Investimento numa boa escola de inglês

Avatar do usuário andreia_brasil 55 1 1
Estou pensando seriamente em investir uma grana numa boa escola de ingles. Andei pensando bastante e uma coisa que eu li, aqui no EE mesmo e ficou na minha cabeça "existem escolas melhores no Brasil do que, por exemplo, no Canadá, então nem sempre compensa fazer um curso fora" e concordei plenamente.
Um bom professor de ingles sairia pelo mesmo valor do curso na Cel lep mas pelo menos na escola eu teria todo aquele mundo de materiais disponiveis.
Eu já estou fazendo ingles (no FISK) a 2 anos e meio, e no final do ano vou para o nivel avançado. Sinceramente nao acho que eu esteja no avançado e nao quero terminar o curso todo e ver q ainda nao sai do intermediario mas com diploma de avançado!
anyway! estava em duvida entre a Yazigi e a Cel Lep mas estou mais inclinada pela Cel lep.
Alguém que já fez, ou faz, ou conhece alguem que ja fez ou faz, pode comentar a respeito da Cel lep? ou ate comentar sobre a Yazigi.

obrigada
Ola Andreia,

Antes de mais nada, eu não conheço Yazigi e nem CelLep, mas conheço um pouco sobre Canadá, mais especificamente Vancouver. Vi muitos estudantes virem pra cá, gastar uma grana, ficar um mês numa escola onde tem aulas de manhã/tarde e depois volta para uma casa de família nativa, e não aprende muita coisa. Mas tbém tem gente que aproveita e muito. Então quais as diferenças entre essas pessoas:

Os que aprendem:
1. Nao ter ninguem a sua volta que saiba o português
2. Estudar, estudar e estudar...não tem jeito.
3. Não ser tímido(a)
4. Determinação de ficar em situações difíceis para forçar a falar o inglês. Se não tiver...crie, pergunta, pergunta pra todo mundo que achar na rua, no restaurante, no parque, no metro,...alguns te ignorarão, mas muitos estão dispostos a ajudar.
5. Não confundir aprender inglês com turismo
6. Esquecer por completo a lingua portuguesa. Nada de saudades, músicas, livros, revistas, etc...tudo. Se puder esquecer o email, melhor ainda, se não, escreva tudo em inglês.

Se algum dos estudantes não se encaixar nos items acima, então não estarão aproveitando o máximo que eles poderiam fazendo um curso no exterior.

É isso aí !

Bem, qq decisão tomada, boa sorte !
Sea8c2
Avatar do usuário andreia_brasil 55 1 1
concordo com vc Sea8c2. Muitas pessoas se iludem achando que viajando para um país de nativos do ingles, irão aprender como em um passe de mágica.
Por isso: "existem escolas melhores aqui no brasil do que, por exemplo, algumas do Canada."
Acredito que a viagem seria mais válida para quem já tem uma certa fluencia e quer em busca de um aperfeiçoamento, conhecer uma cultura, tornar-se mais desenvolto.

Como percebi que um professor particular iria me cobrar o mesmo que uma escola (q pelo q li eh excelente) do tipo Cel lep, preferi optar pela escola que me daria toda a infra-estrutura.

ah sim claro claro, eu sei q nada adianta de otimos recursos ou um bom professor se o aluno nao se dedica :)


vls.
(ainda aguardo comentarios sobre a Cel lep)
Avatar do usuário João Souza 55 1
Mesmo no Brasil, você aprende bastante se se esforçar.
Por exemplo eu, sou o mais "fluente" da minha sala.
Sou o único que, a cada pausa, questiona o professor alguma coisa.
O negócio é querer, se você não quiser, duvido muito que você vai conseguir.

Ps. Eu até consigo me comunicar, não com aquele traquejo dos americanos, mas até que falo bem.
Fiz Fisk por um ano, minha mãe viu que era meio lenga-lenga e me tirou de lá.

Fui para o Cultura Inglesa, que na minha opinião é o melhor para aprender a se escrever. Lá eu fiz um milhão de anos para chegar a uma confiança na escrita. Hoje aponto erros de nativos e até os corrijo :P

Fiz no Cel Lep o avançado e hoje tenho muita confiança no speaking. Lá eles também dão uma base na escrita, mas incomparável ao do Cultura. As aulas são em uma mesa de reunião, pelo menos onde fiz, o que torna a conversa (em inglês) inevitável - e muito desejável!

Fui para o Canadá meio ano após ter entrado no Cel Lep. Travei nos 5 primeiros minutos, mas respirei fundo e me joguei no país. Falei inglês, espanhol e português. Arrisquei um francês com um colega de quarto também, mas foi desastroso. A dica do meu professor do Canadá foi: compareça às aulas para receber o certificado. Mas o aprendizado está nas ruas, com os nativos. CONVERSE. As aulas são as mesmas daqui. O diferente é que quando você quer alguma coisa você vai ter que se dobrar para explicar. Aproveite pois 99% das pessoas são gentis. 80% se oferece para ajudar sem você pedir (não tenha medo).


Boa sorte onde quer que você estude.
Avatar do usuário João Souza 55 1
GirlyNadsat escreveu:Fiz Fisk por um ano, minha mãe viu que era meio lenga-lenga e me tirou de lá.

Fui para o Cultura Inglesa, que na minha opinião é o melhor para aprender a se escrever. Lá eu fiz um milhão de anos para chegar a uma confiança na escrita. Hoje aponto erros de nativos e até os corrijo :P

Fiz no Cel Lep o avançado e hoje tenho muita confiança no speaking. Lá eles também dão uma base na escrita, mas incomparável ao do Cultura. As aulas são em uma mesa de reunião, pelo menos onde fiz, o que torna a conversa (em inglês) inevitável - e muito desejável!

Fui para o Canadá meio ano após ter entrado no Cel Lep. Travei nos 5 primeiros minutos, mas respirei fundo e me joguei no país. Falei inglês, espanhol e português. Arrisquei um francês com um colega de quarto também, mas foi desastroso. A dica do meu professor do Canadá foi: compareça às aulas para receber o certificado. Mas o aprendizado está nas ruas, com os nativos. CONVERSE. As aulas são as mesmas daqui. O diferente é que quando você quer alguma coisa você vai ter que se dobrar para explicar. Aproveite pois 99% das pessoas são gentis. 80% se oferece para ajudar sem você pedir (não tenha medo).


Boa sorte onde quer que você estude.


Uma coisa que as pessoas pensam, é que os nativos falam fluentemente... :lol:
É que nem no Brasil: nego fala Português durante 20, 30, 50 anos e ainda comete erros... :lol:

O Fisk eu acho bom, pelo menos o meu professor é o Diretor da Escola, o que deve ajudar. :P
(a minha outra professora era meio ruimzinha mesmo...)
Avatar do usuário andreia_brasil 55 1 1
Girly eu jah tinha ouvido falar que o Cultura é mto extenso na parte da escrita. Eu pretendo melhorar agora o listening e a pronuncia. Mesmo pq nao pretendo ficar milhoes de anos, centenas jah está bom rsss

João, concordo com vc. Brasileiro fala muito mal o portugues e com a internet isso vai piorando.
Eu ate gosto do metodo, do material didatico do FISK, as unicas queixas sao o pouco tempo pro listening e oral. Eu pouco falo na aula e tb os laboratorios deixam mto a desejar.
Avatar do usuário João Souza 55 1
andreia_brasil escreveu:Girly eu jah tinha ouvido falar que o Cultura é mto extenso na parte da escrita. Eu pretendo melhorar agora o listening e a pronuncia. Mesmo pq nao pretendo ficar milhoes de anos, centenas jah está bom rsss

João, concordo com vc. Brasileiro fala muito mal o portugues e com a internet isso vai piorando.
Eu ate gosto do metodo, do material didatico do FISK, as unicas queixas sao o pouco tempo pro listening e oral. Eu pouco falo na aula e tb os laboratorios deixam mto a desejar.


Vai aumentando com o tempo a parte falada.
Mas é a turma, se a turma quer falar, o professor fará... :P
Bom, depois de muito escrever fica difícil errar alguma coisa (no Cultura).
O Cel Lep é o que eu indico então. Para mim as aulas eram como uma terapia em grupo ;]
Agora você pode ouvir diálogos sem ler e ver se você entendeu. Ir frase por frase e ver se você a entende, entende como ela foi construída. Para isso você poderia escrever a frase. Depois você compara a sua frase com a frase do diálogo por escrito. Faca isso cinco minutos por dia e voce vai notar a diferenca.

Uma sugestao de site:
http://podictionary.com/

Bom, talvez esse seja mais fácil e mais atrativo:
http://www.betteratenglish.com/
Essa coisa de escola é bem relativo. Estudei praticamente 3 anos na PBF e não tenho do reclamar. Pra qm nao sabe, a PBF é uma subdisiáia do grupo Fisk. Possui o msm material didatico da Fisk, porem as escolas tem uma estrutura menor comparada com a Fisk.
Estrutura de uma escola de idiomas é o que menos importa, na minha opinião. Pra mim, tendo uma sala com um minimo de conforto, um aparelho de som e um ótimo professor já é mais do que necessário. O resto da aula qm é faz são os alunos e o professor. Computadores? Sala de vídeo? Sala de listening? Pode funcionar com crianças, mas com adolescente/ adultos é pura besteira.

As poucas vezes em que assistia filmes pra treinar listening no lugar de ter aulas tradicionais, eu ficava muito puto. Pq isso eu já fazia praticamente todos dias em casa. Ou qd a professora trazia um jogo pra adivinhar objetos, no caso pra estimular a conversação. Não gostava pois achava que a propria conversação que tinha durante as aulas era bem mais aproveitada do que esse tipo de atividade.

Por motivos pessoais tive que mudar de classe, horários e etc, onde tive aulas com umas 5 professoras. Interessante era que apenas uma dessas professoras tinha viajado pra fora, mas o nível de conhecimento delas todas era muito alto. Conversação perfeita, com um mínimo de sotaque brasileiro e tudo mais.
De todas, apenas uma que não gostei. Mas não por falta de conhecimento, mas pq as aulas dela não era tão aproveitada como das outras.

O interesse tem que partir do próprio aluno. Como eu achava o material didático bastante abrangente mas com poucos exercícios, as próprias professoras traziam exercícios de outras fontes. Sendo para entender melhor ou fixar o conteudo das aulas, dado o meu interesse.
As próprias professoras ficavam impressionadas com meu empenho, já que se hj falo com forte sotaque britanico, foram graças aos meus auto-estudos (pq nessa escola ensina-se o jeito americano). E tempo era o que realmente eu não tinha: Trabalho, faculdade e um tempinho pra minha namorada da epoca.

Terminei o curso regular, padrão da escola. Mas agora vou continuar com um novo tipo de curso, voltado só para conversação. E adivinha em ql escola vou fazer a minha matrícula? :)