cultural”. Lá tbm tem pessoas que assim como eu, são vegetarianas e adotam uma alimentação mais leve e saudável. Nos grandes centros urbanos de lá, assim como nos daqui tem opções de restaurantes e comidas para vários gostos.

  • 17/09/15  
    Monique Lopes Carvalho diz: 12

    Olá Camila,
    Excelente texto mais uma vez.
    Parabéns!
    Fico logo ansiosa pelo próximo. Você consegue retratar muito bem, e deixa seu ponto de vista. Adorei!

  • 17/09/15  
    Henrique diz: 13

    Parabéns Camila, o texto está excelente e você escreve muito bem!

  • 17/09/15  
    maria Laura Arantes Sarinho diz: 14

    30 % das criancas americanas vao para a escola com fome.

  • 17/09/15  
    Elias diz: 15

    Se mais brasileiros tivessem esse conhecimento e o praticasse, o Brasil seria outro, e não estaríamos nesta situação deplorável.

    Esse material vale outo…

  • 17/09/15  
    CLAUDIA FONSECA diz: 16

    Muito legal o artigo falando um pouco sobre a cultura Americana e o modo particular de encarar a vida.Seja como for conhecer um modo particular cultural amplia a nossa visão de mundo e acaba por nos afetar percebendo novas formas de conceber a vida.
    Grande abraço e obrigada

  • 19/09/15  
    Daniel Guimarães diz: 17

    O grande “X” da questão é que o intuito do post é nos mostrar a diversidade cultural q temos no mundo, seja ela estadunidense ou japonesa, o gostoso é conhecer pessoas e culturas novas, o que me deixa incomodado são esses que sempre citam “nossa o Brasil tem muito que aprender” ou “que vergonha, os EUA é bem melhor”… Mano, na real, se for pra comentar esse tipo de coisa, nem apareça, pq cada País tem sua cultura, o objetivo do post é te mostrar um novo modo de viver, não pra vc babar americanos como se fossem superiores de alguma forma, vamos abrir a mente, e parem de criticar o País negativamente a não ser que seja algo q possa ser debatido e viável de ser discutido, agr esses comentários de gente estúpida que gosta de babar gringo, se lascar viu, não troco meu arroz e feijão por diabo de bacon nenhum, tá tudo ruim por aqui mas continua sendo meu País, AQUI É BRASIL e não abaixamos a cabeça pra ngm, está no nosso DNA, faça valer esse espírito nacionalista que tem dentro de vc, para quem sentiu ofendido, parabéns vc é oficialmente um baba ovo de americano, e olha que legal eles te desprezam :D agr continue babando eles…

    Brazil ? Women and Ass baby, oh yeah.
    – Uncle Sam

    • 30/06/16  
      DannyAM diz:

      A maioria desses que ”babam ovo” não colocam nada do que consideram tão superior em prática na vida deles e nada fazem para melhor o próprio país.

  • 21/09/15  
    Henrique diz: 18

    Pessoal, acredito que seja uma boa ideia assitir esse video para entender melhor esse sistema de bolsas no EUA e muitos outros aspectos sobre a cultura do país: http://www.youtube.com/watch?v=pX8BXH3SJn0.

  • 30/06/16  
    DannyAM diz: 19

    Eu já conhecia os dois primeiros e tinha uma noção do último, mas sei que a maioria dos brasileiros ainda desconhecem bastante.