Andreas Kisser (guitarrista do Sepultura) falando inglês

Alguns leitores do EE gostam muito do Heavy Metal (rock pauleira) da banda Sepultura. Muitos estudam inglês simplesmente para conseguir cantar e entender as letras da banda brasileira de maior repercussão no mundo.

Apresento hoje uma entrevista com o guitarrista do Sepultura. Andreas Kisser fala inglês muito bem e é realmente uma inspiração para os fãs da banda que desejam dominar o inglês.

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Como está o seu listening? Conseguiu entender bem a entrevista?

I hope you like it!

Post sugerido pelo leitor Aluisio Maia

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Alessandro Brandão

Alessandro Brandão é coordenador caseiro do English Experts e do Fórum de idiomas. Trabalha também em projetos na área de Comércio Eletrônico e Ensino a Distância (EaD).

59 comentários

  • 15/06/11  
    sergio diz: 1

    bem, o cara morou anos lá fora. nada mais natural.

    • 16/06/11  
      Tallican diz:

      Sim, mas percebe-se uma grande diferença na entonação, comparada à do entrevistador.

    • 16/06/11  
      Alessandro diz:

      Qual o problema disso?

    • 16/06/11  
      André Luiz Vitor diz:

      Coisa mais que normal a entonação diferente!! Eu nao falo da mesma forma que um baiano,que um catarinense,um portugues por exemplo… é mais que normal isso e contanto q se entenda a mensagem dita nao ha mal algum!!

  • 16/06/11  
    Leandro diz: 2

    so reclamam em ‘-‘ ? o cara fala muito bem =]
    belo post ;D

    • 16/06/11  
      Eduard Bras diz:

      O Andreas fala muito bem e naturalmente… Em nenhum momento tentou ficar imitando qualquer tipo de sotaque americano… Ponto para ele!!
      Concordo tb com o Tallican… Pra que ficar imitando o modo como os americanos ou ingleses falam… Vai ver que é por isso que eles nos chamavam de macacos… Deixem o sotaque deles para eles!!! Será que quando alguém vai se comunicar com um americano ou inglês, essa pessoa ainda tem que lembrar quais as diferenças de sotaque e algumas palavras peculiares de cada pais??? Acho que se você consegue se comunicar bem em inglês já está ótimo, já que as vezes, nem eles se entendem.

  • 16/06/11  
    Tallican diz: 3

    Nenhum, apenas quis evidenciar que por mais que fiquemos lá fora, nunca teremos um inglês soando como um nativo. Não acho isso ruim, acho até legal, uma espécie de identidade. Dá pra perceber que o cara é brasileiro pelo seu inglês. Isso é bem interessante. Tem gente que morre de tentar falar como um nativo. Acho que isso é bem difícil de acontecer, apesar de ser louvável a tentativa de atingir a perfeição. Percebo que já existe um inglês “internacional”, não apenas o americano ou o britânico. Eu acho isso ótimo, pois sinto-me mais livre para estabelecer uma comunicação, como a da entrevista. Parabéns pelo post.

    • 16/06/11  
      Alessandro diz:

      Tallican,

      Obrigado pelo esclarecimento. Concordo com suas palavras.

      Bons estudos!

  • 16/06/11  
    Sergio diz: 4

    ainda aproveitando o assunto do post, o cara fala muito bem inglês, percebe-se a naturalidade ao falar. Fato que, acredito eu, só é possível com alguma experiência real com a língua lá fora ou em alguma comunidade onde só se fala o inglês. Depois de uma certa idade, estou no esquema de duas aulinhas de inglês por semana, ouço os ótimos podcasts do English Experts , etc.. mas tenho os pés no chão que só vou aprender (de verdade) quando surgir a oportunidade de viajar e ter um contato maior com a língua. E sim, o post foi inspirador.

    • 16/06/11  
      Flávia Magalhães diz:

      Oi Sérgio,
      Se me permite, acho que vc foi meio radical ao dizer que só vai aprender “de verdade” quando surgir a oportunidade de viajar e ter contato maior com a língua. Sei que nem todo mundo tem oportunidade de ter bastante contato com inglês aqui no Brasil, mas conheço diversas pessoas que falam inglês “de verdade” sem nunca ter saído daqui!

  • 16/06/11  
    claudemircloud diz: 5

    hmm.. A diferença é grande entre o intrevistador e o intrevistado com relação ao sutaque. Eu consegui entender bem melhor as palavras de Andreas Kisser do que do intrevistador. Acho isso fenomenal!
    Isso é bem comum não só com relação a brasileiros. Quando estava lendo Anjos e Demônios de Dan Brown era muito comum ele mecionar pessoas de outros paises falando inglês com sutaques característicos.
    Suiços com sutaques caracteristicos da suiça assim como italianos, e alemães dentre da mesma situação. O importante é a comunicação clara.

  • 16/06/11  
    Fabrícia diz: 6

    O meu até que não está tão ruim como eu pensava. Consegui entender muita coisa que o Andreas Kisser falou, mas não entendi quase nada das falas do entrevistador. Muito boa a entrevista pra gente praticar. Parabéns pelo site.

  • 16/06/11  
    Pedro Medeiros diz: 7

    Bacana! Fiz um intercâmbio de dezembro até março desse ano e, após isso, consigo entender a enorme maioria das coisas, em especial nessa entrevista consegui compreender tudo.
    Fica a dica aí pra quem estuda bastante já e quer aperfeiçoar o listening.
    Nunca fiz curso formal de inglês, apenas autoditatismo e já foi suficiente para aproveitar bastante o intercâmbio, tendo como resultado a oportunidade de entender diálogos como esse.
    Ótimo post.

  • 16/06/11  
    Roberto diz: 8

    Eu acredito sim que é possível falar como um nativo (isso pode ser treinado), não que isso tenha alguma importância mas, como disse, em minha opinião acredito ser possível sim.

  • 16/06/11  
    Gabriel Olivério diz: 9

    Eu imaginava que ele falava inglês, mas não que falava tão bem assim. :D

    Parabéns pelo post.

  • 16/06/11  
    Edson Leonel Teixeira diz: 10

    Concordo com o Tallican… Pra que ficar imitando o modo como os americanos ou ingleses falam… O mais interessante é q

  • 16/06/11  
    Evellyn diz: 11

    Meu Deus, será que um dia vou falar tão bem assim?

  • 16/06/11  
    RBaroli diz: 12

    Excelente o inglês dele, mas ele tem essa mania de usar muito³ “you know?” no final das frases. As vezes é engraçado, porque dá pra prever quando ele vai falar “you know?”. Parece mania de alguns brasileiros falando português: “Né?”, “Tá entendendo?”.
    Acho que isso deveria ser corrigido.
    No geral, ótimo inglês.

  • 16/06/11  
    Henrique diz: 13

    O ponto realmente não é soar como um nativo, (até porque você não é um) mas sim entender e ser entendido, de maneira que o mais importante é o estabelecimento da comunicação.
    Realmente, acho que o ponto “entonation” é de extrema importância, mas o vocabulário dele e sua desenvoltura na língua o tornam mais desenvolto, de modo que seu sotaque é apenas a indicação de sua identidade.

  • 16/06/11  
    Diana diz: 14

    Fala muito bem!!!N tem que botar defeito,acho q é mania de brasileiro querer falar como nativos,de ser perfeito.Moro na Suécia,e cada um fala do seu jeito sem querer soar americanos ou q quer q seja…

  • 16/06/11  
    Suenia Fernanda diz: 15

    Gostei!
    Acho que ele articula bem as palavras, o que ajuda muito a entender o que ele está falando.
    Att.

  • 16/06/11  
    Flavio. diz: 16

    He speaks very good english, the brief point that i very much appreciated was, when he talked badly about our politicians and Brazil’s pilitics.

  • 16/06/11  
    Alessandro diz: 17

    @todos

    Pessoal!

    Obrigado pelos elogios e opiniões. Vocês captaram exatamente a mensagem, o importante é a boa comunicação. Vamos deixar de lado essa “picuinha” de sotaque “olha o sotaque dele”, isso só atrapalha. Somos brasileiros então não há motivo para tentar falar igual um americano ou britânico.

    Devemos pronunciar corretamente, isso é fato, mas não há motivo para tentar eliminar o sotaque.

    Bons estudos galera!

    • 17/06/11  
      Maicon diz:

      Olá Alessandro, parabéns pelo post, eu gosto bastante do Andreas, ele é um guitarrista muito bom, e fala muito bem o inglês também. Queria aproveitar o gancho e citar outro brasileiro que também fala o ingles muito bem, ele se chama André Matos, ex-vocalista das bandas Angra e Shaman e atual vocalista da banda Symfonia, segue o link de uma entrevista dele: http://www.youtube.com/watch?v=5AkCwfJYr18 caso você ache interessante, coloque um post para ver o que o pessoal acha do inglês dele.

      Obrigado,

      Maicon,

    • 17/06/11  
      Alessandro diz:

      Maicon,

      Obrigado pelo comentário e indicação. Vou conferir o vídeo.

      Bons estudos!

  • 16/06/11  
    tawer diz: 18

    Acho bacana estas questões, mas a única coisa que realmente temos em comum a “diferença”, se a perdemos, nos perderemos com ela. Acredite: originalidade e personalidade fazem toda a diferença…

  • 16/06/11  
    Ana Raspini diz: 19

    I must disagree with today’s post. I honestly do not think Andreas Kisser speaks English very well as mentioned in this post. He speaks English with all the Portuguese vices of pronunciation we, teachers, work so hard to take away from our students.

    • 17/06/11  
      Tallican diz:

      So, Ana Raspini

      What is the most important thing: Try do imitate a native English or stablish a good and accurate grammar-based communication like the interview above? I couldn’t notice any disconfort by the interviewer, on the contrary, he seemed glad with his interview. Well, I think if you travel more you’ll figure out that only americans speak like americans and so on. Thus, what’s the real English? For sure, is not that one you’re used to see in your English course.

  • 17/06/11  
    Eduardo Senos diz: 20

    Infelizmente virou moda no brasil, falar mal da propria nação. O Andreas fala bem porque se preparou pra isso, simples assim. Vocês já pararam pra perceber que tem muita gente preocupada com a entonação dele, menos ele? tá lá, se comunicando, pois Todos no Sepultura estudaram. Outra coisa, quem mora fora até hoje é o Max, ex-vocalista.

  • 17/06/11  
    Andréa diz: 21

    Nem curto muito a banda, mas gostei muito da entrevista. Ele realmente fala muito bem, dá pra entender tudo direitinho.
    Essa questão de “notar que ele é brasileiro enquanto fala”, acho que não é problema algum. O importante é que ele fala e as pessoas compreendam ele. Fora que ele fala fluentemente, não nem o que questionar. Sotaques existem entre nativos da língua inglesa, então, qual é o problema?
    Adorei! Espero chegar próximo disso. ;D

  • 17/06/11  
    Paulo César Araujo Lopes Júnior diz: 22

    Fala muito bem.
    Com sutaque próprio e não tentando imitar um estado-unidense.

  • 17/06/11  
    João B. L. Ghizoni diz: 23

    The less foreign accent we have, the better our listener will understand us. I don’t see a problem when a person whose native language is not English has a foreign accent; but I sometimes find it difficult to understand some people whose accent is too strong. So, my viewpoint is: the lighter the accent, the better.

    I remember seeing a Japanese guy “speaking English” in front of an audience, and then a native English speaker wondered why this person didn’t speak English or get an interpreter (because this guy’s accent was so strong that even the native speakers didn’t understand a word of what he was saying — and thought he was speaking any other language, but not English!).

  • 17/06/11  
    jefferson diz: 24

    seus assuntos sempre são os melhores, mas, colocar um brasileiro falando ingles? e, ainda mais um cara com forte sotaque brasileiro.
    eu conheço muitos, meu professor, amigos etc.

    RODRIGO SANTORO tem pronuncia bem mais proxima dos norte americanos. /watch?v=awW0NFlepcs&feature=fvsr

    • 17/06/11  
      Andréa diz:

      Acho que posts desse tipo são sempre válidos!! ;D Nada melhor do que vermos “nossos nativos” falando para nos estimular. Uma alternativa é pular esses assuntos, já que não te empolgam. :)

    • 17/06/11  
      Jefferson Alves diz:

      Com o vídeo do Rodrigo Santoro que você mandou, pode-se perceber uma grande diferença em relação ao Andreas Kisser.

      O Rodrigo Santoro tem um sotaque bem mais próximo ao de um Americano, no entanto o Andreas está mais próximo da fluência do que o próprio Santoro com a pronúncia ‘perfeita.’

      Se você conseguiu analisar a entrevista, pode-se perceber que ele repete muitas coisas, e sempre volta ao mesmo assunto; o que não acontece com o Andreas, onde ele consegue mudar de assunto e consegue manter um assunto continuo sem ficar dando muitas voltas.

      Fluência tem um sentido um pouco maior, vai além de tudo isso, tem um pouco de gramática, vocabulário, expressões e gírias; não só do que parece ser a pronúncia perfeita e livre de sotaques.

  • 18/06/11  
    marcus vinicius silvestri diz: 25

    Que legal, realmente, de um tempo pra cá, as coisas parecem estar melhorando com meu “listening”. Não sei quando nem como, começou simplesmente a fluir depois de alguns anos de estudo.

  • 18/06/11  
    Wallace Rodrigo diz: 26

    Eu acho que temos que focar no aprendizado da língua internacional e não no americano. Afinal, os EUA não são o centro do mundo da língua. A ex-apresentadora do fantástico, Glória Maria, uma vez falou uma coisa certíssima que nós tínhamos que fazer justamente isto: aprender o inglês internacional, pois afinal se nós temos que entender os nativos, eles também têm que nos entender. Bom, acho interessante a discussão e achei o Rodrigo Santoro falando muito bem, assim como o Barrichello e o Massa. Entretanto, achei muito ruim o entendimento da Giselle Bunchen que falou rápido demais ( acho até metida demais )… Enfim, vamos estudar e praticar que 2013 e 2014 serão os anos de praticarmos nos eventos que aqui acontecerão…

    T+

  • 18/06/11  
    J.Henrique diz: 27

    Gostei muito do post e principalmente fiquei feliz em ter conseguido entender muito bem a entrevista, a prática intensiva está dando resultado ( 1 hora de listening por dia + 1 hora de reading).

    Com relação ao Andreas, na minha opinião ele fala bem pra caramba, não tem que ficar botando defeito onde não tem.

    Uma coisa que me deixa possesso é que parece que no Brasil além de 190 bilhões de técnicos de futebol temos também 190 bilhões de possoas fluentes no Inglês. É só começar a falar Inglês que aparece alguém querendo criticar para dar uma de “sabido”. Se você falar Português incorretamente raramente alguém corrige, mas Inglês parece que é inadmissível. Vamos cair na real, segundo as pesquisas temos um dos piores níveis de Inglês do mundo, precisamos incentivar as pessoas a tentarem falar e não a ficarem com medo das críticas. Vai ver esse é um dos motivos de raramente vermos algum brasileiro falando inglês por aqui.

    Imaginem o desânimo dos colegas vendo as críticas a uma pessoa que fale um Inglês como o do Andreas, será que essa pessoa vai se sentir confiante a tentar falar na presença de outras pessoas depois?

    Parabéns a todos aqueles que procuram mudar essa visão absurda e incentivam os colegas.

    • 30/06/11  
      Daniel Macedo diz:

      Concordo muito com você!kkk

      E me sinto feliz em saber que meu inglês nunca deixou de ser melhorado pela minha vergonha!Enquanto as pessoas que mesmo estudando 3,4 ou 5 anos em escolas particulares continuarem com vergonha,o aprendizado será afetado.

      Adorei o video e pude entender uma boa parte,não digo 100% claro,mas consegue pegar as idéias com bastante detalhes.

  • 19/06/11  
    Johnattan diz: 28

    His English is pretty good, but why does he keep on repeating “you know” like forever?

    • 24/06/11  
      Pedro Alexandre diz:

      Actually he’s not repeating “‘you know’ like forever”, he’s using on a less-than-usual base that a native teenager, for example, would use it. Also it’s much better to say ‘you know’ to organize your next thoughts than the annoying hmmm.

    • 28/06/11  
      André AS diz:

      haha that’s true.

      André AS

  • 19/06/11  
    Johnny Freeman diz: 29

    He speaks very well, i have no doubts ’bout it, but the says a lot of “you know”, well, he repeats that a lot of times, i don’t think that it sounds pretty good even for a casual conversation.

    • 24/06/11  
      Pedro Alexandre diz:

      Though highly criticized by some native English language scholars as sth that impoverish the language (sth similar to our ‘tá ligado?’), it’s highly common amongst the mortal native speakers. A fluent native wouldn’t almost use it, but a fluent speaker of English as a second language would use it a lot, and in this specific case would show that he mastered even this kind of colloquial connector. Focus on his good English, which is a pretty positive, and upbuilding attitude even for oneself.

  • 20/06/11  
    Luciana Rodrigues diz: 30

    Prefiro 1000 vezes ter “sotaque”, mas ter fluência, vocabulário e dominar a língua. Falar de qualquer assunto: da política, ao futebol, das artes ao blá blá blá do cotidiano.

  • 20/06/11  
    Kelly Santos diz: 31

    Muito bacana a entrevista!
    Ele tem um inglês muito limpo. Me parece que escurtar uma pessoa que não tenha o inglês como idioma nativo, é mais facíl. Principalmente por ser um brasileiro, pois, apesar de falar inglês ainda usa o ritmo do portugues. O que facilita muito para nós no listening.

  • 21/06/11  
    Stan diz: 32

    orgulho-me de pessoas como ele….além de tudo um ótimo guitarrista….
    p.s.: como bom brasileiro, utiliza bastante as mãos durante a conversa….e o “you know” é tão charmoso, quanto “well”…rsrsrs…valeu!!!

  • 22/06/11  
    vanessa diz: 33

    Adoro o Andreas! além de ser um grande guitarrista ,ele tem uma pronúncia muito boa. É muito estimulante ver um brasileiro com uma fluência boa em um idioma de tronco linguístico tão diferente do nosso. É sem dúvida em motivo a mais para continuar tentando!

  • 24/06/11  
    Wesley diz: 34

    ahhh esse inglês é o que eu falo mesmo hahahaha sem tentar ter sotaque de americano ou mesmo imitando hahahha é muito bom , embora que aprenda vendo filmes , testando programas online de inglês e tudo mais ;D , boa entrevista ;)

  • 25/06/11  
    Thiago diz: 35

    Alessandro, estou comentando para te dar uma sugestão.
    Não sei se você já conhece, mas recomendo o site http://www.ted.com para todos que estão interessados em praticar o listening. Além do inglês dos vídeos ser muito bom, o site é recheado de palestras geniais. Gostei muito dele e queria divulgar. Acho que aqui é o melhor lugar.

  • 30/06/11  
    Leandro diz: 36

    Muito legal, acho que a maioria conseguiu entender legal a entrevista.

    Agora fica uma dúvida? Esse cara anda tomando formol????? 25 anos de carreira e nem um fio de cabelo branco ou rugas??? rsrsrs

    Parabéns pelo post!

    • 30/06/11  
      Alessandro diz:

      Valeu pelo comentário Leozão!

  • 11/07/11  
    Priscila diz: 37

    Realmente a pronúncia dele é ótima. Concordo que ele fala muito ‘YOU KNOW?’, mas acho que é uma forma de organizar os pensamentos dele para a próxima fala. Quase todas as pessoas fazem isso, de uma forma ou outra. Parabéns para ele, e para nós: keep going learning english forever!

  • 11/07/11  
    Daniel Macedo diz: 38

    Galera,não acho que ele não falou muito “you know” não viu,rsrsrs

    Dêem uma olhada nessa entrevista do Russell Crow e raparem como um nativo(que de adolescente não tem nada) também usa muito disso,não sei dizer,mas poderia ser chamado de vicio de linguagem?
    http://www.youtube.com/watch?v=TimYPaXH__w

  • 11/08/11  
    Thiago arthur diz: 39

    Adorei muito interview e realmente , o andreass fala muito bem inglês , deve ter aprendido aqui na EE haha’

  • 28/08/11  
    Carla diz: 40

    Ele sabe a gramática, mas todos esses “you know” me deixaram com dor de cabeça.

  • 05/09/11  
    Andréa Duarte diz: 41

    Estou tentando (e com vontade) aprender inglês sem esses cursinhos-enche-linguiça que vemos por aí, fazendo minhas horas de estudo, no meio da minha agenda lotada e das minhas distrações de executar trocentas coisas ao mesmo tempo, mas confesso que é mais difícil do que parece quando se começa. O legal é que seu vocabulário se multiplica, você começa a prestar mais atenção nos textos, sem preguiça de entendê-los. Gosto de ouvir músicas em inglês com a letra na minha frente e tenho ajudado, mas ainda está longe do que preciso pra pensar em inglês. Abraços!