Arquivo para November, 2007

Do you have the Worst Job? Take a look at this!

O pior emprego do mundo

- As vezes eu acho que eu tenho o pior emprego do mundo!
- Fala sério!

Bye

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LinkedIn: faça networking e vá trabalhar no exteriorOi pessoal, na nossa última enquete fizemos a seguinte pergunta “Por que você aprende inglês?”. O resultado parcial indica que 45% dos leitores do English Experts estudam inglês para crescer profissionalmente.

Concordo que um segundo idioma abre muitas portas e acrescento ainda a importância de outro fator: o networking. Todo mundo sabe que o bom e velho QI (Quem Indica) é ainda um dos pontos mais importantes para se obter um emprego. Portanto não esqueça de que um colega de faculdade hoje pode ser o seu chefe amanhã.

Recentemente fui convidado para fazer parte de um site de relacionamentos muito interessante: o LinkedIn. A filosofia deste site é Relationships Matter, algo como, Relacionamentos falam mais alto.

Calma, o LinkedIn não é um concorrente do Orkut. A missão do LinkedIn é auxiliar você a encontrar oportunidades profissionais através do contado com as pessoas certas (leia-se influentes). Ele é muito utilizado por diversas empresas nos Estados Unidos. Quem sabe não é a sua chance de trabalhar nos “states”?

Eu sei que existem sites nacionais com proposta parecida. Porém acredito que o LinkedIn vai de encontro aos interesses dos leitores do EE, já que a maioria das pessoas que estudam Inglês sonham em um dia morar fora. Se for empregado, melhora ainda.

Link: LinkedIn

I hope that helps!

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Concurso

Carta ao Leitor Por: Alessandro em 11/11/2007

Concurso Inglês OnlineOi pessoal, a minha amiga Ana Luiza do blog Inglês Online está nos convidando para um concurso, para participar envie para o email participe@inglesonline.com.br um link de um site que te ajuda a aprender inglês.

O autor da melhor sugestão vai ganhar um exemplar do livro do prof. Denilso lançado recentemente pela editora Campus: “Por que assim e não assado? O guia definitivo de collocations em inglês.

Mas vá com calma, antes de enviar a sua dica de site, consulte o regulamento do concurso aqui: regulamento concurso.

Good luck!

See you!

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Speak UpA pergunta que todos fazemos é: será que vale a pena estudar gramática? Não é novidade dizer que um idioma é algo baseado essencialmente na troca de informações pela fala e escrita. A gramática nada mais é do que uma tentativa de documentar isso tudo e ainda manter o idioma padronizado.

Nós brasileiros temos um certo trauma desse tema. Isso porque nos primeiros anos de escola somos obrigados a estudar regras complicadíssimas do bom e velho Português. Depois, nos últimos anos nos obrigam a estudar regras não menos chatas, só que agora de outro idioma, o Inglês.

Gramática por si só não tem utilidade nenhuma. Pronto falei! Estou sendo radical, mas verdade seja dita, ninguém aprende Inglês na escola – refiro-me aqui ao ginasial – estudando gramática. Se você é uma exceção, por favor, entre em contato, gostaria de saber como conseguiu essa façanha.

Vou contar um segredo. Estude a gramática depois que você já domina o tema. É contraditório, não é? Vou explicar! Antes de estudar Present Perfect busque em seu livro ou na Internet frases que estão nesse tempo verbal. Faça um exercício de tradução e tente acostumar seu cérebro à formação das frases. Treine em voz alta, escreva, reescreva, use no dia-a-dia. Só depois disso comece a estudar a gramática relacionada ao tema. Você vai ver como o estudo vai ficar mais agradável. A cada nova regra você vai ter aqueles insights: “caramba, por isso que eu digo isso assim e não assado”. Faça o teste!

Como eu disse o início, a gramática é uma “tentativa” de documentar o idioma. Porém nem sempre isso funciona. Aprenda a falar primeiro, depois estude as regras. Não o inverso. Aí sim você vai aproveitar todo potencial da gramática.

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O autor do comentário que gerou polêmica ontem - encontrou algo que para ele deu super certo. Fico feliz por hoje ele estar aprendendo mais inglês e estar ganhando fluência. Coisa que no Brasil ele não conseguiu! Porém, fico muito triste por saber que ele passou pela mão de péssimos professores aqui no Brasil, péssimas escolas de idiomas, péssimas experiências de aprendizado, péssimas metodologias e por pessoas que prometiam algo e não cumpriam.

Mas vale fazer aqui fazer algumas perguntas: será que no Brasil ele era um bom aluno de inglês? Será que ele fazia as tarefas solicitadas pelos professores? Participava ativamente das aulas? Interessava-se em aprender a língua? Procurava ler, ouvir, falar e escrever quando estava por aqui? Estava realmente a fim de aprender? Motivado e comprometido em aprender? Enfim, que tipo de aluno ele era: péssimo, ruim, meia-boca, bom ou excelente? Estas são algumas das perguntas que discuto no segundo capítulo do meu primeiro livro “Inglês na Ponta da Língua: método inovador para melhorar o seu vocabulário” (páginas 12 a 42). É necessário que cada aluno de língua inglesa se auto-avalie para só depois procurar por culpados pela sua dificuldade de aprendizado.

Infelizmente, é muito comum ver brasileiros que nada aprendem, tacar pedras nos professores brasileiros. Sim, reconheço que há péssimos profissionais na área! Mas também não se pode generalizar! Veja bem: a maioria das pessoas que estão lendo este meu artigo agora falam português, mas será que todos se habilitam a ensinar português? O Hélio se arriscaria a dar aulas de português para estrangeiros? Acho que já dei meu recado neste ponto! Caso tenha ficado obscuro podem perguntar aí na área de comentários!

Lá onde nosso amigo Hélio está - nos States - ele acorda e dorme ouvindo inglês. Ou seja, o cérebro dele só tem uma opção: aprender inglês. Quer queira, quer não! “Ou aprende ou morre de fome, meu amigo“, como diria um grande amigo meu. Notem que aqui no Brasil não era preciso forçar os neurônios para aprender ou usar o inglês! Aqui era tudo oba oba… Aqui talvez era algo mais ou menos assim:

“Inglês iscuto só na sala di aula! Escrevê inglês!? Pra quê!? Eu moru nu Brasiu! Falá inglês cum quem!? I si falá ainda vamu falá erradu mesmu! Então, dexa pra lá! Ouvi inglês!? Só as músicas mesmu e us filmi! Ainda assim quandu é filmi eu colocu legenda que é pra entendê melhó!”

Com atitudes assim percebe-se que o inglês não é vivenciado pelo aprendiz dentro do Brasil. E ele - o idioma a ser aprendido - deve ser vivenciado em todos os aspectos. Afinal, trata-se de uma língua viva! Que sofre alterações! Palavras antigas voltam a ser usadas. Às vezes, com o mesmo significado de antes; outras, com significados diferentes e novos. É preciso observar a língua sendo usada por eles. Ver a gramática sob uma perspectiva diferente. Correr atrás! Forçar o cérebro a ouvir e ler inglês! É preciso ter atitude!

É por isto que muitas pessoas aprendem inglês perfeitamente - sotaque, pronúncia, entonação, vocabulário (nuances e tudo mais), gramática do dia-a-dia, gírias, expressões, etc - sem nunca terem saído do Brasil! Se dedicam! Têm atitude! Demonstram interesse! Estão altamente motivadas! Correm atrás!

Afinal, sem as qualidades de um EXCELENTE aprendiz nem o MAIS FANTÁSTICO dos professores será capaz de ajudar você a aprender inglês. Seja no Brasil, seja nos States, seja na England, na Australia, no Canada, wherever! English is a “thing” to be part of you! And to be part of you, you have to dedicate yourself as much as you can, otherwise only a fairy will be able to help you!

Era isto o que tinha para dizer!

Denilso de Lima - ELT Professional, Teacher Trainer, Methodologist e acima de tudo um eterno aprendiz sem nunca ter saído do Brasil.

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