É possível esquecer o idioma nativo?

Na próxima semana temos um podcast com uma convidada muito especial, ficou curioso? Então aguarde até a próxima terça-feira. Uma das coisas que ela fala no podcast é que mesmo tendo morado por muito tempo nos EUA e com um inglês fluente, após 4 anos no Brasil ela começou a esquecer o inglês.

Por coincidência ontem eu estava sem sono e acabei assistindo o Jô Soares. Ele entrevistou a depiladora Reny Ryan. Ela é brasileira, mas depois de 27 anos morando nos EUA ela estava com o português bastante enferrujado. Por diversas vezes Jô Soares teve que completar as palavras ou sugerir palavras para que ela completasse o raciocínio. Fica a pergunta, é possível esquecer o idioma nativo?

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Segue abaixo a entrevista.

Aviso: A entrevista ficou um pouco apelativa (muitos palavrões), se você é sensível, por favor, não assista.

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Aguardo comentários.

See you!

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Alessandro Brandão

Alessandro Brandão é coordenador do English Experts e do Fórum de idiomas. Trabalha também em projetos na área de Comércio Eletrônico e Ensino a Distância (EaD).

57 comentários

  • 04/12/10  
    Gudmar diz: 1

    Ótima entrevista boa para rir

  • 04/12/10  
    Gabi diz: 2

    hahahaha gostei da parte sobre ser sensível ahahhaha

    Eu não sei se é possível esquecer, mas estou na Inglaterra faz um pouco mais de um ano e já me pego não conseguindo lembrar palavaras simples em português ou então fico coisas ridículas que soam como um google translator tipo “eu não vou sair no próximo final de semana porque eu tô ‘salvando’ dinheiro” ou então “você pega as pecinhas e põe todas juntas” …sai sem pensar e é vergonhoso.
    Não tenho amigos brasileiros aqui e só falo em português com amigos do Brasil, minha família e meu namorado….o que já é bastante, mas fora isso eu sinto que não tenho já muitas palavras na ponta-da-língua.
    Admiro mais que nunca quem trabalha como tradutor ou intérprete e tem tanto conhecimento sobre outros idiomas, tudo no mesmo pacote rs

    • 04/12/10  
      Alessandro diz:

      Oi Gabi,

      Obrigado pelo seu depoimento. Você deve estar com o inglês bem afiado, que oportunidade bacana você tem de falar em inglês o tempo todo.

      Sucesso sempre!

  • 04/12/10  
    Tiago diz: 3

    Legal, vou esperar ate terça entao!

    Ja vou assistir a entrevista,
    valeu Alessandro.

  • 04/12/10  
    Carol diz: 4

    Eu acredito que essas pessoas que moram 20, 30 anos acabam ficando “no meio do caminho”. Aqui no Brasil, ficam com sotaque gringo, esquecem as palavras. Porém…lá nos US ou no país onde estão sempre haverá aquela nuance que entrega que a pessoa não é de lá – “aquele otaque lá no fundo”. Considerando, claro, a idade com a qual ela se mudou pra lá.

    • 05/12/10  
      Alessandro diz:

      Carol,

      Concordo com você, é muito difícil se passar por um estrangeiro. Uma hora ou outra a origem da pessoa aparece. Ao contrário do que possa parecer eu acho isso bacana.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços,

  • 04/12/10  
    Gil diz: 5

    Legal o video, e agora estou ancioso pelo post que vem por ai!

  • 05/12/10  
    Gabi diz: 6

    Alessandro e Carol –
    Eu também já tinha pensando sobre esses que ficam “no meio do caminho”.
    Durante essa minha temporada de estudos eu me convenci (e agora me sinto bem mais relaxada por isso) de que é simplesmente impossível de se saber todas as expressões e palavras em um outro idioma.
    O que eu tento é saber o máximo possível, mas não fico mais me torturando quando não entendo o que me disseram.
    No entanto, para quem mora há muitos anos fora, com certeza fica mais dificil de lembrar palavras em português.
    Dá mesmo a impressão de que ficar no meio do caminho é um destino inevitável.

  • 05/12/10  
    Flávia Magalhães diz: 7

    Assisti há muitos anos atrás o filme Óleo de Lorenzo, sobre um casal que tem um filho com uma doença rara. Eles moram nos EUA, mas o pai é nascido na Itália. No momento do desespero, quando o pai já não sabe mais o que fazer para salvar a vida do filho, ele esquece o inglês e só consegue se expressar em italiano.

    E já ouvi também que, com a velhice, é natural a pessoa ir esquecendo as línguas que aprendeu durante a vida e voltar a falar o idioma que aprendeu quando criança…

  • 05/12/10  
    EDMA FARRELL diz: 8

    bom dia Alessandro…eu penso que vc nao precisa divulgar tudo o que a tv produz…a entrevista apresentada foi de extremo mau gosto…existe tanta coisa boa a ser divulgada…porque perder tempo com “Nada”…Desculpe dizer isso…mas eu havia recomendado o site pra criancas e recebi algumas criticas a respeito….Obr. pela oportunidade de expressar minha opiniao. Edma

    • 05/12/10  
      Alessandro diz:

      Edma,

      Obrigado pelo comentário, vou prestar atenção nisso quando for publicar os posts.

      Abraços,

  • 05/12/10  
    Adir Ferreira diz: 9

    No meu caso aprendi certas palavras contextualizadas em inglês e não sei a tradução delas e muitas vezes o correspondente em português simplesmente não vem na hora da fala.

    Era o caso do verbo to discontinue, que não tem tradução direta para o português e sim quer dizer “parar de produzir um produto”, etc. Como também falo espanhol e arranho o francês a coisa complica ainda mais, pois tenho de ficar trocando o “código da língua”.

    Como disse Goethe, “quem não sabe línguas estrangeiras nada sabe da própria”.

  • 05/12/10  
    Erickinha diz: 10

    É incrivel ver as muitas falhas….Pelo que vi,é muito normal esquecer um idioma se não praticado,mas mesmo assim,tenho medo de terminar o curso de ingles,ficar um tempo sem falar e esquecer(dinheiro jogado fora..)

    BJkas!

  • 05/12/10  
    Susan diz: 11

    I’m an American expat living in Brazil. I have 2 siblings born here who spoke both English and Portuguese equally well. My brother left Brazil 40 years ago at age 15. He never came back or had any further contact with Portuguese speakers and now he can neither speak nor understand Portuguese. My sister left at age 18, stayed away 28 years, took a semester of Portuguese at college, came back for a visit and sounded very good, but not like a native anymore. I guess it varies from person to person and also depends on how much contact the person continues to have with the mother tongue. BTW, Alessandro, I would like to compliment you on the good work you are doing. I have enjoyed following englishexperts.com.br.

    • 05/12/10  
      Alessandro diz:

      Susan,

      Thank you for your nice comment.

  • 05/12/10  
    Cristiane McBrain diz: 12

    Muito interessante esse vídeo. Eu acho que é possível que se esqueça o idioma nativo, sim. Não completamente, mas de uma forma que chegue a prejudicar a comunicação, como quase acontece com essa mulher da entrevista.

    Pego eu mesma como exemplo: estudo inglês há mais de 10 anos e tenho contato diário com a língua nos mais variados meios (livros, filmes, internet, música, etc). Eu nunca sequer visitei um país de língua inglesa, mas é bem comum que eu esqueça determinadas palavras e expressões em português, ou use traduções ‘improvisadas’, como falar “numa base diária” em vez de “diariamente” (in a daily basis).

    Enfim, é preciso tomar cuidado com isso, e é ótimo que você tenha trazido esse assunto para reflexão no EE, Alessandro! Parabéns!

  • 05/12/10  
    Ronaldo diz: 13

    Oi, Alessandro
    Muito boa a entrevista. Esquecer outra língua é fácil. Agora, esquecer a língua materna, mesmo depois de quase trinta anos, já não sei. Talvez.

  • 05/12/10  
    SEBASTIAO CORDEIRO diz: 14

    NAO ACREDITO QUE ALGUEM POSSA ESQUECER A LINGUA DE ORIGEM….VIVO A MUITOS ANOS NOS E.U.A, E FALAMOS INGLES DIARIAMENTE, NEM POR ISTO ESQUECI O PORTUGUES…….ABRACOS

  • 05/12/10  
    Rafael Isquierdo diz: 15

    Eu assisti a entrevista!!!
    E aconteceu uma coisa interessante. Se o Alessandro não falasse que ela era brasileira, eu estaria pensando até agora que ela era americana. Realmente ela esquecia muito as palavras em português, sem contar o sotaque americano muito forte, por isso achei que ela fosse americana.

  • 05/12/10  
    maria alice diz: 16

    OF COURSE NOT!!!!!!……..Nobody forgets the native language,especially as an adult.In the meantime,I believe you can make some mistakes,you can forget some words,because there’s no use enough.

  • 05/12/10  
    Juliana Vessecchi diz: 17

    Acho que esquece sim… não totalmente, mas tem coisas que a pessoa não lembra, ou confunde.

  • 05/12/10  
    Silvana diz: 18

    Sinceramente, eu concordo que esquecemos algumas poucas palavras sim, eu moro fora ha 3 anos e nao cheguei aqui com ingles fluente, hoje ja considero que falo um bom ingles e muitas vezes nao consigo lembrar de uma palavra que quero falar em portugues, naquele momento…eu acho que isso e natural, imagino com mais de 20 anos????

  • 05/12/10  
    Maitê diz: 19

    Então, assim como essa mulher, eu lembro de uma entrevista que a Gisele Bündchen concedeu uma vez pro Fantástico. Já faz um tempo, mas lembro que ela falava um português truncado e recorria muitas vezes ao inglês. Acho que não se trata de esquecer o idioma, mas sim as palavras, pela falta de uso. Entretanto, fiquei bem surpresa com o comentário da Susan. Pelo que eu entendi, o irmão dela de fato esqueceu o português, é isso mesmo? Não julgava ser possível, de fato bem interessante. Ah, outra coisa que queria apontar, que acho que já até foi citado em um dos comentários, é a prosódia da mulher, bem mais pro inglês do que pro português. Acho que até é uma boa escutar o jeito “diferente” que ela entoa as frases, pra treinarmos a prosódia inglesa. ;)

  • 05/12/10  
    Mallu Cunha diz: 20

    Bom, eu não achei a entrevista apelativa e nem que disseram tantos palavrões, pelo contrário, foi aceitável dentro do contexto da conversa. Seriam palavrões se eles começassem a falar fora de contexto e para ofender alguém. Fazer uso de eufemismo para falar de partes íntimas(como fiz agora) respeita pessoas que não se sentem confortáveis em ouvir tais termos. Mas todos nós temos essas “partes íntimas”, sem exceção, então isso não deveria ser um tabu nos dias de hoje.
    Um abraço.

  • 05/12/10  
    Alcioneide diz: 21

    Rídicula essa moça.Ninguém esquece seu idioma tampouco fica com sotaque.Basta ver Sérgio Mendes que está lá há mais de quarenta anos e não mudou em nada seu sotaque.Fala da mesma maneira de quando saiu daqui.Isso é coisa de gente pobre que quer dar uma de gostosa e que gosta de desprestigiar seu país.Sem palavras…péssima!

    • 05/12/10  
      Alessandro diz:

      Alcioneide,

      Acho que não é bem assim, acredito que você exagerou um pouco.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços,

  • 05/12/10  
    Jefferson diz: 22

    Amei, o post. muito interessante.
    O comentário da EDMA e sem fundamento, por que avisa no post que tem palavrões. Só assiste quem quer, e essa entrevista é muito interessante e traz uma boa questão pra se discutir.
    Minha primeiro língua a aprender foi o espanhol, depois comecei a aprender ingles e esse ano comecei a ter aula de Italiano. e realmente tem hora que te dá um branco de que lingua é determinada palavra. é muito engraçado. Lembro que estava conversando com uma amiga minha em espanhol e sem mais nem menos eu estava misturando o espanhol com o italiano e ela comessou a não entender o que eu estava dizendo e eu pensando que era por que ela não sabia muito o espanhol, aí eu mesmo traduzia. só depois de +- 1 hora foi que eu percebi que as palavras estavam em italiano. desse dia em diante, sempre tenho vergonha de conversar com ela em espanhol, pois fico envergonhado dela pensar que uso o italiano por que não sei o espanhol. kkkkkkkkkkkk
    Fora, muitos que mistura português com espanhol, isso geralmente acontece com todo mundo no inicio do curso.

  • 05/12/10  
    Milena Mota diz: 23

    rsrs Impossível não sorrir, muito, muito bom! Adorei o post do vídeo, a intenção foi mostrar a dificuldade da fala, o esquecimento do idioma, mas o tom da entrevista foi o mais divertido. Adorei assistí-la.
    Abraços

  • 06/12/10  
    Rodrigo diz: 24

    Eu morei por 5 anos (2004-2009) no interior da Inglaterra em York, onde na epoca, tive contato maior com os nativos, pouquissimo contato com brasileiros e isso fez com que eu pudesse aprender mais rapido, e sempre querendo absorver mais e mais.

    Este contato direto proporcionou-me o sotaque daquela regiao, nativos as vezes nao acreditavam como eu pude absorver algo tao peculiar em pouco tempo, confesso que e muito bonito o Yorkshire accent.
    Recebendo esses elogios, me deixava mais seguro dentro do cotidiano, a adaptacao foi alem do meu esperado.

    E este convivio direto, deixou o portugues de lado, meu pensamento, sonhos, tudo em geral era apenas em Ingles, Ligava para o Brasil e via dificuldade em conversar, assim como na entrevista acima, pensava antes de colocar palavras em portugues, isso me deixava confuso, perplexo e as vezes morria de rir no telefone, lembro que quando liguei para um amigo, eu nao lembrava como falar “prawn” em portugues, detalhe tive de explicar o que era, mas “camarao” nao vinha na mente, foi hilario.

    Durante 9 meses minha tia morou, e o contato em casa frequente, me ajudou a “pensar” em portugues, mas havia situacoes engracadas.

    Sim, ha essa possibilidade de esquecer o idioma nativo, mas pra isso exige tempo e muita dedicacao em aprender em si, o idioma. Ou por algum outro motivo. Meu dicionario, nao era Ingles-Portugues, eu usava o English Thesaurus.

    Eu por exemplo, queria ter o pensamento de um nativo, viver a vida como eu viveria no meu pais de origem e, por consequencia meu portugues meio que desapareceu.

    Hoje, vivendo no Brasil ha 1 ano, ainda tenho dificuldades (poucas) em me expressar por palavras, o que tem me ajudado mais e a leitura.

    Parabens pelo Blog. Otimo post e senti obrigado a compartilhar minha experiencia.

    Abraco

  • 06/12/10  
    Yumi diz: 25

    Acho possível sim de esquecer a língua nativa, caso se não praticar com freqüência. E isto é como retornar por exemplo, à atividade de escrever, desenhar, pintar, cantar e outras.

    Eu aprendi o português aos dez anos com bastante dificuldade porque no lar era obrigada a falar em língua mãe. Depois voltei ao país de origem permanecendo por doze anos falando em japonês, inglês e espanhol.

    A língua inglesa no Japão é inclusa no cotidiano em leitura de jornal, revista e mídia em geral. Não se usa cem por cento da língua nativa como no Brasil. Já o idioma espanhol aprendi durante a convivência com os argentinos.

    Não esqueci totalmente o idioma português, mas as palavras que se usa pouco ficaram adormecidas no cérebro. Quando voltei ao Brasil fiz curso pré-vestibular direcionado à faculdade federal onde a técnica de redação é extremamente rigorosa durante um ano para recapitular o português direcionado. Hoje penso em português e para não esquecer a língua mãe faço anotações em japonês e inglês.

    Muito bom esse post! Alguns termos chulos que se falam no vídeo fazem parte do conteúdo da entrevista.

    Sucesso!

  • 06/12/10  
    Patrícia Sales diz: 26

    Parabéns pelo post. A entrevista é ótima. Só para enfatizar: uma coisa é você morar fora e sempre falar sua língua materna, no caso dela percebe-se que ela usa pouco a língua materna então acho fácil adquirir o sotaque e esquecer algumas palavras, mesmo porque a fala é algo que muda constantemente. Concordo com o comentário do Jefferson, há um aviso, assiste quem quer.

  • 06/12/10  
    Adriana diz: 27

    Realmente quem lida com dois ou mais idiomas às vezes se confunde mesmo. Em relação à pessoa que falava espanhol e não italiano, posso dizer que são dois idiomas que são bem fáceis de se misturar. Sou professôra de inglês e espanhol e, tive uma aluna que era ótima no espanhol, até que começou a estudar italiano. Depois disso, sua fluência desapareceu e ela não falava nem idioma nem outro. Comentando isso com uma pessoa que também falava as duas linguas, ela me disse que estudar os dois ao mesmo tempo não é boa idéia, pelas semelhanças que atrapalham muito.

  • 06/12/10  
    Iara diz: 28

    Adorei o vídeo, super engraçado!

    E é engraçado também o fato de as pessoas se esquecerem. Outro caso é o do Dr. Rey, cirurgião plástico que foi pros Estados Unidos ainda criança. Ele fala português, mas às vezes também tem dificuldade em se expressar.

    Muito interessante! É só uma pena pensar que para se tornar totalmente fluente em um idioma, provavelmente a gente tenha que esquecer um pouco de outro.

    Abraço!

  • 06/12/10  
    Jedson diz: 29

    Eu acredito que seja possivel sim esquecer o idioma nativo.
    Assim como algumas pessoas que mudam de região aqui mesmo no Brasil e acabam perdendo o sotaque da sua região de origem.

    É minha opinião.

  • 06/12/10  
    Alcioneide diz: 30

    Alessandro!
    Tu já viste um imigrante falar sem sotaque embora morando há muitos anos no Brasil?
    Isso não existe.Com certeza essa moça tem sotaque e fala inglês como qualquer brasileiro que para lá vai residir.
    Continuo com a mesma opinião,quis fazer charminho,só isso…
    Alcioneide

    • 06/12/10  
      Alessandro diz:

      Alcioneide,

      Tudo bem! Todo mundo tem o direito de expressar sua opinião.

      Obrigado pelo comentário.

      Bons estudos!

  • 06/12/10  
    Adriano Acioli diz: 31

    ADOREI o vídeo, altas comédias!! rs
    Depois dessa vou pensar em ficar acordado mais tarde para assistir o gordo. rs

  • 06/12/10  
    Reny Ryan diz: 32

    Obrigado a todos voces que gostaram da entrevista.
    Quanto ao meu Portugues estar “enferrujado”, va voce sentar se naquele sofa com luzes e cameras a sua frente, sabendo que ha milhoes de olhos pregados em voce e aposto que mesmo falando apenas Portugues voce gaguejaria.
    Participar do programa do Jo e o sonho de muita gente e ate mesmo artistas os quais estao acostumados ao assedio do publico confessam que sentem os joelhos tremerem ao serem entrevistados por ele.
    Quanto aos palavroes confesso que tambem fiquei surpresa ao ouvi-los mas esse e o Jo Soares humorista que todos conhecem e se voce se propoe a assistir o show deve preparar seus ouvidos e rir junto com ele e com o povo brasileiro.
    Voltando ao assunto de pauta, nao acho que e possivel esquecermos nossa lingua nativa pois apesar de estar fora tanto tempo, quando nao estou nervosa as palavras fluem naturalmente.
    Uma vez mais obrigado a todos que assistiram minha entrevista.
    Com carinho,
    Reny

    • 06/12/10  
      Alessandro diz:

      Reny,

      Muito obrigado por ter deixado aqui o seu depoimento. Muito interessante ver a pessoa citada no post que acha o artigo e comenta. Parabéns pela entrevista, ficou muito divertida.

      Só por curiosidade como você chegou no EE?

      Abraços,

  • 06/12/10  
    renatho diz: 33

    I’m Afraid of it kkkkkk.

    Bom acho impossivel esquecer o idioma completamente… mas é possivel esquecer palavras… e perder o sotaque… mas o idioma por completo acho que não…

    KKK imagina o book dessa mulher antes e depois kkkkkkkkkkk ta de sacanagem kkkkkkkk.
    muito bom kkkk …

  • 06/12/10  
    Reny Ryan diz: 34

    Uma amiga do Rio me mandou porque falava sobre a minha entrevista.
    Voltando ao assunto sobre o idioma, realmente notei no video como falo o Portugues carregado e nao e “charminho” nao pois ja passei da idade.
    Talvez o fato de ter crescido no Sul e estar falando Ingles por tantos anos seja a razao.

    • 06/12/10  
      Alessandro diz:

      Reny,

      Eu sei que não é charminho. Não concordei com que falou isso.

      Obrigado mais uma vez pelo seu comentário. Você como escritora não teria interesse de fazer um post aqui no EE sobre a sua experiência nos EUA? Como você aprendeu inglês? Acho que seria muito interessante para nós estudantes de inglês.

      Abraços,

  • 06/12/10  
    Matheus de Souza diz: 35

    Sim, é possível, e conheço um exemplo vivo. Uma mulher paraguaia, com quase 40 anos de idade. O idioma nativo dela é o guarani, e até os 12 anos ela disse que só falava guarani. Aprendeu a falar espanhol quando foi morar um Assunção. Depois de alguns anos ela veio pro Brasil e aprendeu português.

    Hoje, ela tem quase 40 anos de idade e, segundo o que ela diz, praticamente desaprendeu a falar guarani. Lembra de uma coisa ou outra e só.

    Depois de tantos anos sem praticar o idioma, a gente esquece, mesmo sendo nativo. Eu não esqueço o português porque fico o dia inteiro exposto ao idioma, conversando, ouvindo as pessoas falarem, assistindo televisão, lendo revistas e livros, etc…

  • 07/12/10  
    Tatiana Dutra e Mello diz: 36

    A Reny tem um bom portugues, e tem mesmo um pouco de sotaque do sul do Brasil…não forçou a barra, não, ela fala conforme na entrevista. Não vi a tal ferrugem citada por alguem nos comentários.
    Para ser franca, acho que ela foi até muito bem durante a conversa com o Jô–considerando que hoje em dia fala ingles a maior parte do tempo–sempre tentando achar as palavras certas e só uma ou duas vezes usou o equivalente em ingles. Há brasileiros no exterior que depois de um ano deixam 60% do português nativo de lado, e acabam falando portuglês, “língua” que infelizmente só pode ser entendida por outros brasileiros em situação de vida semelhante (vivendo fora do Brasil e com domínio razoável da língua inglesa).

  • 07/12/10  
    Adriano Acioli diz: 37

    O legal da entrevista é que a Reny fala exatamente como uma americana… but in portuguese! A entonação, a alegria, o monólogo, o modo de falar..muito legal! :D

    Já para algumas pessoas, falta experiência de vida..no dia que chegarem em um país maravilhoso, fizerem a vida, ótimos amigos, acordar e indo dormir escutando e falando inglês 24 por dia, durante décadas.. talvez vá entender.
    Até lá é continuar achando “charminho”..

  • 07/12/10  
    Maria Teresa diz: 38

    Sim, é possível, pois meus pais são do Cairo – Egito, e vieram para o Brasil em 1958. Qdo aqui chegaram tinham posse de de 4 idiomas: o árabe, o italiano e o grego e ainda o francês. Hj, dominam o português e esqueceram praticamente td. Eu tb sou um exemplo de uma certa forma de que isso pode acontecer, pois sendo filha de imigrantes,na convivencia com eles oralmente aprendi o italiano e falava muito bem. Depois de adulta, deixamos o português dominar nosso cotidiano e sinto que entendo muito bem qdo falam comigo,mas já me expresso menos que antes, pois não morando mais com eles, já não pratico tanto. Entretanto , sofro menos para entender o italiano: idioma que nem estudei ,mas convivi e partilhei , vivenciei do que com o inglês que estudei,mas não convivi, não vivenciei e não ando escutando,praticando regularmente como deveria…
    Bem, obrigada pela oportunidade de participar e parabéns pelo seu excelente trabalho e de toda equipe. M. Teresa – RJ

  • 07/12/10  
    Tatiana da Matta diz: 39

    Conheco a Reny ha muitos anos…achei a entrevista otima. Conheco varias brasileiras do interior de Sao Paulo, Minas e ela, do Parana. Acho q o sotaque vem muito mais dai. Elas tem um “rrrr” natural. Acredito tambem q algumas pessoas tem uma capacidade natural de absorver melhor a maneira correta de pronunciar as palavras. Lembro q tinha um colega de colegio q a professora de frances nao acreditava q ele nao tinha nenhuma familiaridade com a lingua devido a excelente pronuncia quando falava em frances Esquecer as palavras tambem eh algo normal na sua propria lingua quando se esta numa situacao de pressao, estresse. O q acontece eh q palavras q usamos diariamente diretamente ligada a profissao q exercemos tende a vir em ingles, mesmo quando estamos falando portugues. Curiosidade para vcs q estudam isso: no primeiro ano q meu filho comecou a frequentar o colegio, a professora me disse q ele tinha sotaque em ingles apesar de ser fluente em ingles, sua lingua nativa. Eu so falava em portugues com ele em casa, portanto o sotaque dele nao foi decorrente do meu. O interessante eh q ele tambem falava portugues com sotaque de americano. O sotaque em ingles sumiu…o em portugues..eh o proprio gringo kkkkkk.

  • 07/12/10  
    Rouseman diz: 40

    Achei o podcast bem legal…
    e tambem acho possível esquecer o idioma
    nativo, desde de que não aja mais o contato com ele. creio tudo aquilo que apredemos um dia pode ser esquecido desde que não pratiquemos mais ou tenhamos pouquíssimo contato!

  • 08/12/10  
    Luciana diz: 41

    acho possível sim, esquecer o idioma materno, eu mesma tenho dificuldades em me expressar em portugues, porque em casa, desde criança meus pais falavam outro idioma, e estudava numa escola bilingue, a comunidade em que eu vivia não falava o portugues, isso criou uma certa ‘confusão’, até hoje em conversas meus interlocutores tem que completar as frases pra mim, outras pessoas acham que estou fazendo charme, mas elas não sabem o quanto é constrangedor não conseguir completar uma frase principalmente em conversas com pessoas estranhas

  • 09/12/10  
    eni diz: 42

    Reny, eu vi sua entrevista e gostei muito pela sua descontraçao e para falar de um jeito legal sobre a depilaçao que para muitas mulheres è bem desconcertante, parabèns.
    Gostaria de fazer um Curso de depilaçao artistica, mas aqui è quase imposivel, vc poderia me indicar algum livro , apostila etc…nunca pensou em fazer algo do genero para pessoas como eu que estao longe do Paìs e gostariam de crescer nessa area?
    Beijao e obrigada, meu e-mal è:
    eniandrade@yahoo.com.br

  • 09/12/10  
    Tarcio diz: 43

    Eu assisti esse programa do Jo… fui muito engraçado!

    Agora dizer que é possível esquecer o idioma nativo.. acho que não. embora como o Jó, perguntou dela: “Você pensa em inglês?” ..

    Abraços
    Tarcio

  • 10/12/10  
    stefany silva diz: 44

    quando ficamos muito sem usar o idioma, é normal esquecer, acredito que a pessoa se não tiver mais contato com o idioma nativo, pode sim perder diversas propriedades, mas não acredito que esqueça completamente.
    Eu sei que não faço questão de esquecer o meu idioma não, sou mais o meu do que o deles!

  • 10/12/10  
    stefany silva diz: 45

    “E já ouvi também que, com a velhice, é natural a pessoa ir esquecendo as línguas que aprendeu durante a vida e voltar a falar o idioma que aprendeu quando criança…”

    Nossa flávia, deus me livre esqueci os idiomas que lutei pra aprender uma vida inteira…

  • 14/12/10  
    Tacila diz: 46

    e possivel sim..eu amo falar ingles..mas tb n gostaria d esque’cer meu idioma…imagina..
    kkkkkkk
    como eu iria falar com meus pais? rrrrss

  • 14/12/10  
    Junior(Futuro fluente em inglês se Deus quiser) diz: 47

    É incrivel, apesar de ser brasileira, ter o português como indioma nativo, é perceptivel um sutaque no português dela. Após mais de vinte anos nos EUA o inglês dela com certeza deve ser como o de um nativo.

  • 15/12/10  
    Reny Ryan diz: 48

    Oi Eni, Apesar de nao ter mencionado no show, eu dou aulas de Brazilian Bikini Wax aqui na California. As escolas de estetica me chamam pois nao ha quem ensine as alunas do jeito correto. Minhas classes vao alem da depilacao pois quando se oferece um tratamento de beleza tao intimo quanto o Brazilian voce precisa saber conquistar a confianca da cliente e saber o que esta fazeno para evitar acidentes os quais podem fazer com que voce perca sua licenca de esteticista.
    Aqui ha uma supervisao rigorosa nos saloes para proteger o cliente e nao se pode praticar sem ter terminado o curso que requer 600 horas e passar o exame do estado da California o qual e o pesadelo de muita gente por ser muito dificil (mas voce pode tentar again and again until you pass). I would love to be able to help you and perhaps I should consider going to Brazil for that purpose. I will let you know when that happens.
    Cheers,
    Reny

  • 15/12/10  
    Marcus Vinicius diz: 49

    Eu assisti a entrevista dela também, e foi muito legal, inclusive me chamou a atenção, apesar dela ser brasileira, o sotaque carregado e por vezes ela tentava buscar a palavra correta em portugês. Very cool!