Arquivo para a categoria ‘Motivação e Desmotivação’

Oi pessoal, eu acesso freqüentemente o site Channel9, site produzido pelos funcionários da Microsoft. Lá são apresentadas as tecnologias que farão parte da nossa vida no futuro. Freqüentemente vejo um Indiano dando entrevistas, nunca um Brasileiro. A Índia se tornou um dos países com maiores investimentos em Desenvolvimento de Software, a Microsoft tem centros de pesquisa instalados naquele país. Sabe porque? Eles falam Inglês.

Nesta terça-feira, 7 de novembro o governo Brasileiro finalmente percebeu que estamos perdendo dinheiro em exportações de software, veja abaixo um trecho da matéria publicada no Terra.

O governo lançou nesta terça-feira um programa de certificação em língua inglesa para profissionais brasileiros com o objetivo de ampliar a competitividade na exportação de softwares e serviços de tecnologia da informação. A meta do governo brasileiro é exportar US$ 5 bilhões em softwares e serviços em 2010, quando se encerra o segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A meta anterior, de US$ 2 bilhões em 2007, não será atingida, admitiu o ministro de Ciência e Tecnologia, Sérgio Machado Rezende. Segundo ele, é possível que o país alcance exportações no valor de US$ 1 bilhão no próximo ano. “Metade da meta é uma coisa boa. Este ano deve chegar a US$ 800 milhões”, disse Rezende a jornalistas.

Um dos motivos apontados para o desenvolvimento abaixo do esperado das exportações brasileira nessa área, num mercado que movimenta anualmente mais de US$ 1 trilhão em todo o mundo, é a falta de profissionais que consigam se comunicar em inglês de maneira eficiente. “Esperamos que a partir do próximo ano tenhamos um movimento mais intenso na formação de recursos humanos”, disse o ministro.

Leia aqui a matéria na íntegra: Terra. É isso aí pessoal, nós passamos o segundo grau todo fingindo estudar Inglês. Agora o Brasil paga caro por isso.

See ya!

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Crianças brincandoConforme eu havia prometido, vou continuar falando sobre metodologia e processo de aprendizado. Mais uma vez agradeço a colaboração dos amigos internautas e blogueiros.

Você se lembra de quando era uma criança? Quando estava aprendendo a falar e organizar os pensamentos? Se não, tente observar como elas aprendem a se comunicar. Primeiro elas ouvem o que as pessoas estão falando ao seu redor, começam a perceber que cada coisa no mundo tem um nome, que as ações podem ser expressas por formações fonéticas. As crianças observam como a mãe conversa, as palavras utilizadas quando ela está brava ou feliz. Ou seja, primeiro elas recebem muitos estímulos do mundo externo o que faz com que elas sintam a necessidade de interagir com este meio. Muito input!É dessa forma que aprendemos o nosso primeiro idioma. Sem a necessidade de nenhuma aula de gramática. Normalmente, o primeiro contato com alguma forma de gramática acontece 3 ou 4 anos após aprendermos a falar o básico para a comunicação. Se esse aprendizado é tão eficiente porque não o utilizamos novamente para aprender uma língua estrangeira?

Na época em que comecei a pegar pesado no estudo do inglês meu sobrinho estava começando a falar. Eu, ciente das informações que acabei de citar, estabeleci uma meta para mim. Aprender inglês na mesma velocidade com que ele fosse aprendendo a falar o Português.

A maioria das escolas de idiomas insiste em ensinar gramática ao invés de ensinar a falar. Quando estamos falando, não dá tempo de pensar em regras gramaticais, as palavras devem ser pronunciadas naturalmente. Eu estudei em uma escola de idiomas famosa, não suportei um mês.

As instalações eram ótimas, o material perfeito, os professores dominavam o conteúdo. Mas o que estava errado? Os estudos eram muito voltados para a gramática, regras com milhares de exceções. Vou falar igual o Geraldo Alckmim: TÁ ERRADO! Outro ponto importante era o seguinte, eu era obrigado a estudar temas que não me interessavam. Por exemplo, o que um “mineirim” como eu, que nunca viu o mar, vai querer com vocabulário gastronômico de litoral? Resultado, eu aprendi o que era shrimp, lobster e companhia limitada, mas nunca utilizei essas palavras, aliás essa é a primeira vez. Isso me desmotivou, e vi que aquela metodologia não serviria para mim. Resolvi elaborar a minha própria metodologia, ser self-taught.

Decidi seguir a mesma metodologia que utilizei para aprender o Português, e digo a vocês, está sendo bastante produtiva. Lógico que estou mesclando com outras atividades de apoio e fixação. Mas esse é um assunto para outro dia.

Quase ia me esquecendo, o meu sobrinho está muito mais avançado do que eu. Deve ser a idade, estou ficando velho. ;-)

Think about that!

Hugs.

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Mapa MundiOs países, estados e províncias onde o Inglês é o idioma principal são visualizados em azul escuro, onde o Inglês é idioma oficional mas não o primeiro são visualizados em azul claro. Fonte: Wikipedia

E aí galera? (What’s up?). Primeiramente gostaria de agradecer o considerável aumento de acessos ao blog. Para quem está começando 200% de crescimento em uma semana é muita coisa. Acho que a lorona que do artigo de phrasal verbs ajudou bastante também ;-). Continuem enviando sugestões e críticas, isso tem me levado a melhorar a qualidade do material disponibilizado. Os comentários também estão interessantes. Thank you folks.

A partir de hoje vou falar um pouco sobre o processo de aprendizado que eu escolhi seguir e compartilhar com vocês algumas situações onde obtive sucesso e outras que nem tanto.Aprender o idioma global sempre foi um sonho. Primeiro porque eu trabalho com desenvolvimento de software e nesta área tudo está em Inglês. Eu ficava muito frustrado ao acessar um Channel9 da vida. Eu não conseguia entender nada do que os funcionários da Microsoft diziam nas entrevistas sobre novas tecnologias. Segundo, porque é muito melhor assistir os filmes de Hollywood no som original e sem legendas (no subtitles), o Dolby Digital 5.1 é de outro mundo, sem contar que o tempo que se gasta lendo as benditas legendas é utilizado contemplando a imagem e o visual do filme.

Outro ponto que gostaria de enfatizar é o seguinte. O conhecimento global é gerado em Inglês: filmes, artigos científicos, novidades tecnológicas, arte, etc. Se você espera que alguma coisa seja traduzida para aí sim ler, você estará sempre atrasado. Eu te digo uma coisa, no mundo capitalista velocidade é tudo, se você espera as coisas mastigadas você comete dois erros. Primeiro não pega as coisas na íntegra, normalmente os jornais só publicam o que lhes interessam. Segundo, alguém já utilizou aquela informação para pular na frente, para ganhar dinheiro (money). Se imagine na bovespa comprando e vendendo ações de multinacionais?!?

O Inglês pode não ser o idioma mais falado no mundo, perde para o Mandarim. Mas com certeza é o mais difundido (widespread). Leia a frase:

English is the most widespread language in the history of the planet.

Para não ser prolixo, hoje não falarei sobre metodologia, tópico que pretendo abordar ainda nesta semana. Só mais uma informação, nesse no domingo começou o “Daylight Saving”, ou seja, o horário de verão. So, don’t sleep and keep in touch.

Best regards.

ps.: Matei a pau no prolixo. (rsss)

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Projeto GutembergO texto abaixo foi originalmente publicado no site http://www.idph.net. Acredito que os dados estatísticos aqui apresentados são muito importantes para quem tem como objetivo apenas aprender a ler textos escritos em inglês. Como já vimos anteriormente, formar frases idiomáticas é uma outra história. Anyway, enjoy it.

Em um estudo realizado em 1997, realizamos um trabalho para determinar as palavras mais comuns da língua inglesa e seu percentual de ocorrência. Para este estudo utilizamos os livros online do Projeto Gutemberg. Este projeto, integrado por voluntários, tem por objetivo digitalizar obras de literatura cujos direitos autorais tenham se expirado. Nos Estados Unidos uma obra é colocada no domínio público 60 anos após a morte do autor. Obras de autores como Jane Austen, Conan Doyle, Edgar Rice Burroughs, e muitos outros estão disponíveis gratuitamente na Internet.De posse destes livros, 1600 ao todo na época da pesquisa, fizemos então nossos cálculos. Os 1600 livros combinados geraram um arquivo de 680 MB contendo aproximadamente sete milhões de palavras. Os resultados foram bastante surpreendentes. As 250 palavras mais comuns compõem cerca de 60% de qualquer texto. Em outras palavras, se você conhece as 250 palavras mais comuns, 60% de qualquer texto em inglês é composto de palavras familiares. Para facilitar ainda mais a nossa tarefa os cognatos, que são as palavras parecidas em ambos os idiomas (possible e possível, por exemplo), totalizam entre 20 e 25% do total das palavras. Aí já temos então 80 a 85% do problema de vocabulário resolvido. Se subirmos o número de palavras mais comuns a 1.000, chegamos a 70%. Somando a este valor os cognatos chegamos a valores entre 90 a 95% de um texto.

É claro que 90 ou 95% ainda não chega a 100%. Como fazer com o restante das palavras? Mais uma vez, usamos nossa intuição (lembra-se que nossa intuição está correta em 99,999% das vezes?). Pensemos em nosso texto como um enigma a ser desvendado. Possuímos alguns elementos familiares, as palavras que conhecemos, e outros que nos são desconhecidos. Devemos deduzir, por meio de nossa intuição, de nossos conhecimentos anteriores, o que as palavras desconhecidas podem significar. Não precisamos nos preocupar com todas as palavras, apenas com aquelas que desempenhem um papel importante no texto. Quais são elas? Se uma palavra aparece com relativa frequência em um texto, ela certamente desempenha um papel importante na compreensão do todo. Se uma palavra aparece apenas uma vez, muito provavelmente não precisaremos nos preocupar com ela.

See ya.

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Steve Kaufmann fala nove línguas fluentemente e atualmente estuda outras duas. Como ele foi capaz de aprender tantas línguas? Ele descobriu o que funciona, e também o que não funciona, no aprendizado de idiomas.

Steve cresceu em Montreal, no Canadá, e graduou-se no Institut d’Etudes Politiques, em Paris, na França, em 1966. Em seguida ele entrou para o Serviço Diplomático do Canadá e representou o Canadá em Hong Kong, na China e no Japão. Em 1974, Steve abandonou o Serviço Diplomático e passou a se dedicar ao ensino de idiomas (http://www.thelinguist.com/).

Leia abaixo tradução do podcast “Your Language Adventure, Part 2″. O texto e o áudio originais podem ser encontrados no seguinte link: http://blogs.thelinguist.com/?p=101.

Eu aprendi nove idiomas. Eu sempre me divirto explorando uma nova linguagem. Eu não temo o novo idioma. Eu não tenho medo de cometer erros ou parecer estranho. Eu me sinto feliz quando eu consigo me comunicar em um novo idioma. É interessante aprender como outras culturas dizem as coisas. É uma aventura imitar novos sons. Eu me sinto como se eu fizesse parte de uma outra cultura ao menos parte do tempo. Se você encarar o seu aprendizado de Inglês como uma aventura você irá se divertir bastante. Se você se interessa por isso você irá empregar o tempo necessário para avançar de forma rápida.

Eu não posso superestimar a importância da atitude. Mas sua atitude tem uma influência determinante na forma com que o seu cérebro cria as redes neurais necessárias para se falar bem o inglês. Pesquisas científicas mostraram que uma pessoa pode mudar as ligações cerebrais apenas pela força de vontade! Você precisa estar determinado a avançar. Você precisa estar disposto a agarrar as oportunidades. Encare o aprendizado de idiomas como uma aventura que lhe trará grandes recompensas. Mas garanta a você mesmo o tempo necessário para aproveitar essa aventura. Se você fizer isso você irá se soltar e fazer grandes progressos. Depende apenas de você.

Mas força de vontade e atitude positiva não serão o bastante. Você vai precisar de muita exposição ao Inglês. Eu não me refiro ao estudo de gramática em livros ou respondendo questões artificiais. Ou até mesmo passar tempo em conversas com nativos do idioma ou em conversas em clubes de conversação. Você precisa enriquecer o seu Inglês. Para isso é necessária muita exposição, muito input.

Você precisa ouvir todos os dias. Você precisa ler todos os dias. Você precisa escutar e ler conteúdos em Inglês que sejam interessantes ou familiares para você. Este constante input é necessário para fortalecer as ligações responsáveis pelo aprendizado do Inglês em seu cérebro. A maioria das pessoas que estão estudando Inglês não ouve e lê o necessário. Algumas passam apenas uma ou duas horas por semana em contato com o idioma. Isso não é o bastante. Você precisa estar em contato com o idioma ao menos uma ou duas horas por dia!

Atualmente, você tem rádio, TV, MP3 players, Minidisk players, CD players, audio-books, e a Internet. O inglês está em todos os lugares. Escolha ouvir coisas que você gosta. Ouça coisas do seu interesse. Não importa se você está interessado (a) em comida ou finanças, carro ou computadores, hobbies ou história, viagens ou negócios, esportes ou ciência. Reserve um tempo para ouvir e ler em Inglês sobre assuntos que façam sentido para você. Se o conteúdo é interessante e familiar, você irá aprender de forma mais eficiente.

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