Preciso de um apoio psicológico no meu aprendizado

Avatar do usuário FabioE 840 1 5 16
Olá amigos,

Preciso de um apoio psicológico de vocês no meu aprendizado. Help! Peço desculpas pelo texto ter ficado muito longo. Por isso, desde já agradeço a quem tiver paciência para lê-lo e boa vontade para comentar e me ajudar. A ajuda de vocês é muito importante.

Há algum tempo atrás, eu li alguns artigos falando sobre a importância do fator psicológico durante o processo de aprendizado de uma língua. Saber isso foi de suma importância para mim. Agora me apercebo de que saber interpretar e entender cada fase de nosso aprendizado é imprescindível se quisermos continuar firmes e fortes em nossa jornada rumo à fluência. Muitas vezes o aprendiz de uma língua se sente bastante frustrado por nutrir pensamentos pessimistas em relação ao seu nível, como por exemplo, achar que não está fazendo progresso, que nunca vai aprender ou que ele não foi feito para aquilo e, por conseguinte, pode acabar desistindo.

Outro dia, assistindo ao Hangout do grande interprete Ulisses Wehby de Carvalho, eu gostei bastante de uma analogia feita por ele, onde ele compara esse processo a alguém que escala uma montanha. A pessoa vai escalando uma montanha e outra e mais outra e, por fim, quando ele acha que já foi longe demais, percebe que ainda há toda uma cadeia de montanhas pela frente a ser escalada. O que, por sua vez, pode resultar em desânimo.

Acho que me encontro nesse estágio, não do desânimo, mas da frustração. Sinto que já cheguei muito longe, que já tenho muito conhecimento da língua, que me encontro em um bom nível. Muitas vezes sinto que só falta um empurrãozinho, coisa pouca, uma besteirinha para alcançar o nível que desejo. É como se eu estivesse em uma corrida com a fluência, o que antes me parecia tão distante agora sinto perto, quase do lado, às vezes tenho a impressão de que vou ultrapassá-la e vencerei a corrida. No entanto, minutos depois, isso me parece muito difícil, como se a fluência em tom soberano/dominante dissesse: ”AQUI NÃO! Ainda falta muito feijão com arroz para você me alcançar, mocinho!”. Só deus sabe o quanto desejo chegar à fluência, pelo menos no que considero ser fluência, já que fluência carrega um conceito abstrato.

O que mais tem me frustrado atualmente e não estou conseguindo lidar é com o que eu passei a chamar de “lacunas de vocabulário/conhecimento”. Eu estudo muito durante o dia, vocês não fazem ideia do quanto eu estudo - felizmente meu trabalho me permite isso, um privilégio que poucos têm e que eu tento aproveitar ao máximo. Quando chega à noite, vou direto para o Skype para conversar com meus amigos nativos, por em prática tudo que aprendi. Resultado: sempre me deparo com as danadas das “lacunas de vocabulário”, SEMPRE! Ontem não teve jeito para eu conseguir explicar ao meu amigo que eu conheci alguém dono de uma “rede de escolas de idiomas” aqui na minha cidade. Com perdão da expressão, mas, deu a moléstia e eu não consegui fazê-lo entender isso! Eu não soube dizer “rede de escolas de idiomas” em Inglês. Depois, com mais paciência fui pesquisar na internet, descobri uma alternativa, eu poderia ter dito “a network of language schools”. Certo, eu entendo que com isso eu acabei aprendendo, contribuiu para o meu aprendizado. Mas a minha frustração é que isso seemmmmpre acontece, entendem?! O cerne da minha frustração se enraíza no seguinte: Quando isso vai diminuir? Quando eu vou conseguir conversar mais relaxado sem me faltarem tanto as palavras? Por que consigo conversar sobre algumas coisas com certa tranquilidade e outras pereço não saber de nada? Isso já aconteceu com vocês? Ou, mais importante, isso AINDA acontece com vocês? Como posso lidar com isso? O fato de não saber quanto tempo vai durar essa fase me aflige, entendem. Eu entendo que quando decidimos aprender um idioma, nunca paramos de aprendê-lo, é algo que carregamos para o resto da vida, todos os dias aprendemos um pouquinho. Não existe um momento em que dizemos “Ok, aprendi Inglês, agora é só relaxar!”. Não! Isso não existe. Aprender um idioma é um exercício diário e continuo. Todavia, como devo compreender e passar pelo meu atual momento?

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Avatar do usuário PPAULO 40635 6 32 709
Oi Fábio, antes de tudo quero lhe parabenizar pelo seu uso correto da língua-mãe, só resvalou no “intérprete” e algumas coisinhas bobas, mas erros que eu também cometeria.

Sim, o fator psicológico é importante no sentido de que o aprendiz tem que pensar que é capaz de adquirir conhecimento, qualquer aluno vai pra classe imbuído dessa atitude.
Pense no aluno que está com problemas em entender uma equação, ele está com dificuldade, ele desiste? Ele acha que o problema é com ele? Claro que não! Ele persiste, insiste e não desiste.

Talvez com linguagens haja o problema da comparação, por que achamos que sabemos tão bem o português que inevitalmente vai servir (até inconscientemente) de base de comparação com outras
línguas. É claro que estamos bem grandinhos para lembrar que quando éramos crianças, nossas mães e familiares nos corrigiam o tempo todo. Coisas do tipo “não menino, não é obrigada, é obrigado!”, “da próxima vez não fale meus amigo, é meus amigos...” até cortando nossas sentenças pelo meio, ou quase, por que crianças são muito práticas. Elas dizem sim mamãe, e continuam a história. Simples assim.
Até que um dia, sem que haja um tempo definido, uma data precisa ou algo assim, nós mesmos começamos a corrigir nossos colegas. E eles também nos corrigem.

O problema do inglês, é que, num belo dia a gente acha que sabe, e de repente aparece algo inusitado e bam! Muitos de nós ficamos inseguros e achando que não aprendemos muito.
Nas suas palavras Fábio você pôs isso em palavras; e algumas delas foram descritivas não do processo de aprender inglês, mas do dia-a-dia do aluno (de emoções do aluno).
Senão vejamos: se sentir frustrado”, “nutrir pensamentos pessimistas”, “achar que nunca vai aprender” ou que ele não foi feito para aquilo”.

Repare que na analogia da escalada da montanha, a pessoa achou que já foi longe demais, e percebeu que ainda há toda uma cadeia de montanhas pela frente a ser escalada. Talvez se ele olhasse pra trás e exclamasse, nossa! Quanto de escalada que eu já fiz! Eu consegui chegar até aqui! em vez de olhar para o que falta, que aí sim, causa desânimo.

Siga o conselho da Ana, não se preocupe com a fluência, não se preocupe com a jornada longa, mas páre de vez em quando pra apreciar a paisagem, pra conversar, trocar idéia, assistir um filme, ver outra coisa. Quando você volta, você vê as coisas mais claramente, ou de outra forma.

Olha, eu não sou fluente em nenhuma das habilidades, nem escrita, nem fala ou leitura, mas o fato de eu poder me expressar um pouco “I just can get by”, isso é maravilhoso, acredite.

Por outro lado, a consciência de que falta muito, de que não é difícil (contudo não é sem esforço) – “English is easy, but not efortless”, é muito bom. Assim a gente não acha que sabe tudo e pára
em algum ponto. O segredo é saber dosar.
Como você disse fluência é um conceito abstrato, então porque se preocupar tanto? Afinal, não deveria ser você o que vai avaliar se é fluente ou não...
Lembre-se, o perfeito é inimigo do bom, e a perfeição é impossível (ou quase) de se alcançar, e mesmo que se alcance, a que custo?

As lacunas de vocabulário, que você citou são comuns pra alunos como você e eu, que não usam inglês todo dia, toda hora. Uma maneira de diminuir isso, talvez seja, usar inglês sempre que possível.
Fazendo atividades como palavras cruzadas, lendo “novels”, fazendo provas em inglês, etc.
Por exemplo, tentando ler aquele jornal on-line, ou se não conseguir tem uma versão BBC no Learning English com notícias Inglês-Português.
Assim, a gente tenta falar/descrever coisas de outras formas, por exemplo para “rede de idiomas” poderia tentar uma “language school franchise”, ou “language school, with brands all over the country etc”, ou até mesmo “language school owner (para referir-se ao seu amigo)” isso não faria tanta diferença. Depois você explicaria que era em vários estados.
Às vezes, não sabendo como descrever a gente simsplemente pergunta, eles respondem e o fluxo da conversa não pára.
Como você viu, pela experiência, a gente aprende dos nosso erros, enganos e embaraços, mais do que com aquela coisa perfeitinha, o professor dando aula, o livro indo do mais fácil para o mais difícil etc.
Hmm, sempre acontece? Talvez isso, signifique que você sempre está aprendendo...
Experiências assim já aconteceram comigo, acontecem e vão acontecer, mas bola pra frente. Afinal eu não sou um professor, pra mim inglês é hobby e um meio de se comunicar, sei que tenho restrições e isso já me ajuda muito!

Carefree! man, carefree!
Take it easy!
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Avatar do usuário Ancrispa 2555 8 57
Fabio
Acho que você precisa mudar a sua atitude em relação ao inglês. Você está sendo muito duro consigo mesmo. Não se cobre tanto, assim não vai conseguir nada além de preocupação, ansiedade e stress.
Quando nós aprendemos uma língua o aprendizado é contínuo, sempre teremos expressões, gírias e muitas palavras para aprendermos. Vou te dar um exemplo, para você entender melhor: outro dia estava conversando com um conhecido e ele citou as seguintes expressões: cabra macho, cabra arretado e cabra da peste.
Deduzi que um cabra macho é um cabra corajoso. As outras duas não entendi nada, parecia que ele tinha falado grego.
Minha língua é o português, porém nunca estive no nordeste e não conheço expressões locais (até gostaria de ter estado lá porque é uma das regiões mais bonitas do Brasil). No nosso país, a riqueza cultural é muito grande, o que pode ocasionar este tipo de situação. Um gaúcho pode não entender o que um nortista fala.
O que dizer então quando nós resolvemos aprender uma língua estrangeira? Obstáculos aparecerão, mas não deve se cobrar ou achar que não aprenderá a língua efetivamente.
Estabeleça metas, estude como vem fazendo, pense positivo e você vai ver que conseguirá sim. Nada é impossível quando nós queremos de fato.
Li uma vez em um site (não me recordo o nome) que até nativos da língua inglesa tem dificuldade para usar o Present Perfect corretamente. Só um exemplo para ilustrar.
Comece a pensar com otimismo, fique feliz com a sua evolução semanal no inglês, não deixe as dificuldades da língua te desanimar. Leva tempo para ser fluente? Leva. É impossível? Não. Sou capaz de fazer isso? Sim.

Eu penso nisso, quando minhas dificuldades querem me atrapalhar nos estudos.

Espero ter ajudado
Ana
Avatar do usuário FabioE 840 1 5 16
Ana, Paulo, quero agradecer-lhes muitíssimo pela atenção de vocês para comigo. Podem ficar certos de que suas palavras foram muito significativas e encorajadoras. Como eu estava dizendo ontem a Ana, eu moro em uma pequena cidade do nordeste e não tenho contato com nenhuma outra pessoa em minha cidade que esteja aprendendo Inglês, o que, muitas vezes, faz com que eu me sinta sozinho nesse universo (do Inglês). É muito bom quando fazemos um intercâmbio de nossos conhecimentos, mas também é muito bom quando fazemos um intercâmbio de encorajamento, como o que foi feito aqui. Eu amo falar sobre Inglês, gosto quando trocamos figurinhas, ideias, experiências. Isso me fortalece bastante! Uma coisa que eu sempre faço, é pesquisar na internet por depoimentos de pessoas que obtiveram sucesso no aprendizado da língua inglesa. Gosto de saber o que elas fizeram e como fizeram, que dificuldades enfrentaram e como lideram com as mesmas - sempre consigo tirar algo para mim. Eu penso “Poxa!? O processo de aprendizado delas foi muito semelhante ao meu. Se elas obtiveram sucesso, por que eu não posso obter também?!”.

Um ponto que eu gostaria de destacar é que eu gostei muito de ter conhecido um pouco mais de vocês, amigos, de perceber que não estou sozinho nessa. Paulo, você deixou-nos um belo exemplo de humildade ao dizer que 'não se sente fluente em nenhuma das habilidades e o fato de poder conseguir se expressar um pouco já lhe é maravilhoso', foi uma parte que ficou impressa na minha mente, pode ter certeza! Talvez, o comentário lógico e abalizado da Ana, ao dizer que “posso está sendo duro demais comigo mesmo e que devo mudar minha atitude em relação ao meu Inglês”, somado ao comentário poético e figurativo do Paulo ao dizer que ‘devo parar e apreciar um pouco mais à paisagem’ do que já conquistei, seja o denominar comum para solucionar e atravessar esse meu atual momento.

Obrigado, amigos!
Avatar do usuário Ancrispa 2555 8 57
Fabio
Só queria deixar registrado:

Não precisa agradecer, porque eu estava passando por uma fase muito parecida com a sua então, não foi difícil responder o tua mensagem (apesar de não escrever tão bem como você).

Achei você um verdadeiro “cabra macho” ;) por ter postado tua mensagem. Já te disso isso e volto a repetir: parabéns pela sua mensagem ( tua honestidade e atitude ) e pelo português que você escreve (impressionante).
Il faut du temps pour arriver à ses fins.
É necessário tempo para alcançar nossos objetivos.
It takes time to achieve our goals. (Acho que em inglês fica assim)

Boa sorte nos estudos
Ana
Avatar do usuário PPAULO 40635 6 32 709
"It takes time to achieve your/one´s goals."
(said in a general way, we use "you(r)/one´s ", more often than not.)


Salute! Ana, mon ami!
Avatar do usuário PPAULO 40635 6 32 709
É isso Fábio, eu sinceramente acho que você está indo no caminho certo. Estude, agora com a Internet tudo fica mais fácil e perto, o mundo encolheu! acredite.
Dificuldades existem. Distância, falta de dinheiro, as preocupações do dia-a-dia, família, casa, emprego e outras coisas. But "where´s there a will there´s a way"
(querer é poder - onde existir vontade se dá um jeito)
Parabéns também pela sua coragem em dizer que há uma deficiência, muitos não iriam admitir, tampouco revelá-la aqui. Mas isso é o primeiro passo para chegar lá, agora é só se dedicar com renovada energia ao projeto de estudar inglês.

Count us in.
Avatar do usuário Ancrispa 2555 8 57
Salut mes amis Fabio et Paulo!
Hello my friends Fabio and Paulo!

O que eu queria dizer era:
What I wanted to say was:
Ce que je voulais dire, c'était :

Il faut du temps pour arriver à ses fins.
Leva tempo (é necessário tempo) para alcançar seus objetivos.
It takes time to achieve your goals. (como o meu amigo Paulo corretamente me corrigiu)

Il faut du temps pour arriver à nos fins.
Leva tempo para alcançar nossos objetivos.
It takes time to achieve our goals.

Não importa se é pronome possessivo da primeira ou terceira pessoa do plural, o que importa é que esta frase é uma verdade imutável.
Estou começando a achar que todo estudante de línguas deveria ter um “mural com frases motivacionais” tipo a que o Paulo citou acima “Vouloir c’est pouvoir”. Para dar uma injeção de ânimo nos momentos de dificuldade.

Good luck in your studies!
Bonne chance dans vos études!

Your friend
Ton amie
Ana
Olá, Fábio!

Os comentários dos colegas estão muito bons! Seu tópico será de grande ajuda para muitos que estão passando por esta situação!

Existe um termo muito utilizado para esta fase que passamos ao estudar algo: platô de aprendizagem (dê uma pesquisada sobre, é interessante). Conheci o termo apenas quando comecei a passar por ele (e ainda estou passando!). É uma fase sombria, um divisor de águas entre os que persistem e os que desistem.
Quando começamos a aprender algum idioma, tudo é novidade e curiosidade. Porém, em uma determinada época do aprendizado tudo parece mais difícil, a motivação começa a ficar abalada e o progresso parece até inexistente. Sabemos de muita coisa mas ao tentar aplicar em situações reais nada acontece com o esperado: esquecemos de tudo, faltam palavras e nos sentimos muito frustrados.

Este platô intermediário é realmente o responsável pela desistência de muitos. Não é uma fase fácil e exige muito mais do que enfiar a cara nos livros para estudar - exige muito do lado emocional, psicológico e técnico.

Estudar horas e horas por dia, incansavelmente, perder horas de sono e "se matar"de estudar não é legal...é desperdiçar esforços e lutar contra os próprios princípios do nosso corpo (além de abrir totalmente as portas para a desmotivação). Esta aí a importância de dormir bem, tirar um dia da semana sem estudar, tirar as férias no ano em contato com outras atividades.
Estudar, além de persistência, exige técnica para ser eficaz. O cérebro deve ser respeitado e tratado como músculos ao se fazer academia, como o corpo em geral ao se fazer qualquer atividade física: deve ter seus períodos de descanso, seus prazos, suas fases de absorção de conhecimento respeitadas.
Embora nos soe como "perda de tempo" estes descansos que damos ao cérebro são muito eficientes. É um processo silencioso e complexo. Nem nos damos conta que o conhecimento adquirido está sendo sedimentado, as conexões estão se fortalecendo e tudo está sendo organizado.
Mais importante do que se matar de estudar é ter consistência ao estudar. Estudar sempre, todos os dias planejados para tal, mesmo que pouco.

Pensar no idioma como um todo, o tempo todo, é algo assustador. Imaginar todas as regras gramaticais, todo o vocabulário que precisamos saber, todas as expressões, o regionalismo que nos confunde (muito bom o exemplo do cabra macho!)...quantas coisas! O grande segredo é separarmos grandes temas em pequenas conquistas, pequenos tópicos por dia, pequenos detalhes do conceito todo. Conquistá-los aos poucos, diariamente, parte por parte.

O platô é uma fase muito difícil que todos enfrentam. E é nele que muita gente desiste. Está aí a principal diferença entre as pessoas que conquistam seus objetivos: as que desistem e as que persistem. Nada de genialidade, algo especial, nada disto.

Nesta fase precisamos de muita imersão. Manter a rotina dos estudos e no tempo restante ter contato com o idioma utilizando atividades leves, prazerosas: filmes, música, conversas informais sem "neura", etc.
E algo valioso: utilizar o que se ama para estudar, utilizar o que dá prazer - é uma arma poderosa contra a desmotivação. Se gosta de artesanato, biologia, educação física, quadrinhos, fotografia, culinária...não importa. Devemos utilizar o que amamos: vídeos, textos, aulas, existe muita coisa grátis por aí. A internet é nossa maior aliada nesta batalha, tudo está na nossa frente, fácil de ser acessado.
Podemos aprender coisas que nos motivam e ainda estudar o idioma :)

E o legal é que quando estamos passando por algo assim aparecem pessoas que também passaram.

Fábio, muita força para nós e muito obrigado pelos comentários de todos!

Abraço!
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Avatar do usuário PPAULO 40635 6 32 709
É isso aí Renato, precisamente isso. Muito bem lembrado e expresso em seu post.
É Fábio, todos podem e passam por isso, somos humanos da mesma forma e as experiências são similares, se não as mesmas. O modo de se resolver e os recursos é que podem ser diferentes.
Renato foi feliz na sua observação, o ser humano carece de variedade e de se diversão, entretenimento, de tempos em tempos. É por isso, que quando me canso de estudar inglês, pego um livro de alemão, francês, matemática etc...ha ha, brincadeirinha... :D mas funciona!
Tenha em mente, as coisas não vem facilmente, mas o difícil não significa impossível. O difícil a gente realiza agora, o impossível a gente realiza depois. Por isso, não passe do seu limite, quando o corpo lhe avisar para parar, pare. Passe para outra atividade.


Thanks for your words, Ana.
And...vous parlez très bien français.