Uso de dicionário com pronúncias aportuguesadas?

Erlon Cardoso 5
Galera, eu estava conversando com um amigo meu que foi para o Canadá, sobre o grau de dificuldade inicial que ele tinha com as pronuncias das palavras do inglês, ele me disse que ajudou bastante um dicionário que o pai dele tinha comprado que era basicamente assim:

Exemplo de palavra: power = pauer (pronuncia aportuguesada)

Eu sei que isso não é totalmente "correto", pois a língua portuguesa não tem os mesmos fonemas que a língua inglesa (e vice-versa). E que por isso é importante se aprender os símbolos fonéticos e tal.

Porém me agradou bastante esse relato dele, pois acho que me ajudaria bastante nesse momento do meu estudo com o meu problema de "speak", pelo menos inicialmente é claro, o que vocês acham disso?
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7 respostas
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Redseahorse 11435 1 18 230
Acho legal e funcional, sobretudo para estudantes que ainda não têm tanta intimidade com as palavras da língua inglesa. Os próprios livros escolares, às vezes, referem a pronúncia 'aportuguesada' de algumas palavras.

Donay Mendonça 58120 22 97 1388
Apesar de ajudar em certos casos, esse tipo de recurso (que alguns chamam de pronúncia escrita) é bastante limitado (não funciona sempre) e pode induzir ao erro.

Ou seja, é sempre bom ter cautela ao utilizar.

Bons estudos.

PPAULO 47395 6 39 839
Eu vejo os dois lados da moeda aqui, Redseahorse salientou muito bem o caso dos estudantes que não tem muita intimidade, sim as pronúncias dadas são uma boa "aproximação" na maioria dos casos e servem como muletas, como auxílios à memória.
Seria um recurso admirável e ótimo pra o estudante nos níveis incipientes, mas o estudante que tenha um certo "tempo nas mãos" e que possa ir saíndo da "papinha", da sopinha rala para conteúdos mais sólidos e consistentes.
Resumindo, há que se fazer uma transição e comparações no processo, é bom pra quem tem tempo.

Por outro lado, entendo muito bem o que o Donay salientou aqui, nós - os alunos brasileiros - costumamos nos apegar as coisas, e não é surpreendente que nós apeguemos aos vícios de línguagem e outros do início da aquisição de conhecimento.
O nossos primeiros passos podem nos induzir à erros no futuro, alguns dos quais eu chamo de "quando o português (a línguagem) atrapalha o inglês".
Isso acontece com o espanhol também, e talvez seja mais recorrente ainda com esta linguagem.

Com moderação, cautela e bom senso é bom sim, mas hoje o inglês é tão prevalente que é quase impossível não estar revendo as palavras e expressões a todo momento.
Contudo, se usar, usar paralelamente a outros recursos, vídeos, música, quadrinhos em inglês por exemplo.
Mais um detalhe, quanto mais se usa o inglês mais se aprende. Nós temos uma noção de aprendizado passivo, como por osmose, quando é o aprendizado ativo, interativo - que é mais eficaz na fixação de conteúdos (palavras, assuntos, tópicos, associações, etc ) na memória.
Com um módico de esforço em pouco tempo se sai do basicão hoje em dia. Mas claro, há diferenças individuais que tem que se levar em conta.

PPAULO 47395 6 39 839
Na verdade, já vi pronúncias assim em livros e em algum material didatico (complementar - nada de escola, nada acadêmico), era disso que eu estava falando.

Já em dicionários, acho não muito usual e não deve ser recomendável (na minha opinião, claro).

Erlon Cardoso 5
Primeiro obrigado a todos pelas respostas!

Como o PPAULO comentou, acho que por deter um bom tempo para estudar irei aderir realmente a aprender de forma completa os fonemas da língua inglesa, assim a construção do conhecimento ficará mais sólida e menos passível a erros...

PPAULO 47395 6 39 839
Seja bem vindo e boa sorte nos estudos. Conte conosco no que pudermos ajudar.

PPAULO 47395 6 39 839
Seja bem vindo e boa sorte nos estudos. Conte conosco no que pudermos ajudar. Entenda que minha resposta não é no intuíto de desencorajar o método que seu amigo apontou, eu já usei material didático assim e até eu mesmo já anotei em um caderninho as palavras numa "versão minha" em português, com o tempo a gente vai largando, não há mais necessidade.
Eu costumo dizer que o método de um pode não funcionar pra outros, e eu estudei em um tempo em que eu não tinha quase livros (usava a Speak Up, fitas depois CDs e sites da internet para leitura).
Quando um dia entrei num curso de conversação os professores "tiraram" muitos vícios de linguagem e pronúncias que eu achava que sabia, só que não! Era algo aproximado...
De qualquer forma não me arrependo de ter usado esse artifício (eu não tinha muitas ferramentas à disposição) e de qualquer forma eu tinha algo para estudar e pesquisar"on the side", a revista Speak Up, o site English Made in Brazil e outros - além dos professores do curso.
Na verdade só estou tentando passar um pouco daquilo que aprendemos da experiência. Se pudermos fazer algo mais rápido, e tendo as ferramentas que temos hoje porque não facilitar pro nosso lado? Não é mesmo?
Mas como eu disse, tudo é válido se o aluno sentir que funciona pra ele. Mas no geral o ruim é se ficar por muito tempo com "tais muletas" (digo - auxílios).

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