Um guia para quem estuda inglês por conta própria via Internet







Gabi escreveu:Não acredito que o Tiririca se candidatou [e ficou] com a maioria de votos,comparando-se com todos os outros estados.
http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/o-complicado-coeficiente-eleitoral/ escreveu:
Candidatos que tiveram votação expressiva ganharam, mas não levaram.
Pode? Pode sim, e é lei do Tribunal Superior Eleitoral. Segundo este coeficiente, os votos pertencem ao partido, e não ao candidato.
Que tal descomplicar? Acompanhem o exemplo: Vamos imaginar uma cidade com 100 mil eleitores para 10 vagas de vereador. Neste caso, são necessários 10 mil votos para eleger um vereador. Sendo assim, se um partido conquistou 40 mil votos ele teria direito a quatro vagas na Câmara. Fácil não?
Um exemplo real nesta eleição foi o candidato Tiririca do PR em São Paulo: Tiririca recebeu um número de votos significativo, foram 1.353.820. Este número expressivo elevou o “status” eleitoral do PR, fazendo com que a proporção de votos do partido chegasse a quatro cadeiras. Ou seja, Tiririca “levou” outros três colegas de partido à cadeira da câmara.
Em contra partida, no Rio Grande do Sul o coeficiente eleitoral fez com que os 129.501 votos de Luciana Genro (PSOL) para deputada federal valessem menos que os pouco mais de 28 mil conquistados por Alexandre Roso (PSB).
O eleitor, na realidade, quando vota em um candidato, está apenas ordenando, dentro do partido, aqueles que poderão conquistar uma vaga nas câmaras estadual ou federal.



Usuários registrados: adri21, Almeida, betaobnu, Bing [Bot], Dearka, DiegoLopes, Dourado, Google [Bot], Google Adsense [Bot], juanpablorj, Kikabsb, marcoszero, orochi, samuel