É melhor decorar as frases ou aprender palavra por palavra?

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Avatar do usuário Donay Mendonça 49130 21 73 1140
Olá Jonathan,

Na verdade, nenhuma das duas opções. Frases devem ser entendidas e usadas em uma situação, numa interação com outras pessoas, num dialogo, mesmo que seja no Msn. Se você conseguir visualizar frases em situações reais, já seria um grande passo. Não tente memorizar, tente sim "sentir"e entender aquilo que está sendo estudado.

Palavras isoladas podem ser um perigo para quem está começando. É muito importante sempre aprender em um contexto, com as palavras que mais combinam com a que está sendo aprendida.

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Avatar do usuário Logan18 20
Concordo com o Prof. Donay quando ele diz que nenhuma das duas opções é a melhor, e seguindo o racioncínio, acho que para um melhor aprendizado devemos praticar muito, mesmo que tenhamos somente 30 minutos por dia. Ontem mesmo me peguei estudando no escuro pois faltou energia na localidade onde moro. Bem, acho que a dedicação é a chave aprender, de uma forma ou de outra, escrevendo, lendo e falando, mesmo que sejam textos pequenos ajudam no desenvolvimento e no entendimento, e todos aqui sabem que nenhuma pessoa irá aprender inglês dentro de 7 dias!

Então vamos nos dedicar e nos doar um pouco mais, pois eu creio que a recompensa no fim será em dobro.

So, let's study english.
Muito obrigado por respoderem.
Olá mestre Jonathan, boa noite !

Eu ultimamente tenho pesquisado meios, "atalhos", para facilitar o meu aprendizado, porque mesmo que eu esteja tendo algum progresso eu nao sinto isso, e me deparei com essa sua explicação desse topico, mas também me deparei com uma explicação sua contraditoria a essa..

Pode me explicar direito por favor?

Desde já muito obrigado meu amigo

a-fluencia-como-objetivo-no-aprendizado-do-ingles-t6335.html#p29795
Avatar do usuário PPAULO 39205 6 32 684
Caro Ygor, você não está só, tem boa companhia nessa dúvida, veja:

https://www.englishexperts.com.br/1 ... -fluencia/
a-fluencia-como-objetivo-no-aprendizado-do-ingles-t6335.html#p29795



Contudo, salvo melhor juízo, uma pergunta sobre aquisição de fluência seria de um estudante mais avançado, como uma meta. Aqui a pergunta seria mais em termos de método de aprendizado.
Em um momento ou outro as estratégias se encontram, podem ser usadas pelos dois tipos de estudantes. Mas, nesse momento a resposta concisa (e precisa) do Donay diz muito.

Especialmente essa parte:

Palavras isoladas podem ser um perigo para quem está começando.É muito importante sempre aprender em um contexto,com as palavras que mais combinam com a que está sendo aprendida.



Um conselho que um aluno de nível básico (como eu) deveria pagar, pelo preço de uma aula. ;) Obviamente não torna alguém fluente, mas ajuda nos estudos de inglês (ou de qualquer outra língua, devo dizer).
Me desculpa ! A duvida foi para o Mestre Donay e não Jonathan como me referi acima !

Isso Paulo, só que os topicos como citei ai acima do Mestre Donay se contradizem, isso eu nao entendi..
Avatar do usuário PPAULO 39205 6 32 684
Não captei especificamente qual a contradição em si, me desculpe, é que talvez eu só tenha dois neurônios, o tico e o teco. Mas tudo bem. Então vou passar a um ponto/tópico que me chamou a atenção.

O atalho.

Bem, na minha opinião não há substituto para o esforço, e o contato com a língua inglesa (ou outra que se esteja estudando), nessa linha de raciocínio "não atalhos", tem que haver inspiração e transpiração. Isto é, a experiência é própria de cada um, vai-se tentando aprender, o aprendizado é solitário no sentido de que só a pessoa é que vai "absorver".
É onde muitos pais se desesperam e dizem "se eu pudesse eu abria a cabeça desse(a) menino(a) e colocaria isso (conhecimento, etc). Mas é preciso paciência, eles vão ter a experiência, e nela vão aprender ou não. Claro que a psicologia, e portanto um bom educador farão uma diferença. Daí que todo educador é psicólogo - entre outras coisa- tem que passar conhecimento ao passo que tem que ver as limitações do aluno, suas habilidades, o método que vai se encaixar ao perfil do aluno, etc.
Neste sentido não há atalho pra o educador (orientador, se preferir.), nem tampouco pra o aluno.


Por outro lado, há "atalhos" no sentido de que há experiências de outros alunos, professores, e pessoas "que já cruzaram essa ponte". Provendo ferramentas valiosas como dicas, meios mais efetivos de absorver conteúdos, etc. E claro, isso pode fazer a pessoa aprender mais rápido (em termos, pois a meta também é não esquecer mais rápido também). Sim, nesse sentido há atalhos. E esse é um dos motivos pelo qual estamos aqui, pra dividir nossas experiências, de modo que todos aprendam uns dos outros.