Mãos à obra!

Oi pessoal, passados os ensaios iniciais vamos ao que realmente interessa o estudo de idiomas, no nosso caso o inglês. Não é necessário um trabalho estatístico para constatar que a maioria das pessoas que concluíram o curso de inglês em escolas de idiomas não fala a língua do tio Sam a ponto de se comunicar bem com um estrangeiro nativo do idioma.

Segundo o idph.net, oitenta a noventa por cento das pessoas que estudam ou estudaram idiomas estrangeiros (especialmente a língua inglesa, para nós, os brasileiros) não falam ou dominam o idioma! Oitenta a noventa por cento das pessoas que verdadeiramente falam inglês, em nosso país, não aprenderam sentados num banco de escola de idiomas!

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Isso nos leva a pensar se estamos tomando o caminho certo. É difícil acreditar que com apenas 2 horas semanais um aluno é capaz de aprender um idioma cheio de nuances e variações como é o caso do inglês, onde eu seria capaz de dizer, que a regra é uma exceção, ou seja, existem tantas variações que no final das contas as regras gramaticais contam pouco. Talvez eu esteja sendo um pouco radical, mas é mais ou menos isso que acontece. Daí vem aquela sensação de que quanto mais se estuda menos se sabe.

O objetivo deste Blog não é oferecer um método “revolucionário” de aprendizado de idiomas, como muitos prometem, mas de ser um meio discussão e troca de idéias. Portanto sinta-se a vontade para comentar os posts e me enviar sugestões de assuntos a serem abordados.

Vamos começar pelos artigos (the, a, an), que parecem ser muito simples, mas que podem nos confundir. Termino hoje com um ditato Chinês que diz o seguinte: “A long journey starts with a single step”, ou seja, “Uma longa jornada começa com um único passo”.

However, let’s get our hands dirty.

See you soon.

Aprenda mais

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Alessandro Brandão

Alessandro Brandão é coordenador caseiro do English Experts e do Fórum de idiomas. Trabalha também em projetos na área de Comércio Eletrônico e Ensino a Distância (EaD).

4 comentários

  • 19/10/06  
    clev@o diz: 1

    let’s go

  • 05/02/09  
    Claudio Rangel Machado diz: 2

    Voce tem razão, ainda vou mais longe, eu acho que não há muito interesse nos cursos de idioma em que as pessoas aprendam inglês com mais rapidez. Eu digo isso porque os cursos oferem dois dias na semana com mais ou menos 1:30 hs. de aula. Como alguém pode aprender um idioma com tão pouca aula? Ficam Cozinhando o “galo no fogo baixo” para conseguirem mais dinheiro que puderem dos alunos obrigando-os a ficarem por 8, 10 anos em um curso, quando que poderia ser em muito menos tempo. Por que não são os 5 dias da semana? Não existe um plano de aula e nem uma metodologia de ensino que nos faça ter um aprendizado com mais base e acompanhamento. Fica sendo um ensino superficial, que não condiz com a realidade daquilo que precisamos para o nosso dia-a-dia na comunicação e escrita do idioma.

  • 14/02/09  
    SANDRA diz: 3

    OLÁ PESSOAL SOU NOVA POR AKI CONHECI O SITE HA APENAS 3 DIAS, MAS CONFESSO ESTAR MARAVILHADA COM AS INFORMAÇÕES QUE ENCONTREI AKI. NÃO TENHO NADA DE INGLÊS E POR CONTA DA FACULDADE RESOLVI APRENDER, SO QUE TENHO 2 OPÇÕES OU PAGO A FACULDADE OU O CURSO DE INGLÊS. COM A 1ª OPÇÃO MAS VOU APRENDER INGLÊS E SEI QUE VOU CONSEGUIR ESTOU ME ESFORÇANDO E TENHO CERTEZA QUE VOU CONSEGUIR. ESSE É APENAS MEU 1º POST DE MUITOS.

  • 15/11/09  
    Bruno diz: 4

    “Daí vem aquela sensação de que quanto mais se estuda menos se sabe.”

    É engraçado. Se pararmos para analisar o significado de fluência em um idioma, poderemos perceber que fluência nada tem a ver com saber regras e mais regras gramaticais por exemplo, mas ser capaz de comunicar-se com eficiência. Somos fluentes na língua portuguesa, mas não sabemos todas as regras do nosso idioma. Como estudante de inglês, alemão e espanhol, notei que se nos debruçarmos cem por cento no estudo de regras, estaremos perdendo tempo. Eu sou um defensor da teoria que o cérebro se adapta a uma situação qualquer, a chamada plasticidade cerebral, onde nossa mente busca reconhecer os novos simbolos aprendidos. Realmente, conheço pessoas que estudam em boas escolas de idiomas, mas na hora de colocarem o que aprenderam em prática deixam a desejar.
    O grande segredo é sentir o idioma, fazer do aprendizado um ato de prazer não de tortura e angustia como muitos estudantes de idiomas fazem. Com calma e dedicação, mais cedo ou mais tarde, a fluência é adquirida.