Pessoal
Relendo o relato do João Abrantes, me pergunto se o mesmo não é professor
particular. Porque, se for, nada dos conselhos do Donay vai funcionar

João, se for isso mesmo, me permita dar a visão inversa, ou seja, do aluno. Qdo fiz aulas particulares há um tempo atrás, o professor apareceu com uma lista de regrinhas para serem cumpridas, o que eu achei super profissional da parte dele. Lá tinha regras pra cancelamento e reposição de aula, sobre o pagamento, etc. Vou ver se ainda tenho esse docto e faço um resumo aqui. Isso é legal pq faz o aluno ter um certo respeito pelo trabalho do professor, e não só aquela noção de "vc está sendo pago e não tem que me exigir nada".
O que posso dizer da
minha experiência é que fazer aula particular dentro da empresa
não funcionou. Muitas vezes o prof. tinha que vir me buscar na minha sala, eu nunca "desligava" completamente das pendências/preocupações do serviço pra me "ligar" na aula, além de que a qquer momento eu podia ser chamada por alguém pra resolver algum problema urgente. Além disso eu peguei amizade com o professor e a gente mais papeava do que estudava - pro meu bem e pro dele, desisti e fui estudar numa escola bem longe do escritório.
Fiz a besteira de indicar um grupo de alunos de uma empresa pra esse professor. Daí um dia ele me contou que o pessoal faltava demais e não estava nem aí com nada. Ele conversou com eles, deu uma chance. Passou-se um mês e nada de melhora. Ele simplesmente mostrou a lista de espera que ele tinha (gente provavelmente mais interessada em estudar), deu tchauzinho e se foi. (Bons professores de inglês normalmente têm uma considerável lista de espera, pelo menos aqui em SP).
No seu caso, João, se vc foi contratado pela empresa do tal executivo, que tal sugerir ao RH da empresa que o funcionário apresente periodicamente um relatório de aproveitamento das aulas, como condição para continuar a ter o benefício? Isso é bom pro aluno (que vai ser forçado a estudar), pra empresa (que vai saber que não está gastando dinheiro à toa), e pra vc (que finalmente vai poder sentir seu trabalho mais valorizado).
Fazer um cronograma de metas e comparar 'previsto' com 'realizado', justificando de quem foi a culpa por não atingir as metas, e mostrando isso pro aluno, talvez tb possa ajudar.
Pensando bem... se eu fosse professora eu ia ser BEM chata!

Por fim, apenas pra defender um pouco seus aluninhos desinteressados: cada um tem seu ritmo, e imagino que seja natural para um professor comparar o desempenho do aluno A com o do aluno B. Porém, isso nem sempre dá certo. Quem me vê aqui no fórum não tem noção do quanto eu sou lenta pra estudar, e já escrevi num outro tópico que eu já abandonei um curso numa escola mega renomada (Cel Lep) porque não consegui acompanhar as aulas. Portanto, veja se o problema não é excesso de informação, ritmo inadequado, ou até mesmo a questão do ambiente, como eu já mencionei aí em cima.
hope it helps