Infinitivo com ou sem "to" depois do verbo to be?

A omissão do to só ocorre com o verbo to be...Essa é uma pergunta, não posso por o ponto porque meu teclado esta quebrado.
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Avatar do usuário Donay Mendonça 49095 21 73 1138
Olá Vlad,

Não occorre apenas com o verbo to be.Com outros verbos também.

Exemplo:I helped her study./I helped her to study.

Neste link há mais exemplos:

http://www.english-test.net/forum/ftopic21299.html

Boa sorte
!
Hi there, people!

I don't think there is a cut and dried rule for using "to" after the verb be. All of this began in one of Alessandro's posts and turned out to be a great discussion. Dictionaries bring examples with and without "to" after be. People also have different opinions (yes, I know PEOPLE make dictionaries, LOL). So, I conclude we should use what we feel like using, what we think sounds better to us. Have a nice long weekend!
Avatar do usuário Flavia.lm 3885 1 9 86
Pessoal,

Primeiro eu fui apresentada às cleft sentences, por causa de um outro artigo, uma outra frase. (Thank you, João Ghizoni).

Depois, veio o exemplinho "inocente" num outro tópico, que acabei trazendo pra cá: "All I want is (to) eat a cake"

Depois veio o bare infinitive.

E o bom disso tudo é que eu acabei killing *several* birds with one stone.

As cleft sentences mais comuns - as que mais aparecem nos exemplos dos livros e sites sobre o assunto - são formadas com "what". "What I want is (to) sleep". Alguns autores as chamam de "wh-cleft".
Mas existem também as "all-clefts", onde se encaixa o exemplo do nosso colega "All I want is (to) eat a cake".

De tudo o que li a respeito, o que posso dizer é que não existe nada obrigando nem proibindo o uso do "to" na estrutura em questão. O trecho abaixo, por exemplo, comprova que o uso é realmente opcional, como já mencionado pelo João aí na mensagem anterior.

I touched the bedside light and it broke.
All I did was (to) touch the bedside light and it broke.
source: http://www.bbc.co.uk/worldservice/learn ... v149.shtml

Ah! Li também a respeito do fato de os próprios dicionários se contradizerem em seus exemplos. Mas isso pode ser assunto para um outro tópico, outro dia...

E, aproveitando, as cleft sentences também podem ser usadas para dar ênfase.

Acho que é "só"

Flávia
Wonderful round-up text, Flávia. I loved it! Thanks a lot for your interest and feedback.
Avatar do usuário Flavia.lm 3885 1 9 86
My pleasure, definitely!
Avatar do usuário Ravenna 70 3
Pessoal, eu tenho uma...
Pergunta: Esse tal de "Bare Infinitive" pode vir a ser tido como um "erro" em alguma situação gramaticalmente falando?
(dos dois jeitos como o sem o "to" me parece ser certo, pelo que constatei neste post, mas... é meio confuso entender a explicação, já que esse uso do 'to' depois do verb to be é meio que automático...

:?
Avatar do usuário Flavia.lm 3885 1 9 86
Ravenna

Veja que eu falei "De tudo o que li a respeito, o que posso dizer é que não existe nada obrigando nem proibindo o uso do "to" na estrutura em questão." A estrutura em questão era na sentença "All I want is..."

Para gente se aprofundar mais no bare infinitive, sugiro a leitura do link e, se surgirem dúvidas, abra um novo tópico com este assunto em específico, já que o bare infinitive é bem mais amplo do que o mero uso após o verbo to be.
Avatar do usuário Ravenna 70 3
Oh! Não tinha visto a página n.2 deste post! Por isso perdi sua explicação Flavia, Sorry! ^^ Mas pelo que entendi, acho que 'seguir' o que escreveu João Ghizoni sobre o assunto diminui a tensão causada por essas (aparentes) complicações inglesas. Que venha o próximo tópico para colocar mais gramática dentro das nossas cabeças!
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Avatar do usuário Daniel.S 575 1 2 5
@Márcio

O formato ING é em minha opinião umas das coisas mais interessantes, mas também que mais confundem as pessoas pois para cada caso ele é utilizado por razões completamente diferentes estabelecidas através de regras gramaticais.

No caso de “Of all things, eating a cake is the last I want to do now”

Utilizamos o formato ing, pois o verbo “to eat” está atuando como um sujeito na frase (sim, uma regra gramatical)

Outros exemplos:

Ruth told me that dancing ballet is one of her favorite hobbies

Jack told me that studying other languages is something I should start thinking about.

@ Flávia

Sim, bare infinitive.

Veja:
Verbs of perception — hear, see, watch — and a handful of other verbs — help, let, and make — will take what is called the bare infinitive, an infinitive without the particle "to." This is true of these verbs only in the active voice.
a. We watched him clear the table.
b. They heard the thief crash through the door.
c. She made me do it.
d. We helped her finish the homework.

• After the had better expression. So, "You had better leave now."
• With the verb help. So, "He helped them find it."
• With the word why. So, "Why reveal it?"





Impersonal constructions
There is a specific situation in which the infinitive is used like an "impersonal future tense", replacing "will". This is done through the construction:
to be + "to" + bare infinitive
Grammatically, this is identical to the instructional "I am to wait outside" construction (above), but does not signify somebody having been issued an instruction; rather, it expresses an intended action, in the same way as "will". This "tense" is used extensively in news reports, eg. –
• The Prime Minister is to visit the West Bank (active)
• Aid is to be sent to war-torn Darfur (passive)
This "future infinitive" construction is interesting in that it only has a future aspect to it in situations where the speaker is significantly distanced from the event. In cases where the subject of the sentence is not quite as distanced from the speaker, then the same construction takes on a sense of instruction or necessity (as in "he is to wait outside", or "he is to go to hospital").
The same construction can be used in conditional clauses - If you are to go on holiday, then you need to work hard (or, conversely, if you want to...then you are to...).
E ainda tem: http://www.bbc.co.uk/worldservice/learn ... v149.shtml

Take care,

Daniel