Seguindo o raciocínio do
Daniel, é assim que eu vejo a coisa: o "do" inglês e o "do" português significam coisas diferentes.
Pensando em inglêsESTRANHO: Ela é a mulher mais atraente
[que vem] do (
from) mundo.
NORMAL: Ela é a mulher mais atraente
[que está] no (
in) mundo.
Pensando em portuguêsESTRANHO: Ela é a mulher mais atraente
[que vem] do mundo.
NORMAL: Ela é a mulher mais atraente
[que faz parte] do mundo.
NORMAL: Ela é a mulher mais atraente
[que está] no mundo.
Uma coisa que dá certo comigo: não foco tanto em aprender as preposições separadamente (
in, on, at, ...) mas em aprender as ideias (
in the world, on earth, at the same address, from her country) formadas pelas palavras, que é mais ou menos o mesmo que estudar
collocations.
Mas em vez de decorar collocations - o Oxford Collocations Dictionary tem mais de 9 000 páginas em tamanho A4 - é melhor aprender as ideias à medida que você vai lendo.