Eu estou muito satisfeito com o nível dos e-mails enviados para o nosso grupo de estudos no Yahoo. Leia abaixo o texto enviado pelo Deivis Silva. Aqui ele conta um pouco sobre o seu processo de aprendizado de Inglês.
It’s quite a long while that I’ve been studying English and throughout this time I’ve read lots of materials from heaps of different sources. I’ve also had a try at quite a few methodologies including the one that the student doesn’t even need to hit the book..Just take a nap and knowledge will get in his mind….bullocks..There even was a guy who claimed that he could get me to speak English in less than three months…I ran the risk..Do you want to know what the outcome was? Of course it was one more baloney from the myriad of smart alecks around. You should see that tedious, borin’ program I bought last year. I’d say one must be very “energetic” to get that piece of shit done..Anyway, It just made me come to the conclusion that it doesn’t matter your routine, methodology, approach and so forth to learn English..You will just see solid results if you like what you are doing..that’s the secret..do what you enjoy to learn English..It must be fun otherwise you will soon get bored…don’t learn it by fits and starts…learn little but always… I’d say my oral skill is quite good and Have a pretty keen listening too…because I’ve gonne the extra mile to come up with ways to practice them…. My writting skill is mediocre, though…I liked the idea of swapping knowledge and experiences by MSN, It will be good. Add me and let’s interact..I hope we can talk soon.
É isso aí Deivis, Congrats!
Quando surge um Concurso Público acontece um fenômeno interessante, todo mundo começa estudar tentando aprender as matérias pedidas no edital, tarefa árdua já que provavelmente a prova está bem próxima – 1 ou 2 meses dependendo do caso. Gente que não estuda há muito tempo, se inscreve em cursinhos preparatórios e compra um monte de apostilas. Em diversos casos até mesmo aqueles que estudam regularmente se deixam contaminar pela onda de imediatismo.
Eu não quero generalizar – mas é fato que 95% das pessoas que estão inscritas em um concurso, nem sabem que já passamos da Emenda Constitucional 45, nem o que é uma DRE. Não representam nada, estão ali porque a família pediu para tentar, porque há 15 anos um parente passou para o Banco do Brasil sem saber nada. Vai que você dá essa sorte também, né?
A propósito (by the way), li outro dia em um livro, que Picasso, ao ser perguntado por uma jovem repórter, se ele se considerava um sujeito de sorte, respondeu: “me considero uma pessoa de sorte, sim. Mas toda vez que a sorte me procura, me acha trabalhando no meu ateliê”.
[ Tempo para reflexão ]
Citei o exemplo dos concursos públicos apenas para dizer que o mesmo acontece com o Inglês. Converso freqüentemente com profissionais que estão tentando uma posição melhor no mercado de trabalho. Muitas vezes preocupados por conta de uma entrevista de emprego marcada para a “semana que vem”. Diferentemente das provas de concurso em uma entrevista não há como “embromar”, o entrevistador percebe na hora que o seu Inglês está enferrujado e que você mentiu quando colocou “Inglês Fluente” em seu Curriculum Vitae (résumé). Sorte neste caso é você não sair da entrevista com a credibilidade em baixa – vulgo “filme queimado”.
Se você quer dominar bem o Inglês - como qualquer outra área - é necessário foco e disciplina. Não espere a oportunidade de emprego surgir para você começar a se preparar. Estude todos os dias como se a sua entrevista fosse amanhã. Um dia isso será real e aí o seu sucesso estará garantido.
I hope that helps.
Hoje, no último post da série, eu gostaria lembrar da importância do professor de Inglês. Quando eu decidi estudar Inglês por conta própria (self-taught), acreditava que seria possível ficar fluente sem a ajuda de nenhum professor. Com o tempo a gente descobre que as coisas não são bem assim, principalmente no que diz respeito ao aprendizado de idiomas. Calma! Antes que vocês pensem que eu estou contradizendo o que eu falei no início da série, eu explico. Imagine que falar inglês fluentemente signifique 100%, você sozinho só conseguirá 80%. Os outros 20% só serão conseguidos com o auxílio de um profissional da área, é ele quem vai aparar as arestas do aprendizado e corrigir aquelas falhas que quem estuda por conta própria não percebe. Lógico que este entendimento só vale para quem estuda Inglês no Brasil. Quem mora na Inglaterra, por exemplo, vai aprender isso no dia-a-dia.
Um idioma é uma habilidade adquirida essencialmente por interação humana, ou seja, aprender inglês lendo textos via internet, ouvindo fitas ou mesmo conversando via Skype é ótimo, porém a fluência só é adquirida através da prática diária, através da comunicação entre pessoas. Se você já adquiriu os 80%, busque agora praticar o Spoken English na vida real, pode ser com um professor ou com estrangeiros. Talvez você tenha mais sorte do que eu, infelizmente na minha cidade eu não encontro muitas oportunidades de conversar com estrangeiros.
Espero que tenham gostado de nossa série sobre como aprender inglês por conta própria. Envie-nos sugestões e críticas nos comentários.
See you!
Posts da série:
Autodidata em Inglês (Parte I)
Autodidata em Inglês (Parte II)
Autodidata em Inglês (Parte III)
Autodidata em Inglês (Parte IV)
Depois de falar sobre a liberdade do autodidata em estudar o tema que mais lhe interessa, eu gostaria de alertar sobre os perigos que isso pode representar. A Internet é uma ferramenta fantástica para os estudantes de Inglês, isso não é nenhuma novidade, porém saber utilizá-la de forma adequada e racional é fundamental. Uma busca rápida no Google por “dicas de inglês” retorna 1.470.000 resultados. Se a expressão de busca for “curso de inglês on-line” esse número passa para 2.110.000 resultados. Portanto é notório que o que não falta é fonte de informação para quem decide estudar Inglês pela Internet, com a vantagem do conteúdo gratuito. Nesse ponto muita gente se perde, o autodidata tem que ter foco, não adianta nada acessar dezenas de sites com dicas de Inglês e não dedicar um bom tempo lendo e relendo os textos. É isso mesmo “relendo”, a melhor maneira de aprender é revisar o que foi estudado, falarei mais sobre isso em outra oportunidade.
A dica que dou é a seguinte: escolha bem os sites, blogs e podcasts que servirão de base para os seus estudos.
Confira a seguir os sites que leio e “releio”:
BBC Learning English - www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish
English Made In Brazil - www.sk.com.br
Agora os blogs:
Blog Tecla SAP - teclasap2.blogspot.com
Inglês na ponta de Língua - denilsodelima.blogspot.com
Os Podcasts que acompanho são os seguintes:
ESL Podcast - www.eslpod.com
The Word Nerds - thewordnerds.org
Isso não quer dizer que não faço uso de outras fontes na Internet, só que estes sites são o meu ponto de partida. Caso o tema que estou estudando ainda não tenha sido tratado em nenhum deles, aí sim parto para outras fontes.
Para você que vai fazer a sua lista de sites favoritos não deixe de visitar o blog da Ana Luiza o Inglês On-Line, lá você vai encontrar uma infinidade de links para excelentes blogs e sites de Inglês. Não se esqueça de relacionar o English Experts na sua lista de blogs. Ok?
Termino hoje com a seguinte frase: no mundo atual o importante não é o que você sabe, mas a rapidez com que você aprende. Pense nisso! ;-)
A quarta parte de nossa série sobre o autodidata está aqui.
Posts da série:
Autodidata em Inglês (Parte I)
Autodidata em Inglês (Parte II)
Autodidata em Inglês (Parte III)
Autodidata em Inglês (Parte IV)
Abraço.
No artigo anterior eu falei sobre as principais características do autodidata. Se você é curioso, tem atitude e é disciplinado, está no caminho certo. Mas por onde começar? Pelo fato do autodidata não seguir um plano de estudos pré-definido é muito fácil perder o foco. Para solucionar isso se lembre da famosa frase: dividir para conquistar. Quando começamos os estudos de Inglês é normal surgir muitas dúvidas e aquela sensação de “eu não sei nada”. O segredo é administrar o que não sabe e focar em temas importantes do idioma como: vocabulário básico, frases úteis e combinações de palavras. Com o tempo você vai conseguir identificar as próprias deficiências e ir preenchendo essas lacunas através da pesquisa novas fontes de informação (internet, livros ou revistas).
No meu caso, sempre que quero aprender sobre um assunto novo, seja uma linguagem de programação de computador, um novo conceito na área de administração/business ou um assunto relacionado ao inglês. Eu compro um livro, normalmente o Best Seller do tema. Só para exemplificar: recentemente eu descobri que estudar Inglês através de possíveis combinações de palavras (collocations) é talvez uma das formas mais rápidas para se adquirir fluência, principalmente morando em um país onde o Inglês é pouco falado. O que eu fiz? Corri e comprei um dos melhores dicionários sobre o tema, o Oxford Collocations. Eu tinha um problema, não dominada muito bem as combinações de palavras, agora eu tenho uma solução de 900 páginas: o Livro. Que, aliás, está aqui do meu lado esperando para ser estudado.
Confira alguns livros que poderão servir de guia para você que está começando ou já estuda Inglês há algum tempo: Inglês na Ponta da Língua, Essential Grammar in Use, Como Não Aprender Inglês e Advanced Grammar in Use. Se você tem alguma sugestão de livro é só enviar nos comentários.
O livro é o melhor amigo do autodidata. Se você quer estudar por conta própria, compre livros. A Internet é fantástica, porém se você não for cuidadoso vai acabar se perdendo nesse oceano de informações.
A propósito (by the way), esse é um ótimo tema. Aguardo você no terceiro post da série.
Posts da série:
Autodidata em Inglês (Parte I)
Autodidata em Inglês (Parte II)
Autodidata em Inglês (Parte III)
Autodidata em Inglês (Parte IV)
See you tomorrow.