Intercâmbio na Nova Zelândia: investimento, cursos e mais

Olá Pessoal! Acabei de chegar da Nova Zelândia em específico Auckland. Resolvi resumir em um único post minha experiência e processo do meu intercâmbio, assim aqueles que estão com este objetivo, podem obter mais informações e ficar atentos para algumas coisas que descobrimos só quando chegamos lá. Então vamos por etapa:

O Processo

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O processo para NZ é bem simples com relação ao visto. Não é necessário pagar e ele é obtido quando você chega no país, é difícil ter problemas se você tiver com toda documentação em mãos:

  • Passaporte válido (isso parece óbvio, mas se você tirou um passaporte há 3 anos é bom verificar a foto, se tiver muito diferente recomendo tirar um novo, é mais barato fazer isso do que ser deportado);
  • Leve pelo menos $1.000,00 para cada mês. Pode ser em espécie ou cartão de crédito, no cartão leve algo que comprove o saldo disponível. Se for VTM, aqueles do tipo pré-pago, você mostra o comprovante que a empresa de câmbio fornece que não tem problema;
  • Comprovante da acomodação e matrícula da escola (sua agência deve enviar isso 2 dias antes da viagem);
  • Comprovante do Seguro: se não tiver pode dizer que vai fazer na escola, eles aceitam, pois é lei ter o seguro e sabe que a escola não vai deixar um aluno lá sem seguro, então, mesmo sem seguro, na hora do visto você passa, pois é garantido que será feito, uma vez que ao chegar na escola, eles enviam toda sua documentação de imigração tais como: xerox do passaporte e seguro. A única vantagem de fazer o seguro antes é que você viaja com ele para caso de problemas. O ruim do seguro é que para acioná-lo, é muito complicado. Parece que é de propósito isso.

Sobre o Investimento

Separe aproximadamente 8 mil reais, levando em conta que você quando chegar lá não vai pra todas as baladas e também não vai fazer todos os esportes ou atividades radicais. Se for, aumente esse valor e muito. Descer a SkyTower, custa media $100,00, algo de 5-10 min. Claro, pra quem gosta de adrenalina é excelente. Eu não gosto disso. Só em subir a SkyTower as pernas já estavam tremendo quando olhava para o chão. Separe:

  • Valor do passaporte 150,00 reais (caso não tenha);
  • Passagem aérea 3000,00-3.500,00 reais dá pra dividir em até em 8x no cartão;
  • Curso, se for standard 20 aulas por semana 3000,00 – 3.500,00 reais;
  • Se ficar em casa de família host-family com duas refeições R$ 1.000,00 reais (isso vai ser colocado dentro do valor do curso);
  • Dependendo da época que for separe uma grana pra comprar roupas por lá, é quase impossível não comprar pois é mais em conta que aqui. É possível economizar bastante.
  • Grana pra gastar para 1 mês, na NZ no mínimo 2 mil. Eu recomendaria levar uns 3 mil. Pois, seria interessante viajar nos finais de semana e 3 mil, você vai viajar muito. Lá na escola, montavamos grupos de 5 e alugávamos um carro, fazíamos as compras em um supermercado e pronto. No final entre alimentação, hospedagem, aluguel de carro etc, com cinco pessoas ficava entre 150,00 e 180,00 para cada um, isso ficando de sexta-feira até domingo viajando. Se for pelas agencias locais que tem parceria com a escola não sai por menos que 220,00 e normalmente vão para o mesmo local que você vai com seus amigos. Lá o acesso aos locais é gratuito, você só vai gastar com as atividades que deseja fazer. É onde eles ganham grana, uma vez lá, o cara fica empolgado e gasta os dólares, porque as opções são muitas.

Sobre a Nova Zelândia

O país é maravilhoso, muito seguro, pessoas educadas, organizado, limpo e tudo funciona por lá. Principalmente o sistema de transporte público. É excelente. Os ônibus são pontuais e você é que está sempre atrasado caso tenha perdido o ônibus 2 minutos após ele ter passado. Há um cartão que você pode comprar em qualquer lojinha, que custa $120,00 válidos por 30 dias, assim você usa ilimitado, só é vantagem para quem mora longe e tem que pagar 3 stages, pois em espécie isso custaria 5,00 dólares. Lá o valor da passagem não é padrão, você paga com base em quantos stanges você precisa. Tem gente que pagava $1,00 porque irá descer 1 ou 2 pontos mais na frente. Eu tinha o cartão, porque morava longe do centro levava uns 50 minutos no horário comercial. Nos finais de semana, apenas 30 minutos.

A noite não é tao agitada, apenas às quartas-feiras tem uma balada no “Margaridas” e Mexican Café. Sexta-feira e sábado é bem difícil achar festas legais como as citadas anteriormente. A entrada é gratuita e só se paga o consumo. São os locais com a cerveja mais em conta em Auckland. $5,00.

O inglês na Nova Zelândia

Pessoal, é excelente. Os nativos falam muito claramente, usam pouco regionalismo em termos de vocabulário dá pra entender bem. Na minha escola todos os funcionários eram nativos. Os estudantes de vários cantos do mundo. O mais difícil de entender são os japoneses, coreanos, chineses e árabes. Mas, com o tempo vai pegando o jeito, pois pra eles é bem complicado a pronúncia, mas eles mandam até bem.

Enfim, pensar em português por lá, é difícil, no inicio é comum você fazer confusão e querer falar em português, a primeira semana foi assim. Depois você pega o ritmo e nem lembra mais do português, eu já ficava conversando em inglês como língua padrão.

Sobre o Curso

Estudei na LSI e achei bem legal, os professores são de fato professores e não aqueles que completam salários. Possuem experiência na área e as aulas são diferentes em cada nível, dinâmicas e cada dia um assunto novo, com tópicos diferentes, nunca se repete ou deixa algo para o dia seguinte.

No nível upper-Intermediate nós discutíamos vários assuntos e dali íamos trabalhando um ponto da gramática. Fora a conversação com o colega do lado ou em grupo.

A escola lá tem aulas no período da tarde, que são chamadas aulas de conversação. Eu não as recomendo para quem está no nível upper-Intermediate ou superior. O motivo é que são aulas bem “fraquinhas” para quem já fala bem. Não pela escola, mas os alunos que vão para essas aulas a maioria deles são pre-intermediate. Então, para quem tá no upper-Intermediate fica fácil. Eu após minha aula ia para biblioteca, fazer os exercícios, estudar o assunto e o que foi discutido. Depois disso ia para rua, visitar pontos turísticos ou ficava na Student Room da escola batendo papo com outros alunos. Não precisa perguntar se era em inglês ;-). Durante a noite eu aproveitava para conversar com minha família e assistir o noticiário. Como meu objetivo foi melhorar meu listening e speaking, não gostava de ficar preso em livros de gramática ou coisas do tipo. Até ler meus e-mails e responder eu evitava para não ter contato com o português, só abria para ver se tinha algo de importante da minha família aqui no Brasil, do contrário deixei todos para serem lidos quando voltasse.

Sobre a Família

A família é legal, eu pelo menos tive sorte, pois outros alunos tiveram problemas e a escola fez a troca. A minha família era da áfrica do Sul, mas já moravam na NZ há 10 anos e tinham uma vida estabilizada por lá. Então, foi bom pois tinham uma pronúncia um pouco diferente dos nativos e aí mais um obstáculo que eu deveria superar e ainda tinha o fato deles serem nativos da Africa do Sul e não tinha inglês como segunda língua. Eles adoravam o Brasil e consequentemente os brasileiros. Eu era tratado como um filho mesmo, enfim em família. Eu escolhi ficar com família, exatamente por isso, para ter alguém pra bater papo de noite e evitar ficar isolado, é mais caro custa em media 220,00 dolares por semana, mas não deixa de ser outro tipo de investimento além do curso. Quando ia retornar para o Brasil eles compraram um presente e fizeram uma carta, dizendo que eu deixaria saudades. Quando cheguei no Brasil eles tinham mandado um e-mail dizendo que estavam tristes e a casa não era mais a mesma. E que meu Host-father teve no meu quarto na noite passada, e ficou caminhando por lá e falou que estava com saudades. Puts! Não resisti e liguei pra eles, pois eu também estou com saudades de tudo, do país, dos amigos que fiz lá e deles também. Pra ser sincero não queria voltar não.

O Pós-intercâmbio

Eu não sei se alguém já falou aqui de pós-intercâmbio, mas eu falei brincando com a agência que eles deveriam ter avisado sobre o pós-intercâmbio, pois é pior que o pré-intercâmbio. Quando você passa por tudo e já está acostumado com o ritmo, o idioma e tem que voltar para a realidade do país de origem, você fica triste. Eu ainda não consegui colocar minha vida nos trilhos, não gosto de ver as fotos, pois bate uma vontade de voltar e ficar por lá mais um tempo. É algo muito forte, principalmente se o intercambista desfrutou bem a viagem, que foi meu caso. A sensação após o intercâmbio é algo ruim, porém bom de sentir, que você fica sem saber o que fazer e só pensa no país e no que estava fazendo uma semana atrás.

Enfim, é triste, mas se prepare pra isso, eu não imaginava que a volta seria ruim. Mas, estou aqui tentando tocar minha vida, sem pensar, em cada dia que vivi naquele país que foi marcante na minha vida e que nunca mais vai se repetir, principalmente as pessoas que conheci na hora certa no lugar certo, isso é o pior.

Estou disponibilizando algumas fotos e um vídeo de uma parte da aula. Gabriel´s Class. Enjoy.

See you!

Sobre o Autor: Camilo Lopes trabalha para IBM como Analista de Sistemas em projetos Internacionais. Vem estudando inglês desde janeiro/2008. Mais informações sobre o seu intercâmbio estão disponíveis em camilolopes.com.br.

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Autor Convidado

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66 comentários

  • 20/10/10  
    João B. L. Ghizoni diz: 1

    Hey, teachers of English, I’ve just watched the video (Wednesday evening) and am amazed at the amount of TTT (teacher talking time). We teachers who study the theories of teaching a language are bombarded with laws which say the class is intended for the STUDENTS, so THEY must be the focus; THEY must be the ones who should have most of the speaking time — to practice, to learn. The teacher should ask the students for examples.

    Another point that called my attention is the fact that the teacher is sitting! Maybe it’s part of their culture, but teachers in Brazil are told to seldom sit down; after all, they’re busy with the students virtually all the time, so no time for sitting down. Working sitting down doesn’t show me that the teacher is willing to work. It gives me the impression that he/she is tired or unwilling to teach… Sorry if I’m too demanding, but that’s my opinion.

    We saw five minutes of a class: how many of those five minutes did the studens really speak? Most of them didn’t say a single word!

    That’s why I become very upset when some people say that having a native speaker as a teacher is far better than having one that is not a native speaker of the language being learned…

  • 21/10/10  
    camilo lopes diz: 2

    ola joao,
    entendo essa sua visao, foi a que eu tive assim que cheguei por la, mas eh normal, as aulas nao bem diferentes daqui do brasil e bem descontraidas, sem falar que eh uma metodologia diferente, é por isso que eu digo se nao tem um bom ingles, principalmente listening, o aluno fica sem entender nada nas aulas do Upper-Intermediate. Aqui no brasil nao vejo isso nas escolas de alunos ficarem conversando o tempo todo nao, o importante nao eh conversar o tempo todo, e sim quando conversar saber como conversar, la qdo acontecia isso na sala, era sempre para explicar uma alguma coisa com propriedade e ai que o ingles entra em ação, explicar algo de forma clara, objetiva e ainda acertar no ingles, isso é a parte mais dificil no processo de aquisicao, falar poucas palavras com outro colega eh simples e nao agrega nada, mas discutir um tema, ou conta sua experiencia em algo, eh bem diferente e isso era o que tinha mais. E uma coisa diferente daqui, os alunos sao educados, quando tem um falando ninguem conversa nao, presta atencao de fato, nos brasileiros, sempre na sala estamos batendo papo, com o colega do lado com maior frequencia. no meu site http://www.camilolopes.com.br há outros videos.
    Eu concordo com vc, que esse mito de dizer que se aprende ingles so com nativo. Isso é um mito, é mais facil aprender com um BOM professor brasileiro, pois a base do ingles nao é tao simples de explicar, porem quando vamos aumentando o nivel o contato com o professor nativo vai fazer a diferença e vai ser uma especie de revisao do que vc viu na fase inicial, eu vi alguns assuntos de gramatica por lá, sendo explicado por um nativo, é bem diferente do que aprendi com meu professor aqui no brasil, achei mais dificil se nao soubesse nada, e ia ficar refem de ir para uma gramatica e aprender e dali saber colocar dentro da comunicação. Enfim, se o aluno nao entende bem, nao adianta ter aula com nativo, pq ele vai passar a entender pelo contexto e nao pela lingua em si.
    abracos,

  • 21/10/10  
    Alex diz: 3

    Muito bom o seu post, parabens….estava lendo outros posts no forum sobre intercâmbio e encontrei um sobre visto negado, esse caso aconteceu com vc ?
    todo investimento que vc fez vc perdeu ( passagens aereas, matricula na escola) estava querendo ir para o Canadá no meio do ano que vem, mas depois q vi o post no forum fiquei com medo

    abrço.

  • 21/10/10  
    camilo lopes diz: 4

    ola alex, isso eu tive o visto negado para o canada e por isso foi para NZ e nao estou arrependido ja que fui para ter contato com ingles e lá nao tive dificuldades. Vc nao perde o valor 100%, mas há multas, que somando a multa de cancelamento da matricula, agencia nao devolve as taxas, muda de seguro, multa das passagens area, fora o dinheiro para conseguir o visto, girou proximo aos 2 mil reais. teve uma multa de passagem area que deu quase 500,00. Mas, serviu de experiencia, para NZ nao tive isso, so o valor que paguei de multa dava para eu ficar mais 1 semana na NZ, mas como tudo tem a primeira vez, agora aprendi.
    Negaram o visto por eu nao ter vinculos sociais fortes aqui no brasil, alias isso segundo o consulado, apresentei tudo para o consulado canada, imoveis no meu nome, carta da ibm, comprovante q estava de ferias, investimentos q tenho no país, passagem aerea de volta etc. enfim nao faltou um documento, e ainda fiz uma carta explicando o motivo da viagem e pedindo o visto, mas nao teve solucao.
    nem quero lembrar do canada, nem faço questao de ir pra la mais.
    abracos,

  • 22/10/10  
    Fabiana diz: 5

    É isso mesmo Camilo, temos que lutar para conquistar nossos sonhos e eu lutei viu … ahuahuaha juntei dinheiro por um pouco mais de dois anos e deixei tbm de comprar algumas coisas, dar uma apertada no orçamento só pensando na viagem e valew mto a pena, pq afinal era meu sonho! Com certeza temos que lutar por ele, nõ podemos pensar “puxa, meu pai pena que isso é loucura, gastar uma grana por pouco tempo” mas o sonho que está em jogo é o seu, por mais que ele te ama ele tem os sonhos dele e você os seus. Não culpe ninguém por um sonho não realizado.
    Eu ainda não acredito que estive lá, parece um sonho ahuahuah se alguém me contasse eu não acreditaria, mas daí eu vejo as fotos, vejo que era eu mesma que tava lá … é engraçado!
    Sobre falar com brasileiros eu fiz a mesma coisa. Evitava ao máximo. Fiz alguns amigos sim, mas só conversávamos em inglês … Sempre que rolava alguma possibilidade de falar em português eu falava pro pessoal : ” gente não viajei mais de 10.000 km pra falar português, vai !” e a gente caía na risada rsrsrsr Eu fugia do português.
    abrçs

  • 22/10/10  
    Fabiana diz: 6

    Esqueci de falar ….É importnte ter uma base no inglês mesmo, assim coo você comentou … Por isso nesse tempo que eu tava juntando dinheiro corri atrás estudando em livros de escolas que tinha feito curso pra relembrar algumas coisas, clao, sempre estva lendo o English Experts, conversava pelo msn com amigos de fora, nuca parei e isso me ajudou mto…Cursei lá no Advanced e aproveitei bastante, entrava nas rodas de conversa ia na biblioteca e ia tbm nos passeios da escola, pq conhecia alguns nativos, conversava coisas do dia-a-dia, de certa forma aplicada a gramática, mas sem forçar sabe? Eu acho legal dividir o tempo, não só ficar estudando senão seu cérebro cansa e não absorve nada, mas eu não saia sempre, só á tarde com os professores da escola e os alunos para ficar ali por perto e conhecer a cidade. Eu estudei na Languages International e amei, é uma ótima escola!

  • 22/10/10  
    Priscila diz: 7

    Uau,

    adorei o post.
    Fiquei com vontade de ir tb!

  • 22/10/10  
    Francine diz: 8

    Invejaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!

  • 23/10/10  
    will diz: 9

    Muito legal a sua história! Agora eu acho que sei onde farei meu futuro intercâmbio. NZ

  • 24/10/10  
    Stéfano diz: 10

    fala Camilo td bom cara? Estive na NZ em março deste ano, mas fiquei em Christchurch e por 3 semanas apenas, mas foi suficiente pra ser inesquecível.Concordo com tudo que vc disse a repeito e assino em baixo .Também tive sorte com a familia, e eram nativos mesmo.Lá estudei na escola Dominion e aprendi bastante.

    Tenho saudades de lá,tanto do lugar como dos amigos que deixei.

    abraços

  • 25/10/10  
    Natália diz: 11

    Olá, Camilo! Tudo bem? Você se importaria de dizer por qual agência você foi, por favor?
    Quero fazer um intercâmbio, pra NZ ou Austrália! Beijos!

  • 25/10/10  
    Fausto diz: 12

    Olá Camilo,
    Muito legal essa experiência de intercâmbio. Venho alimentando uma poupança para fazaer o mesmo. Vi no seu site q vc optou por NZ por ser mais em conta. Pelo que vi com uns 15 mil reais da pra ir tranquilo, o que vc acha? Se possível gostaria que vc falasse mais sobre os custos totais, incluindo tudo. Seria interessante falar mais sobre isso, pois assim, nos poderíamos ter uma idéia mais palpável do total desse grande investimento. É isso si Camilo, parabéns.

  • 26/10/10  
    Viní diz: 13

    I liked too, Now I’m thinking in ZN….
    Hugs

  • 28/10/10  
    camilo lopes diz: 14

    opa! pessoal! bem eu fiz pela bil intercambios, no meu site tem até informacoes sobre ela que eu postei, como foi meu processo, vejam em ‘post mais recentes’. E acabei sendo convidado por eles para dar uma palestra no dia 06/11 em sp, quem quiser aparecer :D.
    A respeito dos custos, no meu site camilolopes.com, tem um post que falo isso lá com detalhes, nao dar para colocar tudo, pois tem coisa pequena, coloquei o ‘grosso’ do money. Rpz, 15 mil dar ficar mais de 1 mes, tem coisa que vc pode parcelar e nao precisa pagar a vista, como passagem aerea, essa nao tem desconto tanto a vista ou a prazo, entao eh bom parcelar, tem que ser um bom economista e saber o que pode parcelar ou nao, entao passagem eh custo, e custo s/ juros se parcela, o curso nao tive descontao à vista, entao parcelei, comecei pagar 6 meses antes da viagem. E o ponto chave é o dinheiro pra levar lá se for ficar 30 dias e quiser curtir pra vale 4 mil, dar e sobra + 3 mil do curso dar uns 7 mil, a passagem vc vai pagando parcelando em parcelas de +- 300,00 por 8x hehe. eu fiz isso so para levar mais grana e poder curtir a vontade, primeiro viajo depois eu pago hehe.
    Entao se vc tem 10 mil, ja era pra ter viajado a muito tempo. Eu nao vejo que pagar tudo a vista com bons olhos, pois eh uma grana que impata no orcamento, exceto se tiver com ele fogado. nem sempre pagar tudo a vista é a melhor opcao, tem q ser analisado e nunca podemos agir pelo ego ‘eu so compro a vista’.

    Pow ChristChurch é uma maravilha eu vi por fotos antes do terremoto hehehe, ja pensei em ir la, so sei de uma coisa ruim bem menor que auckland ne? hehe nem fale, nos amigos que fazemos por la e que possivelmente nunca mais veremos. é o mais triste de tudo é o retorno…
    flw! :)

  • 01/11/10  
    Bruno César diz: 15

    Poxa que massa, eu tambem curso analise e desenvolvimento de sistemas e gostaria de saber de alguem desta area que tambem faz intercambio!!!

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