Traduzir ou não as siglas em inglês?

Prezados,
Estou com uma dúvida quanto às siglas que são normalmente utilizadas em inglês. Na minha área - biológica - é muito comum utilizarmos as siglas em inglês ao invés das suas respectivas traduções em português. Por exemplo: DNA (Deoxyribonucleic acid) é muito mais utilizado que ADN. A minha dúvida é: quando o texto é em português, devemos especificar a sigla em inglês ou em português?
Por exemplo: recombination activating gene (RAG) ou gene ativador da recombinação (RAG)?
Eu acredito que deva ser especificada em português e em inglês entre parênteses: "gene ativador da recombinação (RAG - recombination activating gene)", mas não sei se está correto ou é sempre necessário fazer isso.
Como não encontrei nenhuma norma para isso, gostaria de saber a opinião de vocês!
Atenciosamente,
Emeline
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Bom, não querendo dar uma resposta definitiva, pois entra no campo da Metodologia Científica e afins, matérias de faculdade. Assim, para não levantar uma polêmica, vou me ater ao be-a-bá, ao ABC da coisa. Daí em diante, é com você (e seu professor/tutor etc), lembrando que em trabalhos de faculdade vale "pegar a manha do professor", fazer as coisas no método de preferência dele.



Como sou apenas um leigo (e não professor de qualquer coisa), e gosto de coisas práticas, as minhas sugestões são as seguintes:

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No texto (acadêmico), não no "summary" (resumo), aquela parte em inglês.


http://www.fef.br/biblioteca/arquivos/m ... ficial.pdf
2.13 SIGLAS

Na escrita, quando for necessário o uso de siglas, na primeira vez em que
aparecerem no texto, elas devem ser vir escritas por extenso e, após, a sigla entre
parêntese.

Exemplo:
 Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).


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http://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php? ... pt&nrm=iso

Você pode ver que OCDM aqui só é escrita por extenso no "comecinho" do texto (em português), dali em diante, vale a sigla.


Ainda assim, textos com siglas reconhecidamente conhecidas e recorrentes, que venham do inglês, tais como RNA, DNA etc, não precisam ser "traduzidas", eu não gosto muito de textos com ADN (para "ácido desoxirribonucleico") e ARN (para ácido ribonucleico), etc. Há quem goste. Contudo, até em livros e sites acadêmicos, isto parece estar caindo em desuso.

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No resumo (abstract)

O artigo descreve a metodologia utilizada para realizar o relacionamento do banco de dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e das autorizações de internação hospitalar (BDAIH) no Sistema Único de Saúde (SUS) como estratégia de identificação das prováveis causas dos óbitos classificados como de causa mal-definida (OCMD), no Estado do Rio de Janeiro, Brasil, em 1998.

The article describes the methodology used to link the Mortality Information System (SIM) database to the Hospitalization Authorization Form System (known in Brazil by the Portuguese acronym, AIH) in Brazil´s Unified Health System (SUS) as a strategy to investigate deaths classified as due to ill-defined cause in Rio de Janeiro State, Brazil, during 1998.



You can see that the author have a careful to explain our abbreviation to an English reader, in it´s first appearance.
Hence, in case of words like ''DNA/RNA/WWF'' etc, it´s not necessary, they know them already.