Programas de intercâmbio: será que vale a pena?

Hoje eu recebi um e-mail de um leitor do blog com uma colaboração. O texto escrito por Artur Barros ficou tão bom que eu resolvi dividí-lo em 2. Confira abaixo a primeira parte, sobre programas de intercâmbio.

Programas de intercâmbio: Artur, Jair e Gustavo

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Primeiramente gostaria de dar uma salva de palmas para o Alessandro por esse brilhante trabalho. Você, que assim como eu é um estudante da língua inglesa não pense que algum cursinho vai fazer você aprender esse idioma. Vai no máximo te dar uma ajudinha, ou melhor, uma “ajudinhazinha”. Você tem uma ferramenta barata e poderosa em suas mãos, a Internet! “So, enjoy it!”

Apesar de querer, não vou ficar aqui criticando as escolas de idiomas, “my point” é incentivar todos a se mandarem para o exterior. Eu sei que antes de qualquer coisa é preciso dinheiro. “But, don’t worry guys”, para tudo existe aquele jeitinho brasileiro. Existem dezenas de programas de intercâmbio que você pode participar, eu garanto que em poucos meses você vai ter o seu dindim de volta.

Eu, por exemplo, sou estudante de agronomia aí no Brasil e atualmente estou participado do CAEP (www.caepinc.org), que é um programa dedicado à área de agricultura. Ou seja, além de aprender inglês estou ganhando também uma experiência profissional. Um ponto a mais no meu currículo. E você, o que está fazendo aí? Corra logo atrás do programa adequado pra você.

A foto acima foi tirada num jogo de football americano, que é realmente um show. Jamais imaginei que os americanos pudessem formar uma torcida tão animada, confesso que é de dar inveja em muito brasileiro. Na foto aparecemos respectivamente eu, Jair e Gustavo. Todos brazucas.

Artur, show de bola, sem trocadilhos, ficou foi seu texto.

See you!

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Alessandro Brandão

Alessandro Brandão é coordenador caseiro do English Experts e do Fórum de idiomas. Trabalha também em projetos na área de Comércio Eletrônico e Ensino a Distância (EaD).

23 comentários

  • 12/09/07  
    Daniel Sander diz: 1

    Um dos sete Pecados Capitais é a inveja. Definitivament: sou pecador. Que inveja estou do Artur por ele estar no estádio acompanhando o futebol americano. Duplamente peco. Explico: Que inveja do Artur e do ” educator ” Alessandro por estarem neste nível em inglês.
    Com as inúmeras dicas deste site e alguns outros, em pouco tempo espero estar falando ingles, e não pecar tanto. hehehehe.
    Grande abraço, amigos.

  • 12/09/07  
    Deivis diz: 2

    I do agree with you guys when you say that the best way to improve one’s English is spending a stint in an English speaking country. I don’t think we should put the cart before the horses, though. Everything in its due time, my mom always say.
    I’ve got some friend in US at this moment. I know they must be learning lot’s of things there and this experience will surely give them a huge edge in the job market when they are back. However, most of them were young, unemployed or unhappy in all sorty of underpaid jobs while in Brazil, they weren’t attendin’ university and didn’t have much relevant attachments that could hold them here at the time.
    Just like every EFL student I’m looking foward to land my feet in an English speaking country; I just think we should evaluate things before doing so, as in the long run it might not worth our time that much…futhermore, there are tons of ways to keep it keen without having to, necessarily, leave the country. Our progress just depends on our determination, will power and so forth.

    That’s my just my personal opinion.

    All the best.

  • 12/09/07  
    Robson diz: 3

    Oi, Alessandro.
    Gostei muito do seu site.
    Há algum tempo atrás, eu havia preparado minha própria lista para aprender inglês (http://www.robsonfaggiani.com/blog/treinando-o-ingles/).

    Parabéns pelo site.
    Já está no meu leitor de feeds.

  • 12/09/07  
    Arquitetura Digital diz: 4

    Muito legal o Blog, parabens! ganhou um leitor.

    Ricardo
    http://www.arquiteturadigital.com

  • 12/09/07  
    Rodrigo diz: 5

    Concordo com tudo que o Artur falou. Faço a minha escola de idiomas lá, mas consciente que não é possível obter a fluência apenas com ela.
    Meu principal desejo no momento é realmente fazer um intercâmbio, tanto pra sedimentação do inglês qto pra uma experiência internacional na minha área de atuação.
    Por falar nisso, alguém aí saberia informar qual o programa do tipo desse do Artur específico pra área de ADMINISTRAÇÃO ou ENG. DE PRODUÇÃO??
    Hugs guys!

  • 12/09/07  
    themeron diz: 6

    Evidente que o melhor é “todos a se mandarem para o exterior” para aprender um novo idioma. Assim como é fácil criticar as escolas de idiomas. Acho que vai muito do interesse do aluno. Aquele que faz o livro 1, 2, 3, 4, e assim segue, abrindo-os só no dia da aula, realmente terá só uma ‘ajudazinha’ no idioma. Da minha classe, sou o único que vem aqui e baixa podcasts, baixa dicas, imprime, etc., e ainda tenho que escutar: ‘mas você está mais adiantado, você pronuncia bem…’ dos colegas do mesmo nível (mesmo livro).
    Penso que a primeira concientização é a de que a escola vai apenas direcionar seu aprendizado e não entregá-lo pronto para o inglês. Quase nenhuma dá ‘garantia’ do aprendizado. As poucas que se arriscam cobram muito caro. Tem uma que garante ‘fluência’ em 18 meses. Será que devolve o dinheiro se a pessoa não ficar ‘fluente’? Quem de nós, que estuda em uma escola de idiomas, pediu garantias na hora da matrícula? Quem discutiu a metodologia, a experiência do professor, conversou com alunos ‘formados’ nessa escola, analisou o material didático, etc, etc?
    Finalmente, é hora de descartarmos o óbvio (mudar para o país que fala tal língua) e discutir a metodologia atual do ensino, para se chegar a um resultado considerado ideal, ‘tirando-se’ essa milagrosa mudança.

  • 12/09/07  
    Milena diz: 7

    Hey Guys!
    Hope you are well. I do agree with Artur when he says the best way to improve english is living abroad. I’ve been living in London for 1 year and five months now and my english is getting better and better. This is because I’ve been working with people from all around the world and I have to speak in english all the time.
    But to be honest, I do have to say that is kind hard to run away from brazilians. And also, it’s hard to finde real british people in a city like London… You can find people from all around the world, what is really good for you, but not so good for your english. So, be careful when you are choosing your destination. Usually the countryside is the best way to find natives and learn the real english.
    If anyone want to talk to me about London, feel free. I’ll be happy to help!
    Cheers,
    Milena (milenavenancio@hotmail.com)

  • 12/09/07  
    Artur diz: 8

    Galera, o que a milena disse no comentário acima é a mais pura verdade. Aqui por exemplo onde estou (uma cidadezinha no estado da florida), o q mais tem sao mexicanos… confesso q passo 50% do meu tempo falando ingles e os outros 50% hablando portunhol.

    Acho que eu deveria ter enfatizado isso em meu texto. Nao fiquem pensando q vcs irao aprender ingles somente pelo fato de viver num pais onde este idioma é o oficial.

    Estou aki ha 6 meses e classifico meu nivel d ingles como intermediário. Mas todo dia estudo um pouco… sei da existencia de varios blogs legais como este do alessandro… tem o do Denilso, o teclasap, o english caffe e varios otros. Tem tbm os sites de podcasts, os sites para estudo d gramatica (mas nao se atente mto a eles)… gosto mto tbm os sites de jornais americanos, como o do new york times.

    Em sumo, o leque de opcoes é bem grande!!

    Ah, e soh pra acrescentar… eu critiquei e continuo criticando os cursinhos de ingles. Mas tbm nao podemos ser radicais. Eu por exemplo fiz 4 anos de cursinhu d ingles… porem, se eu fosse “enxugar” esses quatros anos, dariam um semestre.

    Pra quem nao tem base nenhuma de ingles, creio sim q eh importante entrar num cursinhu!! Mas curse no maaaaximo 2 anos. hehe..

    Entao eh isso ai… Estou às ordens galera
    Abracos , Artur

  • 12/09/07  
    Alessandro diz: 9

    Daniel, realmente esse tipo de inveja é boa, porque nos motiva a buscar um objetivo claro e bem definido. Não precisa ter inveja de mim, tenho certeza que seu inglês é tão bom quanto o meu.

    Deivis, eu também acredito que um intercâmbio bem planejado é melhor. Não adianta ir para fora sem saber nada incluindo idioma ou profissão. Uma pessoa que viaja com uma boa bagagem de conhecimento aproveitará para fazer contatos profissionais.

    Robson, já visitei o seu site e li o seu texto, ficou interessante. Obrigado por ter assinado o feed, agora você vai acompanhar melhor o nosso trabalho.

    Ricardo, gostei do site que você indicou. Também trabalho em projetos para Web e sei quando é trabalhoso desenvolver um site como o Arquitetura Digital. Parabéns!

    Rodrigo, você está no caminho certo. Sobre a sua pergunta, faça uma visita a este site http://www.expo-studyabroad.com/pt/. Acredito que você vai encontrar muita informação sobre intercâmbio.

    Themeron, no estudo de idiomas, assim como em qualquer outra área não há milagres. Como você disse, se o aluno não correr atrás não vai aprender nunca. O problema das escolas de idiomas é que elas vendem um produto de forma enganadora. O fato de estudar na escola A ou B não vai garantir fluência. Você está certo em buscar alternativas. Go Ahead, my friend!

    Milena, eu penso bastante nessa situação. Muitas vezes os alunos brasileiros vão para fora, mas acabam não conseguindo conversar com estrangeiros. Já ouvi dizer que o mesmo problema de Londres acontece em Nova York: É difícil encontrar um nativo para conversar. Fora a questão do preconceito que existe mesmo, mas todo mundo abafa. Ser latino americano não é fácil! Se você tiver alguma foto legal mande pra gente eu gostaria de publicar aqui no blog.

    Obrigado a todos pelos comentários que enriqueceram a discussão.

    Abraço

  • 14/09/07  
    Leonardo ferreira silva diz: 10

    meu vei gostaria de fazer um intercambio nao so por que e bom conhecer outro pais mais tbm por que gostaria de expandir meu ingles,gostaria que vcs enviassem msgs para meu hotmail que sgtleo_20@hotmail.com quem quiser manter contato pois gostaria de saber mais informaçoes alem de saber suas experiencias blz valeu ai.

  • 16/09/07  
    Thiago diz: 11

    Embaixada dos EUA dá bolsas a universitários brasileiros, vejam http://noticias.uol.com.br/educacao/ultnot/ult105u5809.jhtm

  • 08/11/07  
    Barbara Rydell diz: 12

    Eu acho a experiência de intercâmbio maravilhosa e estou prestes a iniciar uma!!! :D

  • 02/04/08  
    Alberto Silva diz: 13

    OI…achei muita boa as informações, pretendo ficar uns 2 ou 3 meses, em Calgary …Canada….vou aproveitar para fazer um cursinho de ingles…estou pesquisando algumas empresas de intercambio…gostaria de saber se há um site ou como posso certificar se uma empresa é realmente correta, digo, idonea…quanto aos cursinhos de ingles do Brasil, eu sempre falo aos meus colegas…Aqui vc não aprende falar ingles, apenas se comunicar… abraços ..Alberto

  • 02/04/08  
    JOSE BONIFACIO DE SOUSA MACIEL diz: 14

    AMIGOS.!
    ESTOU CONHECENDO AGORA TUDO ISTO, A LINGUA INGLESA SEMPRE SONHEI EM APRENDER. POREM AINDA ESTOU MUITO FRACO….. ESTOU ENGATINHANDO, MAS TENHO CERTEZA COM A MINHA VONTADE DE APRENDER E O APOIO DE TODOS VOCES QUE TEM A VONTADE DE ILUMINAR COM O SABER OS QUE SÃO DESPROVIDOS. MINHA CONVICÇÃO E QUE APRENDEREI.
    OBRIGADO A TODOS.

  • 11/05/08  
    mariana diz: 15

    eu adoro inglês, e estou querendo muito entrar num programa de intercambio para terminar meu ensino médio em LOS ANGELES se alguém sober de alguma coisa entra em contato comigo please
    robertapardo-14@hotmail.com
    kiss
    tanks all

  • 19/06/08  
    fathy diz: 16

    bem que gostaria de fazer um intercambio na área de hotelaria.
    será que tem?: e quanto custa?
    realmente e verissimo e importante ter contato no país de origem.

  • 19/06/08  
    Edson Mag diz: 17

    Olá pessoas,

    De fato a experiencia no exterior agrega em muito na aquisição de língua.Porém, não devemos nos ater somente a isso.Conheço pessoas que estudam, ouvem muita música, “viajam” pela internet e nunca saíram do país!No entanto hoje dão show de inglês, e muitos estão se doutorando em literatura e linguistica da língua.Eu mesmo nunca fui à frança e me comunico perfeitamente com qualquer francês, e inglês claro.A experiencia no exterior agrega cultura e currículo.

    Acho que é isso!

    Abraços a todos,

  • 19/06/08  
    Cirolo diz: 18

    Ok, but avoid walking with brazilians, otherwise it’d become pretty hard to learn english, I’ve been living in Canada for 5 months and before I came here everybody talked to me about it, and now I can say and agree that brazilians are annoy, in other words run away from brazilians…be MUCH careful!
    that’s all!

  • 04/07/08  
    mirela diz: 19

    gente…
    é magico, tô no nivel básico e rezando pro tempo passar rápido pra eu poder falar fluentemente…
    eu sei q esse dia vai chegar pode demorar mais chega
    mais parabens ao english experts o site é maravilhoso e tem me ajudado bastante…
    eu só queria umas apostilas será q alguem tem umas ai pra me passar?

    abraços e sucesso.

  • 30/08/08  
    Ivan Santana diz: 20

    Olá galera! quero parabenizá-los pela qualidade do site e pela troca de experiências. Sou estudante de inglês há um ano meio no Brasil, sou aluno do Cultura Inglesa, nesse meio tempo fiquei em Londres por 3 meses e agora no final do ano estou embarcando para Nova York. Quero dizer que quando estive em Londres ví inúmeros brasileiros que estão lá acerca de 1, 2, 3 anos e outros que são casados com ingleses e não falam absolutamente nada. Quero deixar bem explícito, que ir para fora do Brasil não garante se você vai falar ou não, dependerá única e exlusivamente de vc. No caso de um intercâmbio é imprescindível não levar CDS em português ou qualquer literatura que te lembre o Brasil, não morar com brasileiros em hipótese alguma e sair daqui com o nível mais alto de conhecimento possível, tenho certeza bsoluta que isso é a chave para a fluência. Falo isso por experiência própria, tudo o que sei de inglês aprendí aqui e lá fora tenho apenas praticado. Um abraço

  • 18/05/09  
    Bruna Milton diz: 21

    Olá pessoal! Eu tenho 16 anos e queria saber mais detalhes sobre o intercambio.. Veja bem, andei conversando com um vizinho meu e ele disse que o intercambio que ele conhece que no caso o filho dele participou foi de 1 ano, que no caso outras pessoas de lá vieram pra casa dele! Eu não queria fazer esse de 1 ano..até pq eu não iria aguentar, eu queria de no máximo 3 meses e ainda se possivel de dezembro há fevereiro para não perder os estudos.. e tb não queria que fosse pessoas para minha casa, meus pais não se sentiriam avontade cm essa idéia! Se vocês souberem me informar um pouco mais sobre issu e se vocês conhecem um tipo de intercambio dessa maneira entrem em contato por favor!
    Grata!

  • 10/06/09  
    Thati diz: 22

    Gente estou muito interessada para fazer intercâmbio, mas não sei nem por onde começar a adquirir informações.
    Quem poder m ajudar manda uma e-mail.

  • 10/07/09  
    Luciana diz: 23

    Olá.
    Fui aluna de curso de inglês durante uns oito anos da minha vida. Além disso, sempre tive facilidade com línguas. Estudei inglês mais quatro anos na faculdade (fiz Letras: Inglês / Literaturas na UERJ), além de aprender muito com filmes, música, livros, revistas, internet e TV em geral. Sou hoje professora de inglês e aprendo mais que aprendi a vida inteira preparando aulas e também em sala de aula, com as dúvidas dos meus alunos.
    Devo dizer que discordo do comentário de que não se adquire fluência somente em cursinhos de inglês. Creio que são ótimas ferramentas para a aquisição da tão sonhada fluência, mas que a tal depende muito de outros fatores, como o empenho do aluno em estudar, praticar, seu interesse pela língua inglesa (ela está a nossa volta, mas quem não quer não enxerga), sua facilidade em aprender línguas (nunca seria “fluente em matemática”, mesmo se eu morasse no país dos números ou fizesse faculdade de matemática, porque não é a minha), entre outros fatores.
    Por outro lado, conheço pessoas que moraram nos EUA, por exemplo, e só conviviam com brasileiros e outros latinos e não usaram, portanto não aprenderam nada de inglês.
    Eu, por minha vez, viajei (não morei, mas visitei) para a Inglaterra e creio que a experiência me acrescentou muuuuuuito. Talvez não muito na fluência (até porque fui fazer um Teacher Training Course, já tinha nível avançado, já era fluente e já era proessora), mas no vocabulário, pronúncia, gírias e, acima de tudo, experiência de vida e aquisição cultural.
    Acredito, ainda, que o aprendizado está mais em nossas mãos do que na ferramenta utilizada, em si. Com empenho consegue-se quase tudo. Quantas pessoas conheço que se comunicam bem (com alguns erros, claro, pois são parte do aprendizado) em inglês sem tere estudado a língua sequer na escola, quanto mais em algum curso de línguas. Há auto-didatas por aí. Da mesma forma que há pessoas que moraram (conheço um que serviu o exército americano por 6 anos) em países de língua inglesa que não sabem escrever uma palavra, só conseguem se comunicar de forma oral, mas não podem escrever um e-mail para dar notícias aos amigos que ficaram lá.
    Não estou tentando defender a classe de professores, nem tampouco meu emprego. O meu ponto é tentar mostrar que há diferentes tipos de alunos, ou aprendizes, assim como diferentes ferramentas ou técnicas que auxiliam no aprendizado. Cada um se adequa melhor a um (ou algumas) delas. Também por isso existem tantas metodologias de ensino. Cada uma, moldada para determinado tipo de aluno, ou público alvo.
    Anyway, enjoy your trip, Artur.
    Volto à Inglaterra em janeiro para outro curso daquele mencionado. São, sim, muito engrandecedoras nossas experiências abroad, além de darem uma super-força ao nosso aprendizado.
    See you.