Mitos e Verdades no Aprendizado de Inglês – Parte 3 de 3

Este é o terceiro artigo da série Mitos e Verdades no Aprendizado de Inglês.

MITO 3: Posso aprender inglês em 3 meses

Aprenda inglês com as técnicas de quem já passou pelo processo. Experimente Grátis por 30 dias o Curso de Inglês do English Experts 3.0.

Não há fórmula mágica para se aprender inglês. O segredo é estudo, experiência e paciência. Toda vez que alguém me pergunta quanto tempo se leva para aprender uma língua, respondo que por volta de 1000 horas. E quanto tempo isso leva? Depende de quanto tempo por dia você dedicar ao idioma. Dedicando 1 hora de estudo diário (descontando os finais de semana), você vai demorar por volta de 3 anos para aprender inglês. Essas 1000 horas podem ser dividas entre as habilidades de que você necessita e muitas delas podem ser “gastas” de maneira prazerosa ou inconsciente – assistindo à TV americana/inglesa, a filmes, jogando RPGs, lendo sua revista preferida, num chat com gringos(as), entre muitos outros.

Sendo o inglês uma língua natural, orgânica, que se altera com o tempo, com o local e de acordo com as necessidades dos falantes, é impossível criar fórmulas matemáticas milagrosas para se aprender a estrutura, a pronúncia ou o uso da língua inglesa. A estrutura da língua inglesa é repleta de regras e igualmente de exceções – basta observar o uso, por exemplo, das preposições para denotar as partes do dia: “in the morning”, “in the afternoon”, “at night”. Os usos de uma língua têm uma lógica inerente, mas não perfeita. No que diz respeito à pronúncia, em especial, a barra fica mais pesada ainda.

Por volta do séc. XV ocorreu, na Inglaterra, um fenômeno que conhecemos hoje por “The Great Vowel Shift”. Por razões que ainda estão sendo estudadas, as pronúncias das vogais se alteraram. O que era pronunciado [‘na.me] passou a ser pronunciado [neym]; o que era pronunciado [‘wi.fe] passou a ser pronunciado [wayf] e o que era pronunciado [how.ze] passou a ser pronunciado [haws]. Portanto, a pronúncia do inglês se desenvolveu, mudou, mas a ortografia continuou a mesma. O linguista irlandês David Crystal costuma dizer que a ortografia do inglês denota “five hundred years of a linguistic mess”, pois é repleta de exceções e inconsistências fonéticas. Compilar, hoje, uma tabela que proponha uma fórmula para a pronúncia de qualquer palavra em inglês e que parta do princípio que a escrita é a representação da fala e que não se altera no tempo é absurdo. Para aprender a pronúncia de uma língua como o inglês, a maneira mais prática é ouvir a pronúncia por um nativo (ou alguém que as pronuncie corretamente) e imitá-la.

Para aprender inglês sozinho, sem o auxílio de um professor, o importante é procurar bons materiais, que certamente existem na malha cibernética ou editados e impressos. Atenção especial deve ser dada à prática, pois, segundo pesquisas, a repetição de erros ao falar ou escrever pode piorar o seu inglês. Para a prática das habilidades de falar e escrever, o ideal seria obter auxílio de alguém mais experiente para corrigi-lo, pois um erro fossilizado é muito mais difícil de se eliminar.

Em suma, para se aprender inglês (ou qualquer outra língua) é necessário tempo – para se adquirir novas informações e processar as antigas. Acelerar esse processo pode ser cognitivamente estafante, emocionalmente decepcionante. Therefore, you’d better take your time.

É, não é nada fácil aprender inglês. Mas, como toda atividade intelectual ou motora complexa, como aprender um instrumento musical, entender física quântica, fazer uma cirurgia cardiovascular, compreender a fenomenologia de Heidegger ou pilotar um avião, o sentimento de dever cumprido e de satisfação ao dominar essa habilidade é muito maior. Aprender inglês abre as portas e janelas do mundo – o fim justifica plenamente esse meio sofrido e pouco célere.

Bons estudos!

Outros artigos da Série

Sobre o Autor: Rafael Lanzetti é Mestre em Linguística Aplicada/Tradução pela UFRJ, professor de cursos de gradução e pós-graduação nas áreas de Tradução, Linguística e Estudos Culturais. Trabalha com formação de professores de línguas estrangeiras há 10 anos. Nas horas vagas, é músico e produtor de trilhas para filmes e jogos.

Aprenda mais

Gostou desse artigo? Conheça o Curso de inglês English Experts e descubra como você pode turbinar o seu inglês.

Receba mais dicas de inglês como esta por E-mail, Twitter, RSS feed ou Facebook.

25.jpg

Autor Convidado

Este artigo foi escrito por um Autor Convidado do English Experts. Confira o nome do autor no rodapé do texto acima. Seja um colaborador, clique aqui e saiba como participar.

34 comentários

  • 22/09/10  
    Flávia Magalhães diz: 1

    Apesar de achar que poderia ter sido explorado mais a fundo o fato de que aprender inglês em três meses é praticamente impossível (pelo menos para uma pessoa que vive no Brasil e leva uma vida “normal”, ou seja, não passa o dia inteiro estudando), eu gostei bastante da abordagem e principalmente do link ref. ” a repetição de erros ao falar ou escrever pode piorar o seu inglês.”

  • 23/09/10  
    Flávia Magalhães diz: 2

    Ahhhh…. o desenho do The Flash ficou excelente ;)

  • 23/09/10  
    Alexandre diz: 3

    Eu nunca tinha pensado nessa possibilidade de que a “prática dos erros” poderia solidificar os erros.
    Portanto, pra quem tá aprendendo pela net, o ideal é sempre que for praticar, praticar onde possa ter feedback. E pedir feedback sempre.
    Obrigado pela dica.

  • 23/09/10  
    Jhonatan diz: 4

    Muito, muito bom. Todas as três partes. Já tinha assistido alguns videos do Lanzetti e várias coisas citadas aqui tbm são citadas nos vídeos (como The Great Vowel Shift). Só uma coisa eu não entendi: no começo do texto fala que é o segundo artigo. Não seria o terceiro??

    • 23/09/10  
      Alessandro diz:

      Jhonatan,

      Sim. Este é o terceiro artigo, obrigado por avisar.

      O texto já foi corrigido!

  • 23/09/10  
    cleonice diz: 5

    Rafael, parabéns pela matéria. Vem perfeitamente ao encontro do que eu penso. Você é fera, cara….
    Parabens English Expert, Ale, por divulgar.Abraçao, Cléo.

  • 23/09/10  
    Thiago R. Moreira da Silva diz: 6

    Muito Obrigado por mais essa serie. Cada vez mais eu me sinto disposto a aprender essa lingua maravilhosa que é o ingles. Simplismente Fantastico!

  • 23/09/10  
    LaPingvino diz: 7

    Olá,

    Eu acho engraçado ver um artigo sobre um ‘mito’ que pra mim foi um fato. Agora falo Português um pouco mais que um ano, e posso te dizer que já desde o começo desse tempo eu estou seguindo este blog, e entendendo bastante (acho que já respondi aqui outra vez).

    Agora eu falo 9 idiomas, e com a maneira certa para aprender com certeza é possível. Para ver respostas a todos ‘mitos’ que você deu aqui no blog de English Experts, veja o blog de Benny Lewis (http://fluentin3months.com – ah que irônia doce :P).

    Falo 9 idiomas no momento, e se sabe como pode aprender de verdade, não é tão difícil não. Assisti um curso de inglês no Brasil e tive a oportunidade para falar em inglês com o grupo, depois também assisti uma aula normal. Nessa aula normal eu senti dor de cabeça porque eu estava me preparando para falar inglês aí mas a única coisa que eu ouvi bastante foi Português. Eu reclamei sobre isso que todos falaram no mesmo momento e em Português só, e só tive como resposta que isso é normal aqui! Oi, pode ser assim, mas assim não aprende nada. Eu tive conta de coisas que aprenderam nessa aula, e no final foi uma palavra só, nada de comunicação, tinha menos coisa para ler do que num bilhete de avião e muito pouca oportunidade para ouvir o idioma.

    Se quer aprender inglês de verdade, pare de fazer coisas que não são inglês e comece a usar o idioma de verdade!

    Obrigado pela sua atenção,

    Joop Kiefte, 21 anos, Holandês

  • 23/09/10  
    João B. L. Ghizoni diz: 8

    Mr. Lanzetti, thanks for one more nice article.

  • 23/09/10  
    The freedomly. diz: 9

    That’s true. Actually somebody who is diven into a foreign language for speaking it, the earlier he, or she is put into its contact, the better acquisition will get.
    According to Chonsky’s theory, all we have what he calls the ‘input”, which it is a system that all the people have the capacity to develop, or learning a foreign language but as being someone’s mother tongue, but it only will happen in case that a person when a babe, from his, or her age zero, until their three years old, then can get an idiom as a second language, but being their mother tongue, so after this time, it endsup being hard to obtain it, as their mother tongue, i mean then a foreign language will be in fact their second language. Another topic about talking a foreign language is, that the later someone is interacted with a foreign language, however, living in the native country spoken idioms, though, pronuncing the words correcty and with perfection, but the spoken language keeps talking with accent, which i mean by that, the accent is its scary, the language scary, that will may be taken too long time to heal it, or it will never more cure it.
    I loved this topics concerning to this myth.
    Thanks very much.

  • 23/09/10  
    Wellington diz: 10

    Muito boa a serie de artigos.
    Realmente não dá pra aprender inglês da noite para o dia. O negocio é se dedicar mesmo !!!!

  • 23/09/10  
    Daniela diz: 11

    so smart this article, I loved it!

  • 23/09/10  
    Marciel diz: 12

    vc é bom mesmo. vc é o ( Cara ).

  • 23/09/10  
    Jhonatan diz: 13

    Depois que li essa matéria dei uma verificada nos links e fiquei meio preocupado com a questão do aprender sozinho e aprender errado (antimoon.com). Vi que tenho mesmo que correr atrás de alguém pra me passar esse feedback. É um assunto que gera discussão porque ao mesmo tempo que os erros podem ajudar, podem atrapalhar.
    Mais uma vez, obrigado ao pessoal do EE. Valeu!!

  • 23/09/10  
    Marcio Rodrigues diz: 14

    Gostei muito do comentario, isto me anima bastante a continuar estudando, pois comecei a pegar firme desde janeiro/2010, meu objetivo é daqui a 2 ou 3 anos estar bem no ingles.

  • 23/09/10  
    Márcia Leivas diz: 15

    Concordo com a maioria dos comentários e, apesar do pouco tempo que me cadastrei neste site, tenho tido boas surpresas. Por elas só tenho a agradecer. Entretanto, no final do primeiro parágrafo me vi diante de uma nota talvez distoante, quando o autor diz: “Esta última atividade pode inclusive lhe render uma viagem gratuita ao exterior para um “intensivão” (as brasileiras encontrarão aí mais facilidade que os brasileiros).” O que exatamente o sr. Rafael Lanzetti quis dizer? Estava se referindo as oportunidades proporcionadas, digamos, pela consciência social de alguns norte-americanos ou apenas registrando uma piada preconceituosa?

  • 23/09/10  
    Daniel diz: 16

    Very good!!!

  • 24/09/10  
    Maria luiza Esteves Moreira diz: 17

    aprendi muitas palavras lendo páginas do dicionário de inglês, from A to Z.

  • 24/09/10  
    Midiã diz: 18

    Embora o artigo tenha sido bom, percebi um pouco de ironia nesta parte: “lendo sua revista preferida, num chat com gringos(as), entre muitos outros. Esta última atividade pode inclusive lhe render uma viagem gratuita ao exterior para um “intensivão” (as brasileiras encontrarão aí mais facilidade que os brasileiros)”. Não gostei, me pareceu um desrespeito as mulheres brasileiras, pode ser que o autor não tenha pensado dessa forma, mas devemos ter cuidado com o que escrevemos.

  • 24/09/10  
    Daniel Almeida diz: 19

    Olha o texto algumas partes sao boas, outras nem tanto, sobre as regras gramaticas, precisamos sim aprende-las e entende-las, pois sem ela e impossivel falar o ingles corretamente. Todos os cursos de ingles seja ele na net ou mesmo numa escola, ensina sim as regras, eu vejo um monte de pessoas na internet dizendo q nao precisamos estudar regras pra aprender ingles, mais se vc compra o curso deles, pois e, ai vem as benditas regras, mais sobre as regras precisa entender que todas as regras tem excecoes. e qualque pode aprender ingles em 3 meses, depende de onde vc mora, muda pra um pais que fale ingles, sem nenhuma pessoa pra comunicar em portugues. eu conheco um australiano q em tres meses aprendeu portugues, e se comunica normalmente com a nos brasileiros, porque simplesmente ele foi atraz do objetivo dele. Sobre “in the morning” in the afternoon” e ” at night” Por que isso.
    simples quando usa o “in” vc especifica o momento, repare q quando usamos o in quer dizer de manha ou a tarde, agora quando dizemos “at” nao especificamos o momento AT NIGHT, pode ser a qualquer hora da noite. essa e a difença.

  • 24/09/10  
    Luana Silveira diz: 20

    Otimo artigooo !!!Ninguem aprende em meses uma lingua.

    Concordo plenamente !

    O segredo para aprender qualquer lingua nada melhor que praticar muito mesmo, pois so praticando adquirimos cada vez mais experiencia .

  • 24/09/10  
    Mázio Ribeiro de Souza diz: 21

    O sítio Antimoon tem coisas maravilhosas.

    Obrigado,

    Mázio

  • 24/09/10  
    João B. L. Ghizoni diz: 22

    Lots of different comments, hey?

    First of all, I’d like to ask the ladies not to be offended by Mr. Lanzetti’s sentence that they replicated. Come on, girls! Is it not true that many people use the internet to chat and maybe find their “twin soul”? Or are you naïve enough to think it is a myth? You don’t need to feel offended! And I’m sure it happens more often to women (offers) than to men. I’m not being chauvinist, just commenting on a fact.

    Secondly, I must congratulate the Dutch guy on his comment. Man, you write better Portuguese than most Brazilians!

    Thirdly, as to Daniel’s comment (I’m sorry to say this, Daniel), your explanation is kind of weird. You say that IN conveys the idea of a more specific time than AT. Where on earth did you learn that? You say that “in the morning” is more specific than “at night”. Okay, let’s think that one morning is shorter than one night. But, on the other hand, we say AT Christmas, AT Easter, which are each ONE DAY long! Often we try to make complicated things easy, but we have to be very careful…

    Fourthly, I don’t want to bootlick English teachers here, but I do suggest that those who teach themselves English hire a teacher, at least for some hours (if the learner has got a really good level) so they can have their pronunciation and intonation checked by a real professional in the ELT field.

  • 24/09/10  
    Claisa diz: 23

    Acompanho o Englishexperts há alguns anos e realmente gosto de quase tudo que é publicado. Esta é a primeira vez que estou postando um comentário porque acho que realmente precisamos da explicação referente ao “intensivão” para brasileiras. Sr Rafael Lanzetti o que o senhor escreveu é realmente o que nós entendemos? Se sim, é uma lástima !Exploração sexual, racismo e preconceito são crimes que devemos combater e não exibir.

    • 24/09/10  
      Alessandro diz:

      Claisa,

      Eu acho que foi uma brincadeira sem conotação sexual. Vamos tentar não fazer uma tempestade em um copo d’agua, por favor.
      Para evitar mais discussões tomei a liberdade de remover a parte do texto que pode ser encarada como ofensiva.

      Abraços,

  • 24/09/10  
    Marcia Sucupira diz: 24

    Ler a materia sobre mitos e verdades me libertou para o aprendizado do ingles bem como do frances e espanhol, linguas que eu também gosto de estudar. Hoje eu tenho mais paciencia com meus resultados.

  • 24/09/10  
    Rodrigo diz: 25

    Otima materia! parabens! no começo dos meus estudos, ficava muito anscioso para aprender mais e mais o quanto mais rapido possível! agora tenho dado mais tempo ao tempo. Aprender pouco mais com qualidade. acredito ser mais interessante do que sair atropelando tudo, e ficar frustado no fim sem dominar o que gostaria de saber!

  • 24/09/10  
    Márcia Leivas diz: 26

    Coordenador Alessandro, apesar da resposta ser dirigida apenas à Claisa, e não a mim(16) e à Midiã (19) que registramos comentários com o mesmo conteúdo, gostaria de pontuar que não se trata de “tempestade num copo dágua”. Não banalize, por gentileza.Trata sim, de marcar um posicionamento muito claro contra um dos maiores males históricos de nosso país: o preconceito’sexista, que junto ao racismo e a corrupção, retardam uma realidade distinta da q/ observamos hoje em nosso país
    Graças a pequenos , médios e grandes deslises aparentemente sem importância, muitas teorias e ações são observadas aqui e em outras cantos. Assim como eu , penso, que Claisa e Midiã, aguardam uma simples retratação do sr. Lanzetti , assim como esperamos tb não nos depararmos c/ conteúdos similares neste espaço.
    Abraços cordiais.

    • 25/09/10  
      Alessandro diz:

      Márcia,

      Só acho que o autor quis usar um pouco de senso de humor, no entanto algumas leitoras se sentiram ofendidas. Como compartilho do mesmo pensamento seu sobre racismo e preconceito, removi a frase polêmica do post.

      Espero que agora a gente possa continuar os estudos de inglês.

      Abração,

  • 27/09/10  
    ivonise cruz diz: 27

    Senti-me aliviada ao ler a materia, por que quero muito aprender a lingua, mas as dificuldades sao grandes.Falar e ouvir e o maior entrave. Obrigada por todas as dicas.

  • 16/10/10  
    Vergilina(Nina) diz: 28

    I’ve been studying Eglish five years. But a have a lot dificult.The English Expres is my help very well.
    Tank you!

  • 17/10/10  
    Rafael Inacio diz: 29

    Muito bom este texto.

    Estudar sozinho realmente é muito complicado. Eu estudo sozinho e já sofri muito.

    Como escolher um bom material se não temos conhecimento da língua?

    Como escolher um bom áudio para treinar listening e speaking se não sabemos praticamente nada sobre o idioma?

    Isso tudo complica MUITO o auto-estudo.

    MAS com um pouco de esforço, o estudo se torna possível.

    Na semana passada recebi um Americano aqui no Rio. Ele não falava nada em português, mas falava bem o espanhol. O GRANDE problema é que não sei NADA em espanhol nem se quer sei ouvir. PARECE grego. rs. Então tivemos que nos virar no inglês.

    No primeiro dia eu fiquei muito nervoso porque eu não sabia como seria a conversa. Nunca tinha colocado meu inglês a prova. Mas tudo funcionou bem. No último dia, já conversávamos com muito mais facilidade. Eu entendia mais o que ele falava.

    É claro que eu errava algumas coisas. É impossível lembrar todas as regras e expressões. Mas a maioria dos meus erros eram corrigidos por mim mesmo ou normalmente eu já questionava após errar para saber o correto quando ele não me corrigia.

    Foi incrível. É ótimo ver essa evolução. Acabo de ouvir um áudio sobre séries de TV aqui no site. E foi super simples.

    Há um ano, esses áudios eram terríveis pra mim. Chegava a me dar uma depressão por não entender.

    Mas pra quem tá estudando, eu digo: Não pare de estudar! Vai ter uma hora que tudo vai fazer sentido. As dificuldades em memorizar palavras, até música, não vai mais existir. Você perceberá que tudo vai ficando meio repetitivo. É incrível.

    Fica a DICA!

    No fim, tudo vai depender de você e do seu esforço. Seja sozinho ou num cursinho.

    Quer falar e ouvir em inglês???

    TREINE! FALE sozinho, OUÇA sem se preocupar em reconhecer todas as palavras. Fique feliz ao reconhecer frases e palavras… É sinal que seu cérebro já começou a reconhecer o idioma.

    Espero ter ajudado!

    É assim…

  • 18/10/10  
    Daniela diz: 30

    Muito bacana!

    Sou teacher e uma aluna me indicou este texto, e é exatamente o que dizemos aos alunos. O contato é essencial e temos que aproveitar todos os meios que temos de fácil alcance. Tem coisa melhor do que assistir Friends ou escutar U2 no fim do dia? Isso tudo acelera muito o processo.
    Mas a fala precisa ser treinada e o que podem parecer exercícios sem graça dentro da sala de aula são a chave para uma boa pronúncia.

    Comecei a aprender muito cedo e sempre estou aprendendo coisas novas, mas percebo que tenho muito mais facilidade por assistir TV só em inglês e por minhas bandas favoritas serem americanas ou inglesas. Ganhei muito vocabulário com isso.

    Parabéns pelo blog
    Have a great week!

  • 18/10/10  
    Gisele diz: 31

    Excelente seus artigos sobre Mitos e Verdades! Muitas vezes, por inseguranca e por nao focar um objetivo torna-se dificil a aprendizagem. Os seus textos ajudam muito! Parabéns!