O Inglês Britânico e o Americano em choque

Caros leitores do English Experts! Sou professora de inglês há quase 10 anos, me formei em letras há pouco tempo e trabalho com tradução. Nunca tinha viajado para o exterior e conseguia me virar muito bem com o que eu sabia de inglês. Acontece que sempre estudei o inglês americano e sempre tive um certo desprezo pela pronúncia do inglês britânico.

Acontece que agora estou aqui no Reino Unido, mais precisamente no País de Gales. Cheguei há quase um mês, e acreditem, me choquei com tantas diferenças, não só de culturas, mas também com a pronúncia e os termos que diferem no inglês americano e no britânico.

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Sendo assim, no segundo dia no País de Gales, fui à cidade para me adaptar ao clima e às pessoas. Fiquei chocada quando percebi que eu não entendia as pessoas e elas muito menos a mim. Depois de alguns dias e de assistir muita TV a cabo compreendi que tudo o que eu havia estudado só se aplicava ao inglês americano. Ou seja, quando eu assistia aos programas americanos eu conseguia compreender muito bem, mas quando eu tentava assistir a um programa, por exemplo de origem britânica, era quase que impossível a compreensão. Eu me senti ignorante nesses momentos.

Barmouth: País de GalesDepois de refletir bastante, de me comunicar com muitas pessoas (amigos de diferentes países) e perceber os sotaques e pronúncias, fiquei mais tranquila. Decidi treinar os meus ouvidos para a pronúncia, as novas expressões e palavras específicas do inglês britânico. Por exemplo: passei a usar elevator para elevador e aqui tive que me acostumar com a palavra lift.

Enfim, agora me acostumei e consigo me comunicar bem, o que só compreendi após analisar as diferenças culturais do idioma, ou seja, é como se fossem dois idiomas em apenas um. Eles aqui no País de Gales assim o consideram. Alguns ingleses afirmam que o inglês dos Estados Unidos é muito diferente do que eles falam no Reino Unido. Posso dizer que não é fácil ser uma professora que não estava preparada para as mudanças que encontraria nas terras da Rainha.

See you!

Sobre a Autora: Antônia Sales, licenciada em letras-inglês, professora de inglês (desde 2004) e tradutora. Responsável pelo blog TrueEnglish e com experiência de ensino no Reino Unido.

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Autor Convidado

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67 comentários

  • 10/09/11  
    Rod diz: 1

    A difereça entre o Inglês Britânico e o Americano vc pode basear mais ou menos na lógica que nem o Português-Brasil e o Português-Portugal. Nomes iguais, mesmo idioma mas o costume e suas formas de expressões linguisticas são próprios de seu País. Assim, acredito que deve haver essas diferenças em qualquer Idioma do mundo inteiro como por exemplo também os Chineses – Japoneses – Coreanos, Ambos são parecidos para nóis mas pra eles devem haver tbm muita diferença. O foco dessa minha resposta não se baseia exatamente no post acima, é mais uma lógica apenas da minha cabeça. Só pra deixar claro.

    • 10/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Concordo com você. Brilhante a sua explanação. No entanto, no meu caso foi um pouco chocante, já que sou professora há um bom tempo e não esperava tantas diferenças. Nós, no Ceará, onde moro, aprendemos mais o inglês americano nos cursos de idiomas. Valeu!

  • 10/09/11  
    Rafael Webster diz: 2

    Really, It’s very different.
    Eu acostumado apenas com o americano quando comecei a ter aulas com meu professor que que se formou com inglês britânico, de início era complicado entender o que ele dizia. Agora se tornou algo natural, acabo até misturando os dois (kkk).

    • 11/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Eu também agora me acostumei. Mas inicialmente parece um pouco frustante, né? grata

  • 10/09/11  
    Thiago arthur diz: 3

    Como o cara acima falou , Inglês americano e britânico reflete no brasil e no portugal. Dificilmente iremos entender um Português mas um brasileiro entendemos muito bem ,é quase a mesma quase pelo que você passou é como você tivesse estudado para o português brasileiro e fosse pra portugal. Bem , só isso que queria dizer ;)
    Take care!

    • 11/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Thanks a lot for your contribution. It is a great comparison. Cheers!

  • 10/09/11  
    Albertini diz: 4

    Bem, eu também aprendi o inglês americano, porém eu sempre tive muita curiosidade de aprender o inglês britânico, por muitos filmes que já havia assistido, e quando era filmes americanos eu compreendia, mas eu já sabia que era britânico quando eu não entendia nada.
    E com certeza, muitas palavras são muito diferentes, mas resolvi aprendê-lo assim mesmo. Acho divertido e culto.

    Abraço a todos.

    • 11/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Concordo com vocês. Ambas as pronúncias tem seu encanto. abraço

  • 10/09/11  
    Almiro Andrade diz: 5

    Bom exemplo, Rod. A relacao entre o Ingles Britanico e Americano pode ser considerada tal e qual a entre o Portugues Brasileiro e o Portugues Afro-Europeu. As bases gramaticais sao as mesmas, mas as culturas caminharam em caminhos diferentes, modificando assim expressoes cotidianas ou idiomaticas, e muitas vezes introduzindo diferentes conceitos de interpretacao a uma mesma frase.

    Vivo no Reino Unido ha 3 anos e ainda percebo o quanto preciso me acostumar para falar “Trousers” no lugar de “Pants” especialmente pq para eles “pants” sao sinonimos de “underwear”.

    Outra surpresa foi o uso do termo “pissed”. Que para os acostumados ao Ingles americano provavelmente remete a expressao “Pissed off”.
    Aqui, “pissed” tem relacao ao teor alcoolico ingerido pela pessoa ser relativamente muito alto, ou seja, o conhecido bebado, em nosso bom Portugues.

    Boa sorte, Antonia! Tenho paixao pelo sotaque Gaules (Welsh) e acho incrivel a pronuncia deles. Se estiver de passagem em Londres e quiser trocar ideias, entra em contato.

    • 11/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Olá, brilhante a sua explanação.
      Acho que eu não consegui me interpretar bem, mas sua explicação foi brilhante. Trabalhei em um hotel e a primeira vez que fiz um português falando comigo, pouco consegui entender. Depois de alguns dias tendo contato com um grupo de portugueses, tudo clareou. Grata

  • 10/09/11  
    José Adauto Resende diz: 6

    Acho que é uma questão de necessidade. De acordo com o que for necessário é que devemos aprender um ou outro inglês e no meu caso, muito pouco. Sei que posso estar empobrecendo a minha experiência por não sentir a necessidade de me aprofundar muito no Inglês, mas existem tantas outras coisas na vida! Maratona, viagens, crianças e por aí vai… Culturalmente, acho que a Europa tem muito mais classe que os Estados Unidos e tenho muita vontade passar um tempo em Dublin. Nada mais que isso. Curtir com um Inglês que me permita andar pelas cidades e ver os rastros do Joyce, por exemplo, já seria bom demais… Abração!!!

    • 11/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Exatamente, é necessidade.
      Nunca achei que eu fosse precisar falar inglês britanico, já que minha paixão era o inglês americano.
      Você tá certo, Dublin deve ser demais, todos que vão se apaixonam. Valeu!

  • 10/09/11  
    José Adauto Resende diz: 7

    Sobre as diferenças entre um outro inglês, e as do Português do Brasil para o de Portugal, é importante verificar a obstinação do Webster em criar um Inglês Americano, o que não aconteceu, pelo menos de forma tão intencional, no Brasil: http://books.google.com.au/books?id=1dKJrIRXhFgC&dq=webster%27s+unabridged+dictionary&source=gbs_navlinks_s

    • 11/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Thanks for your contribution. cheers!

  • 10/09/11  
    João B. L. Ghizoni diz: 8

    I’m surprised to read that a person who has been teaching English for ten years is not aware of the differences in the English language among the different countries that speak the language. Almost all books for the teaching of English, especially those written by Brazilians have lists of the different words used for the same things (lorry/truck, lift/elevator, bonnet/hood, boot/trunk…). No matter if we like “different Englishes”, we ought to be aware of them… Especially if we TEACH it.

    I wonder if the author of the post has never taught her students the differences between British and American English (the main ones).

    • 11/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Of course I have already taught the differences to my students. But I should say it was my first time abroad and as I said I dislike the British pronunciation and I don`t feel comfortable using it. sorry, If I expressed myself in a confusing way.
      Cheers!

    • 11/09/11  
      Antonia Sales diz:

      I have worked in a hotel and I remember thta the first time I saw a person from Portugal talking to me wasn`t easy to understand. After some days, everything changed, that`s what is happening to me, I am used to the way people speak here. I should tell that this article was written soon after I arrived in Wales, so it was my first impression, just that.

  • 10/09/11  
    Patricia diz: 9

    Eu sou instrutora de inglês há 4 anos e todo o conhecimento que tenho adquiri em cursos, assistindo zilhões de filmes e levando anos para tal. E posso afirmar que, é estranho se acostumar aos dois, é. Mas eu me espantei com a sua dificuldade, já que leciona há 10 anos. Vc nunca procurou evitar esse problema, com tanto material disponível?

    • 11/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Olá,
      É o que eu disse em comentários anteriores. Acredito que me expressei mal. Eu nunca tinha viajado ao exterior, e sentia um certo desprezo pela pronúncia britânica. Enfim, agora estou acostumada, já que já estou há dois meses aqui. E na faculdade, estudei muito o inglês americano e os cursos de inglês que fiz sempre foi da mesma forma. Acredito que não soube me expressar claramente, eu me referi ao choque de línguas, só isso. Valeu!

  • 10/09/11  
    Lucimar diz: 10

    Ol’a Antonia,
    Sei muito bem o que voce sentiu, pois aconteceu j’a comigo tamb’em.Em 2009 fui estudar em Londres e passei por esse choque de pronuncia, mas com o passar dos dias foi melhorando.
    Bjs

    • 11/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Exatamente, foi o choque inicial. Mas com o passar dos dias foi melhorando. Estou há dois meses no Reino Unido e já me acostumei. Valeu!

  • 10/09/11  
    Lucas diz: 11

    Muito legal saber sua experiência e sua franqueza ao citar suas dificuldades. Diferentemente de você, sempre preferi o inglês britânico, sou aluno intermediário e nunca me preocupei com essas questões, a partir de agora vou atentar mais para essas diferenças para não ter de aprender tudo rápido demais.

    Obrigado!

    • 12/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Obrigada pelo comentário,.
      As diferenças existentes não impedem a comunicação, mas as vezes você tem que se explicar. Por exemplo, quando falei sobre diapers e a mulher não compreendeu. Tive que explicar o que era e ela me disse Nappies. Eu disse eggplant, e essa foi a mais difícil, porque depois de muito explicar o que era, a mulher me disse Albergine. Abraço

  • 10/09/11  
    Kim Gibson diz: 12

    Oi, gostei bastante do post! Tambem passei a vida toda estudando ingles americano e acabo de voltar da Inglaterra, onde passei duas semanas.

    Aprendi MUITAS palavras novas e percebi que algumas coisas tem outros termos, como voce mesmo falou do caso do elevador e tambem em casos como Pavement = sidewalk ; Torch = flashlight

    A palavra mais intrigante, no entanto, eh CHEERS. Ela pode significar muitas coisas.

    Geralmente falamos cheers para brindar, mas eles tambem usam como agradecimento no lugar do thank you com frequencia, alem de um cumprimento do lugar de dar um oi.

    Girias como QUID e DOSH sao bem frequentes tambem e quer dizer dinheiro de forma geral.

    Enfim, tem um video de um britanico ensinando pra um americano algumas palavras que acho que vale a pena conferir pra ver que os americanos tambem tem grandes dificuldades na terra da rainha, segue link:

    http://www.youtube.com/watch?v=UnhzA9GrF1o

    Gosto muito desse blog e pretendo passar a contribuir mais com o que sei de ingles!

    Abs!

  • 10/09/11  
    Maria Regina diz: 13

    Estou adorando estas explicação maravilhosa ,parabéns pela clareza dos conteúdos .

    São bem diversificados e de facil compeensão ,

    continuem divulgando estas aulas, que são tão importantes para quem como eu quer se aprofundar na Língua Inglesa .Agradeço de coração .Maria Regina

  • 10/09/11  
    ribeiro diz: 14

    Estive recentemente na europa, com meu inglês estudado no cna, que adota método e pronuncia norte americana, não tive problemas nem na europa ou na inglaterra. mas reconheço que em algumas palavras a pronúncia pega. bye.

    • 12/09/11  
      Antonia Sales diz:

      É isso mesmo,
      Eu sofrei com a Eggplant. Foi difícil até compreenderem no País de Gales, que era Albergine.
      E isso acontece em muitas situações do dia-a-dia.
      A intonação nas frases também é um pouco diferente.
      grata

  • 10/09/11  
    Pablo diz: 15

    A maioria das escolas com livros de fora é Inglês britânico, até o English Town.
    Eu não gosto mesmo!

  • 10/09/11  
    Ronaldo diz: 16

    Oi Antonia! Legal voce compartilhar sua experiencia com o inglês britanico falado no País de Gales – que, sabemos, é diferente do falado em Londres, por exemplo. Morei quase dez anos lá e em duas ocasioes viajei de ferias para a Escocia e senti um pouco as dificuldades que voce teve. Embora eu use o ingles americano nas minhas aulas hoje, sinto saudades do sotaque londrino quando assisto os noticiarios da BBC. Abracos

    • 12/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Obrigado pela sua contribuição. Algumas pessoas, como você deve ter visto nos comentários, não vêem essas diferenças. Eu acho q não me expressei bem, eu fiquei chocada porque nunca tinha ido ao exterior, portanto na primeira experiência falando com um nativo, fatores como intonação e palavras e expressões diferentes dificultaram a minha compreensão. Mas depois de alguns dias, eu já havia me acostumado. Valeu!

  • 10/09/11  
    Fred Nunes diz: 17

    Olá, achei legal o tema que você colocou, mas discordo em alguns pontos, primeiro temos que ter em consideração que existe dentro do Reino Unido muitas diferenças culturais, e claro influencia muito na forma como se fala, No pais de Gales eles tem um sotaque muito diferente que muito difícil de entender, existe ate um dialeto lá que a tv coloca legendas para o resto do pais ver, também na Escócia o sotaque e muito diferente assim como no pais de Gales ate mesmo os próprios Ingleses tem dificuldade de entender! Mesmo dentro da Inglaterra há muitas diferenças no Inglês falado pelas pessoas, da para perceber a grande diferença quando se fala com alguém de Londres, de Manchester ou Liverpool, assim um pode ser mais difícil que o outro… O que eu discordo de ti e sobre o “Inglês da Rainha”, este e clássico limpo, e muito belo, pode ser ouvido em cidades com Cambridge, Oxford, Londres (mas depende de que área em Londres). Não tenho nenhuma duvida em dizer que o Inglês da terra de Shakespeare e muito mais belo, musical e romântico que da terra do tio San….

    • 12/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Agradeço pelo comentário. Valeu!

  • 10/09/11  
    Iacelys Sotero diz: 18

    Olá, professora
    Lendo seu depoimento eu me certifiquei da ideia que tinha a respeito do assunto.Faço curso de inglês e a minha professora já viajou para os EUA e Londres e ela me relatou que é totalmente diferente o inglês americano do inglês britanico.Eu particularmente acho o britanico muito mais facil de entender do que o americano.Bem, isso é muito relativo.
    Um grande abraço.

    • 12/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Agradeço a colaboração.
      Grata

  • 11/09/11  
    Nilza Brugger diz: 19

    Antonia, o que voce falou sobre o Ingles Britanico X Ingles Americano sounds familiar to me. Ja que eh professora de Ingles, permita-me lhe dar uma dica. Que tal dizer aos seus alunos que leiam livros escritos por britanicos as well, ali eles aprenderao as diferencas, vao saber pelo contexto sem se apavorarem com os termos e expressoes do autor. Challenge is great. Foi assim que fiz quando vim morar nos Estados Unidos, eu lia livros de autores daqui e da Inglaterra, depois conversava bastante, bastante mesmo com um amigo de Nova Zelandia, talking about different accent and words usage! kkkk Era muito divertido e eu nao perdia nenhuma oportunidade de perguntar a ele what exactly he was trying to tell me kkkk A primeira foi a pronuncia “snaike” instead of “sneik” kkk pra ler aqui nao parece tao diferente, mas ouca numa conversa rapida misturada com o restante das palavras kkkkk voce bem sabe. Eu nao deixava passar nada nem do Ingles daqui e nem de lugar nenhum; se o estudante tiver preguica e deixar de lado, melhor sair dessa kkkk Encontrei-me tambem com um scottish in New York City num coffee shop e disse a ele que tentasse me entender e ateh falasse como eu– ja que falavamos de cafe– pois com accent estrangeiro ninguem consegue sentir o gosto do melhor cafe que era do Brasil kkk. Ele achou muito engracado e acabou falando direitinho comigo e aprendi foi muito com ele no final. Ele tambem saiu de lah sabendo bastante palavras em Portugues relacionadas com cafe (naquele tempo meus pais eram cafeicultores no Parana). Moral da historia: Para aprender uma lingua a pessoa NAO pode ter vergonha de perguntar e repetir tudo que aprende assim como a crianca faz.
    Espero ter colaborado um pouquinho com voce. Pelo jeito eh uma grande professora. Bye now!

    • 12/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Obrigada, você deu uma boa dica. grata

  • 11/09/11  
    Augusto Souza diz: 20

    É MUITO IMPORTANTE FICARMOS ATENTOS NÃO SÓ PELA PRONÚCIA MAIS TAMBÉM PELA ESCRITA QUE MUITAS DAS VEZES É DIFERENTE … GRATO

    • 12/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Olá,
      Você deve tá se referindo as diferenças de escrita, como em color, colour, flavor, flavour.
      Abraço

  • 11/09/11  
    Valeria Forte diz: 21

    O comentário “compreendi que tudo o que eu havia estudado só se aplicava ao inglês americano” não foi feliz em sua colocação. Uma professora que diz estar no mercado há tantos anos e ainda fez letras nao pode dizer que se tratam de 2 idiomas diferentes! Que naqo era entendida e nem eles a entendiam (a nao ser que seu ingles nao fosse fluente). Impossivel que “TUDO” aprendido só servia nos EUA. Ainda mais com o contato que se tem entre paises atraves do turismo , TV, internet… Tenho certeza que os cidadaos do pais de Gales ja viram um americano antes!
    Outra coisa é que uma professora , ao longo de seus estudos e sua atuação, entra em contato com pronuncias de diversos paises.
    O artigo esta tendencioso e pode assustar sem motivo estudantes menos experientes.
    Eu, como proprietária de escola de ingles e muitos anos viajando tanto para os EUA, como Reino Unido (Inglaterra, Irlanda, Escocia) e ate Australia e Nova Zelandia e amigos na Africa do Sul, posso afirmar com 100% de segurança que, mesmo com as diferenças que existem, o idioma é um só e quem fala será entendido e ira entender em qualquer pais de lingua inglesa , a nao ser que a pessoa fale mal. Ponto.

    • 11/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Olá Valéria,
      Acredito que realmente posso não ter me colocado bem. No entanto, quanto ao fato de que são dois idiomas em 1, me refiro por exemplo ao termo diapers. Perguntei, por curiosidade, a uma senhora do País de Gales, quanto custava um pacote, ela não compreendeu. Depois vi o pacote, e percebi que eles usam Nappy. Algo semelhante acontece com “drapes (US), curtains (Brit.). Já tenho dois certificados de proficiência: o do Fisk e do IELTS. Também trabalhei por três anos no FISK e um ano na WIZARD, grandes cursos de idiomas do nosso país. E no momento, estou cursando Especialização em Ensino de Língua Inglesa. Portanto, acredito que foi apenas o modo como me coloquei, que inicialmente pode ser um pouco frustante a comunicação, apenas isso. Me desculpe.
      Abraço

  • 11/09/11  
    Natan diz: 22

    Cara Antônia, tive o mesmo problema só que ao contrário. Na infãncia estudei inglês pelo método da BBC de Londres e aindo hoje tenho dificuldades para entender o inglês americano. No espanhol o mesmo, pois estudei com um professor chileno e depois descobri que palavras usadas na América do Sul são simplesmentes ignoradas na Espanha. Abraços!

    • 11/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Muito confuso né? Na escola agente não é preparado, eu diria, estimulado a ver as diversas possibilidades, ou pelo menos ter uma noção de que existe essas diferenças.
      Abraços

  • 11/09/11  
    Jessica G.S. diz: 23

    A mesma coisa acontece com o português do Brasil com o português de Portugal =P

    Muita coisa muda… Principalmente a pronúncia, o sotaque… O que dificulta bastante o entendimento.

  • 11/09/11  
    Gisele diz: 24

    Concordo totalmente com a Valéria!

    Estou estudando Inglês e todos os meus professores sabem a diferença e ensinam! Impressionante alguém lecionar a 10 anos e escrever um artigo como esse.
    Não é nem a questão de quanto tempo estuda e convive com o Inglês, tive um professor de 23 anos formado em Letras, ele preferia o Inglês Americano, mas nem por isso, em nenhum momento deixou de ensinar também o Inglês Britânico. Ele fazia questão de deixar claro, tanto as diferenças na gramática como na pronúncia. Até por que há várias preferências pelos alunos, alguns querem o Americano, outros o Britânico.
    Esse artigo é daqueles que se o leitor não tiver discernimento cai direitinho e vai se confundir (ou desesperar) achando que está indo pelo caminho errado.
    O Inglês é cheio de variações, mas isso não impede a comunicação total, a não ser que a pessoa não saiba mesmo. Variações existem aos montes e o mínimo que um professor de Inglês tem que saber é isso! (e passar para os alunos, claro!)

    • 12/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Olá,
      Acredito que realmente posso não ter me colocado bem. No entanto, quanto ao fato de que são dois idiomas em 1, me refiro às diferenças de uso. Sempre tive uma certa aversão pelo britânico e evitei ensinar ou estudar. Por exemplo o termo diapers, tive que explicar o termo para que uma senhora me dissesse Nappies. Eu nunca vi Albergine, eu só conhecia Eggplant. Algo semelhante acontece com “drapes (US), curtains (Brit.).
      Eu sou uma professora, mas nem por isso, tenho que saber tudo.
      Portanto, acredito que foi apenas o modo como me coloquei, que inicialmente pode ser um pouco frustante a comunicação, apenas isso. Me desculpe.
      Abraço

  • 11/09/11  
    francisco Josimar Faustino diz: 25

    Cara Antonia, assim acontecerá comigo, pois tenho mantido maior contato com o American English , estarei indo para Cambridge qual o melhor conselho que Vc. me dar. Espero sua ajuda. ( Get me some help).

    Josimar

    • 12/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Não, pode não acontecer com você. No meu caso, é que sempre tive aversão à pronúncia britânica e tudo que se refere a ele, inclusive às palavras próprias de lá. Por exemplo, Albergine. só conhecia Eggplant, sofri um pouco com essas diferenças. Você não precisa ficar preocupada, você já sabe que tem as diferenças e pronto. Abraço

  • 11/09/11  
    Washington Junior diz: 26

    Olá…

    Como tradutor posso dizer, SIM, existem diferenças, mas a lingua é uma só, não tem como não entender nada do que os inglêses falavam.

    Uma coisa que pode encurtar toda a história.

    Nós do Brasil falamos Português, mas pense na diferença que tem o Português do Brasil para o Português de Portugal.
    Estados Unidos e Inglaterra passam pelo mesmo “dilema.”

    see u

    • 12/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Agradeço a colaboração. Abraço

  • 11/09/11  
    Flávia Magalhães diz: 27

    Gente! Que discussão bacana rolando aqui nos comentários, e eu nem tava sabendo!

    Concordo com alguns colegas que criticaram o fato da Antonia ser professora e nunca ter ela mesma se preocupado em aprender (e ensinar!) as diferenças entre AmE x BrE, mas, peguem leve: ela justificou o maior contato com o inglês americano e, convenhamos: tem tanta coisa que o povo de São Paulo fala diferente do povo do Rio, de Minas, do Ceará, do Paraná… e nem por isso eu fico me preocupando antes de viajar para esses lugares.

    Senti uma diferença forte qdo fui estudar na Cultura Inglesa, principalmente com os professores *preconceituosos* que diziam que o inglês falado na América “não é inglês”, e que me olhavam torto qdo eu dizia níther (neither) em vez do “náither” deles. Mas aposto que me entendiam…

    Welcome aboard, Antonia!

    • 12/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Obrigada,
      Acho que você me entendeu. Eu devo ter me colocado mal. Eu apenas quis dizer, que fiquei chocada, já que nunca tinha viajado ao exterior, e as primeiras experiências dos três primeiros dias não foram agradáveis. Como você disse, alguns fazem questão de dizer que o inglês da América não é inglês.
      Agradeço

  • 11/09/11  
    Nilce diz: 28

    Aprendo Inglês Americano e estive em Londres e consegui me comunicar tranquilamente.Eh claro que existem algumas diferenças mas a lingua é uma só.A comunicação é perfeitamente possível.

  • 12/09/11  
    Kelvin Andrade diz: 29

    Isso é bem verdade!
    Não sou 100% fluente em inglês ainda.
    Estou trabalhando muito para chegar a este sonho.
    Mas antes, eu assistia a muitas séries americanas. Tudo que eu fazia era voltado para o AmE. E eu realmente AMO tudo relacionado aos EUA.

    Até que certo dia passei a ouvir podcasts da BBC, depois que li um dos posts do EE.
    E eu disse a mim mesmo “Oh my GOD!”.
    A pronúncia é diferente e eles falam muito rápido. Até discuti isso um dia destes com uma advogada de Londres que veio ao Brasil.

    Concordo também em relação ao termos. Como já citado até mesmo em comentário anteriores, temos variações até mesmo dentro no nosso país.

    Passei a focar um pouco mais o inglês britânico. E não só ele. O livro “Como entender o inglês falado” cita outras variações de pronúncia do inglês.

    Ótimo post! Obrigado a todos.
    Que possamos todos continuar firme no aprendizado dessa língua maravilhosa!

  • 12/09/11  
    Luciana Rodrigues diz: 30

    Nas minhas primeiras viagens no UK, eu também dizia “WTF essa gente está falando?”. Apesar de tb sempre estar atenta para as diferenças entre o inglês dos vários países que tem o inglês como língua nativa, a grande verdade é que eu também sempre estive muito mais ligada ao inglês dos EUA: assistindo muitos filmes e escutando muita música americana.

    Mas agora conto um causo muito particular e verdadeiro: tenho amigos ingleses cujos bisavós imigraram para os EUA. Os parentes ingleses dizem que às vezes os primos americanos não entendem a pronúncia deles. E todos são pessoas que falam um bom inglês e com nível acadêmico!

  • 12/09/11  
    Pedro Alexandre diz: 31

    Pois é, e por isso que corre o dizer: “Inglaterra e Estados Unidos, dois países separados pelo mesmo idioma.” Acontece o mesmo com o português. O rabo da bicha pode ter até uma conotação chula aqui no Brasil, mas em Portugal só quer dizer o fim da fila. Ninguém se refere ao intestino humano como tripas desse lado do Atlântico, e, advinhe, inclino em Portugal pode não ser conjugação verbal mas sim o desafortunado que não tem casa própria (inquilino). Só não notamos tanto porque o intercâmbio entre os dois países, infelizmente, é pequeno.

    • 13/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Valeu, muito interessante as suas comparações. abraço

  • 12/09/11  
    Samuel diz: 32

    Ola Pessoal.

    Se me permitem, eu tambem gostaria de deixar alguns comentarios referente aos construtivo bate papo sobre Ingles Americano e British.

    Tambem estudei Ingles Americano toda minha vida (15 anos) e de repente me vi na Irlanda “Irish accent” (6 meses) e agora estou na Inglaterra por tempo indeterminado. Apesar das “diferencas” nao vejo problema algum ao comunicar “American English”. Last but not least, quanto ao e-mail da nossa colega “Antonia”, acredito que esta foi uma experiencia particular e unica dela. Sendo assim “she’s entitled to her own opinion”. Contudo nao significa que cabe para todos os falantes de “American English”. Bown down Mrs. Forte, and try to be less contentious towards somebody’s opinion. SAMMY

    • 13/09/11  
      Antonia Sales diz:

      Thanks a lot dear.
      I think I didn`t express myself you.
      I used to dislike and even hate the british accent, that`s why I got a little shocked.
      thanks a lot

  • 12/09/11  
    Joilson diz: 33

    As diferenças de pronuncia e palavras são claras e evidente. No entanto , pelo contexto, com uma comunicação minimamente explanada, a compreensão se dará naturalmente.

  • 12/09/11  
    Um Britânico ensinando inglês para um Americano | Dicas de Inglês diz: 34

    […] amigos do English Experts! O primeiro artigo da colaboradora Antônia gerou uma discussão muito sadia e interessante aqui no blog. É gratificante quando um artigo […]

  • 13/09/11  
    Deborah de Souza diz: 35

    Nunca imaginei que a diferença do inglês americano para o Britânico fosse tão diferente.
    Até hoje estudo o inglês Americano. Imagino o que a professora Antônia Sales passou no Reino Unido, acredito que deve ter sido bem difícil ouvir para se comunicar com os britânicos…
    Mas essa experiência deve ter sido ótima Professora Antônia, Parabéns pela dedicação! Quando precisar irei pedir umas dicas..rs
    Abraço.

    • 13/09/11  
      Antonia Sales diz:

      oBRIGADA PELO COMENTÁRIO,
      NÃO SE PREOCUPE, VOCÊ CONSEGUIRÁ. aBRAÇO

  • 13/09/11  
    Stan diz: 36

    quando gostamos e nos interessamos por uma língua estrangeira, seja ela qual for, ultrapassamos todos os obstáculos em busca do conhecimento, parabéns Prô….tudo de bom, muito sucesso!!!! um abr

  • 13/09/11  
    Adriano Acioli diz: 37

    Já sofri também com a pronúncia britânica…. chegando em Heathrow (UK) para uma troca rápida de avião veio uma daquelas moças com “surveys” rápidos sobre satisfação do cliente sobre um produto.
    Resultado: provei um chocolate e na hora da entrevista não entendi quase nada que a moça falava. FAIL

    Perguntei se era possível ler o questionário na mão dela e depois responder.
    Consegui ler e responder tudo…
    Meu listening para o inglês britânico era uma miséria… mas deu pra contornar, depois de andar mais com uns australianos. :p
    Ótimo artigo, conterrânea.
    Parabéns!

  • 13/09/11  
    Tatiana diz: 38

    Já comentei sobre isso aqui no EE antes…estamos morando na Austrália desde 2009 e quando chegamos sofremos muito com o bendito “aussie accent”… fica a dica para quem quiser vir para cá: estude british english que será mais fácil entender australian english, mas saiba que mesmo assim haverá um período de adaptação…cheers!

  • 14/09/11  
    Paulo Lourenco diz: 39

    Nice post…don’t worry Antonia, it is not a big deal at all. I had an experience couples of years when I visited Ireland and met someone from England. We talked about the British accent and she told me that even for them (locals) it is hard to understand themselves.

  • 26/10/11  
    Musa diz: 40

    Comecei a estudar inglês básico há pouco tempo.
    Agora estou confusa, não sei qual é melhor para mim -Se é melhor para mim o Inglês Americano ou o Inglês Britânico.Alguém me dá uma dica? Por que trabalho na área de aéroporto.Qual é o melhor para mim? Obrigada.