Arquivo para May, 2007

Oi, pessoal. Meu nome é Ricardo Henrique, sou de Natal/RN. Sempre que posso visito o site English Experts. Tem muitas coisas boas aqui e as pessoas dão sua contribuição, colocando suas idéias, a fim de tornar o estudo de Inglês interessante. Hoje vou dar minha contribuição pra este blog.

Conversei com o Alessandro sobre uma idéia que tive e ele achou legal. É o seguinte: eu gosto muito de música e de estudar a gramática inglesa. Então resolvi juntar os dois, fazendo a análise da letra sob meu ponto de vista e de tentar explicar gramaticalmente alguns trechos da canção que forem mais interessantes. Escolhi uma letra do cantor Bryan Adams (adoro suas músicas), intitulada All I Want Is You.

A letra mostra o amor intenso que uma pessoa sente por outra e não há nada que possa substituir este sentimento. Ela não quer coisas materiais, como ter riquezas, estar na moda. O que lhe interessa é ter alguém ao seu lado, viver bons momentos de alegria e ser feliz com a mesma.

Bryan Adams - All I Want Is You

Don’t want diamonds don’t want gold
Don’t want fashion don’t wanna be cool
Don’t wanna hustle just to get thru
When it all comes down babe
All I want is you

Don’t wanna argue don’t wanna fight
Don’t want no politics babe all thru the night
I told ya before gonna tell ya once more
For the last time baby open up your door
All I want is you all I want is you
Not any old girl will do
All I want is you
If ya don’t need love ya gotta be nuts
The heaviest metal always rusts
Just you and me babe hangin’ tough
It’s gotta be it’s gonna be it’s gotta be love or bust!

Don’t need a doctor don’t need a nurse
Don’t need a prescription babe
Only make me feel worse

Don’t need a license don’t need insurance
Don’t need a ticket where we’re goin’ babe
You got my assurance ya
I told ya before-gonna tell ya once more
For the last time baby open up your door

All I want is you all I want is you
Not any old girl will do
All I want is you
If ya don’t need love ya gotta be nuts
The heaviest metal always rusts
Just you and me babe hangin’ tough
It’s gotta be it’s gonna be it’s gotta be love or bust!

Agora vamos ao que interessa. Na primeira estrofe, o pronome I está omitido. Em letras de música e poesias este recurso é muito utilizado. Em outros verificamos verbos escritos de forma reduzida, como por exemplo, wanna, que é uma forma reduzida de want to; gonna, forma reduzida de going to e gotta, forma reduzida de got to.

Além desses, há também a forma reduzida do pronome you, representada por ya. Do ponto de vista da pronúncia, fazer o uso disso está correto, mas no que diz respeito à escrita, não está, pois é uma linguagem informal, que foge da norma culta. Nas canções este recurso é usado para dar ritmo e é bastante comum.

Esse recurso é apenas aceito por conta da licença poética, onde o autor escreve sem preocupar-se com as normas gramaticais, ficando à vontade e tendo liberdade para expressar as idéias. Exceto neste caso, devemos escrevê-la corretamente, obedecendo a linguagem formal.

Bem, pessoal, esse foi o meu primeiro texto neste blog. Agradeço ao Alessandro por ter me dado atenção e oportunidade. Espero que vocês tenham gostado do que falei e pedir desculpas se eu tiver cometido algum erro, porque afinal de contas, errar é humano. Eu não sou um expert na língua inglesa, mas me esforço. Deixem seus elogios, sugestões e críticas nos comentários. Estarei aguardando.

Um grande abraço.

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Navegando pelo site do Ricardo Schütz, o English Made in Brazil, eu li um relato muito interessante escrito por José Carlos. No texto ele faz um desabafo e conta sobre sua frustração com relação ao ensino de idiomas no Brasil. Assim como ele, acredito que muita gente nutre o mesmo sentimento com relação às escolas de idiomas tradicionais. Então vamos aprender com a experiência de quem já passou pelo processo e evitar o mesmo fim.

Leia abaixo alguns trechos do relato escrito por José Carlos no site www.sk.com.br.

É possível um profissional já contaminado por tantos cursos (…., ……, ….. …….. ……-…, …… …….. ……-…, ……., ….., etc.), que chega ao inicio do avançado e quando, por alguma razão, pára 6 meses, tem que recomeçar do básico? Como vocês tratam um aluno nestas condições? É um aluno-problema ou um aluno-desafio? Porque se vocês repetirem aquela de que tudo depende do aluno ou que tem que pensar em inglês (morando no Brasil), eu desisto de uma vez e não preciso de escola. Junto uma grana e um dia vou morar nos EUA. Na verdade o que eu quero saber é se é possível me comunicar em inglês vivendo no Brasil e, claro, se vocês conseguem realizar tal façanha.

Já cheguei uma vez a acreditar no método de inglês “aprenda dormindo, sem esforço”. Achava uma proposta fantástica. Já não tinha muito tempo mesmo e um método daqueles era tudo que eu precisava. No início tive muita insônia com aquele troço no ouvido, tentando entender como dormindo o inglês entraria no meu imaginário. Com o tempo meu sono passou a ser normal, inclusive meu desempenho em inglês, ou seja, nenhum avanço. Naquela época (anos 70) não havia o PROCON para reclamar de propaganda enganosa.

Não obstante seja graduado em análise de sistemas, pós-graduado em comércio exterior e graduando de direito (7º semestre) e tenha feito uns 35 cursos de aperfeiçoamento, já tive algumas oportunidades profissionais perdidas pelo fato de não ter fluência em inglês. É desesperador. Você tem experiência e conhecimento muito mais do que outros candidatos, e o cara te diz que embora teu currículo seja excelente, é preciso ter um certificado TOEFL, Cambridge, etc. e o teu background vai todo pro lixo. Vale dizer que minha trajetória acadêmica foi toda errada. Primeiro eu deveria ter aprendido inglês, de verdade, e depois partir prá outra coisa. Desculpe, tomar o tempo de vocês. Mas quem sabe há uma esperança. Um dia vocês se reúnem e chegam à conclusão de que o caso do José Carlos é até muito comum no Brasil e ele não está sozinho nesta situação.

A resposta dada foi a seguinte (trechos - by Ricardo Schütz):

É inegável o fato de que a qualidade do ensino de línguas em geral no Brasil poderia ser muito melhor). O que a ciência da lingüística aplicada preconiza há mais de 10 anos, e o que o mundo globalizado de hoje exige, raramente está presente aqui, tanto nos populares cursinhos de língua estrangeira, como em programas universitários que se propõe a formar professores de línguas; e muito menos na escola secundária.

A preocupação maior de parte dos cursinhos tem sido padronizar para poder disseminar e controlar. A aderência a pacotes didáticos pré-determinados facilita a proliferação do negócio através de redes de franquia, uma vez que abre mão parcialmente do requisito de qualificação do franqueado. Ao invés de se apoiarem em profissionais competentes e permitir-lhes autonomia, padronizam e apoiam-se em marcas que são sustentadas comercialmente por vultosas verbas publicitárias. A ênfase no material (Livro 1, 2, 3), por outro lado, facilita o controle sobre a receita financeira do franqueado.

Em paralelo a isso, o ensino de línguas estrangeiras é uma área de atividade muito vulnerável ao comércio inescrupuloso e amador por ser um serviço cuja qualidade é difícil de ser avaliada pelo cliente. A ele é vendido como se pão quente fosse; e só depois de anos, como você, vai dar-se conta de que não produziu o efeito esperado.

São esses fatos que nos permitem levantar a hipótese de que a receita pedagógica predominante, ou é ineficiente por incapacidade de seus autores, ou tem um objetivo mais comercial do que educacional. (É sempre injusto, entretanto generalizar, pois é inquestionável também o fato de que existem alguns institutos e muitos instrutores indiscutivelmente sérios e competentes.)

O exemplo por você citado do “aprender dormindo” é um bom exemplo que vem a confirmar nossa hipótese sobre a desenfreada priorização do comercial sobre o acadêmico no ensino de línguas no Brasil.

Quanto ao seu histórico no estudo de inglês, nosso diagnóstico é de que houve de parte de seus instrutores excessiva preocupação com language learning (estudo convencional, acúmulo de informações a respeito da estrutura do idioma) e poucas atividades que lhe possibilitassem language acquisition. Veja Language Learning x Language Acquisition e Retrospectiva do Aprendizado de Línguas sobre esse assunto.

Outro fato a considerar é que esses cursos, uma vez que atrelados a um plano didático único, também estabelecem um ritmo único. Isto é, são calibrados para pessoas normais, com ritmo de aprendizado normal, não respeitando o ritmo de assimilação daqueles que precisam de mais tempo, nem explorando o talento dos mais rápidos. Num programa desses, é comum o aluno lento (essa lentidão às vezes é temporária) ser passado ao nível seguinte mesmo sem ter mostrado o desenvolvimento necessário, simplesmente porque tudo é padronizado, correspondendo cada grupo a um nível, e fazer o aluno rodar seria perder um cliente. Talvez isso tenha ocorrido com você, o que explicaria o fato de ter alcançado um nível avançado num curso e ser avaliado como iniciante em outro. É possível também que devido à acirrada concorrência entre estes cursos em rede, seu desenvolvimento não seja reconhecido por ser resultado da receita de um concorrente.

Sua constatação de que no mercado de trabalho e no mundo de hoje inglês tornou-se uma qualificação básica tão indispensável a ponto de comprometer toda uma formação acadêmica e profissional, é uma verdade incontestável. É verdadeira e perspicaz também sua opinião de que talvez devêssemos nos preocupar com essas qualificações básicas durante nossos anos de escola primária e secundária, antes de iniciarmos nossa trajetória acadêmica, mesmo porque domínio sobre o idioma da comunidade global é hoje indispensável como instrumento acadêmico e ferramenta profissional.

I hope that helps

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Frequentemente eu recebo e-mails de leitores me perguntando se eu tenho alguma entrevista em Inglês feita pelo Jô Soares. Esses dias dando uma pesquisada no YouTube, eu encontrei uma pérola digna de túnel do tempo (1993), ainda da época do Jô Soares 11:30. Bons tempos aqueles!Hoje o programa do Jô possui uma estrutura bem melhor do que em 1993. Atualmente as falas do convidado que fala inglês é traduzida para o público presente por um intérprete, cada um no auditório usa um fone de ouvido acoplado às cadeiras. Quem assiste de casa lê as legendas. Na época, 1993, Jô Soares era obrigado a falar em Inglês e traduzir para a platéia. Muito legal ver como ele se desdobrava para tornar a entrevista interessante. Realmente o produto final era melhor do que hoje. Pelo menos na minha opinião.

Assista abaixo a entrevista do Rick Wakeman no Jô. Wakeman é um tecladista de rock progressivo. Ele é um pianista clássico treinado, e tornou-se bastante famoso por sua virtuosidade. Nos primeiros anos de sua carreira ele foi um pioneiro no uso de teclados eletrônicos e seu nome tornou-se sinônimo de tecladista cercado por uma vasta gama de equipamentos.

I hope you liked it.

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Mother's DayMother’s Day is a day to honor our mothers and thank them for their sacrifices and everything they have done for us. Children in the United States, like in Brazil, make or buy their mother presents and/or cards. Children traditionally begin the celebration by making their mother breakfast in bed, which they prepare themselves. They may take their mother out for lunch or to a movie. According to Wikipedia, on Mother’s Day more families eat at restaurants than on any other holiday. They spoil her on her day and do the dishes for her, and make a fuss about her to let her know how special she is to them. Dads take the children shopping so they can buy her perfume, a pretty blouse, chocolates, flowers, jewelry, bubble bath, books, art, CDs, DVDs, or something else they know she will like. Kids may help Dad make a bar-b-que or picnic lunch and enjoy the beauty of nature with Mom by taking a walk together or visiting somewhere special. My kids took me to Longwood Gardens one year and the National Forest another time.

President Wilson declared Mother’s Day an official holiday in 1914 after Anna Jarvis initiated efforts to commemorate motherhood. One can read about the origins of Mother’s Day in many articles on the internet, for example Mother’s Day , so I would like to give you a more personal account, an insider’s view so to speak, of how we celebrated Mother’s Day in my family.

In my family, we would take the family out to IHOP (International House of Pancakes) for breakfast when the children were small. One year they surprised me by making me pancakes themselves from scratch, using their grandmother’s recipe, and serving me and my husband in bed. With freshly squeezed orange juice, which they squeezed with their tiny precious hands. They were excited about the new computer software we had just gotten, which makes holiday cards, and they composed me the following card. “To our honorable, mineral water mother! love, M—and C—“. It was illustrated by clip art that they lovingly chose. You may well be wondering what in the world mineral water has to do with mothering. Children learn languages differently than adults. When I had taught them the words “honorable and venerable” as words that show respect, they had remembered them as “mineral water, which was the kind of water we ordered in restaurants when we went out.” I treasured that card which showed the tender hearts of loving children eager to show their mother their special, innocent love in the most respectful manner possible.

Another time each of my children composed me a song and performed it for me. They would invite their friends over to perform skits for us mothers and share cake that the children had baked for the occasion.

When I was young, I wrote my Mother a card using the letters of the word Mother to begin each line of the message, like this:

M - because you’re Marvelous
O - your’re Oh so beautiful
T - This card is to show you how much you mean to me
H - Hugs to show you how much I love you
R - youré Really wonderful.
S - So, Happy Mother’s Day—I love you!

In school the students prepare presentations for their mothers to attend: skits, recitations of poetry, songs, art work, or giving a speech they researched and wrote for the holiday. The teachers often devote some class time to gift making. When I was young, we made our mothers elegant silhouettes of our profile by tracing onto black construction paper, the outline of our shadow, cast by a projector onto the classroom wall. My daughter’s class was still making these classic silhouettes for a new generation of mothers, and it filled my heart with a mother’s pride to receive this precious and unique gift of my daughter’s profile cut out with care by her young hands.

Teachers plan their lessons around the development of tiny motor skills. Learning to cut with scissors and how to string beads is very difficult for young students. So, it meant so much more to me than any store bought gift could have meant to see how my daughter had succeeded at cutting out the difficult shape of her profile by herself. (Maybe the teacher helped a little).

When she was in Kindergarten, she made me a necklace. Her 5 year old fingers could not use a normal sized needle to string regular beads. They used huge wooden beads with large holes so the thick string would easily pass through the holes. I still have that necklace and I have received many compliments on it, because it is so unusual. I proudly tell them my daughter made it for me, if they can’t tell.

My children were always very creative and put a lot of love and thought into their gifts.

My son made me a porcelain duck which he painted in art class. In shop class, he made me a wooden clock which he assembled, stained and varnished himself.

My oldest daughter made me a lamp which she carved herself out of wood, and my other daughter made me vases and other pottery in art class.

My children thought of the idea to make me coupons, which I could cash in whenever I wanted. For example, one coupon was good for a free carwash. Or I could cash in a coupon for having the lawn mowed or the dishes done or the vacuuming done by the kids. I always loved celebrating Mother’s Day with my Mom and later when I had my own family, with my kids. In my family, we started celebrating Children’s Day like they do in Japan to reciprocate all their love they showered and their Dad me with, although it is not common in the United States.

Children learn what they live. In my house my children gave me wonderful Mother’s Days, filled with love. I will always fondly remember all they did for me.

Abraços,

Mary from USA

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If you had a medical emergency in an English speaking country would you know what to say? In the US there is a number for reporting emergencies. It is called 911. You can read more about 911 here.

Telephone conversation - In English:

911: Police.
ME: I want to report an emergency.
911: Yes?
ME: I think I am having a heart attack.
911:What’s your name?
ME: Mary Ziller.
911: And the address?
ME: 527 Walnut Street, Philadelphia.
911: Telephone number?
ME: 215-432-6781
911:All right. We`ll be there right away.

Conversa telefônica - Em Português:

911: Polícia.
ME: Eu quero comunicar uma emergência.
911: Sim. Pois não. Prossiga.
ME: Eu acho que estou tendo um ataque do coração.
911: Qual o seu nome?
ME: Mary Ziller
911: E o seu endereço?
ME: 527 Walnut Street, Philadelphia.
911: (Qual o) número de telefone?
ME: 215-432-6781
911: Tudo bem, nós estaremos aí imediatamente, o mais rápido possível.

I hope this has been helpful.

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