Arquivo para December, 2007

FriendsHi guys, how have you been? I know I’ve been off for a while… So, I thought today we should learn 2 phrases to make it up and I picked up “Friends” again, because it’s what I consider a “classic” TV series, and I’m sure most of you have enjoyed their episodes. So, let’s cut the chase.

GO COMMANDO

On the second episode of the third season (The One Where No One’s Ready), Chandler hides Joey’s underwear. So, Joey decides to wear ALL of Chandler’s clothes instead. And to bother him, he explains he is “going commando”. To go commando is a humorous American slang for “wear no underpants”. According to Wikipedia, , this phenomenon is also referred to as “going Indian”, “freeballing” (in the case of men not wearing underwear), and “freebuffing” (in the case of women).

STEAL SOMEONE’S THUNDER
On the third episode of the fifth season (The One Hundredth also known as The One With the Triplets), Phoebe is in the hospital, about to deliver her brother’s triplets, whom she is carrying as a surrogate mom. Suddenly, Joey doubles over in pain. Phoebe thought at first that it was nice that Joey had “sympathy pains”, but then she became upset because he was trying to “steal her thunder”. In this case, to “steal someone’s thunder” means to do something that takes attention away from what someone else has done. Depending on the context, this phrase can also mean that someone is taking the credit and praise for something you did or winning praise for themselves by preempting your attempt to impress.

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por Marcel Ribeiro Dantas
email: ribeirodantas at slackware-rn.com.br

Vários idiomasComo um jovem curioso, possuidor de uma louca paixão por escrever, falar em público, ensinar e descobrir coisas novas, desde pequeno guardei a vontade de aperfeiçoar-me no que mais tarde descobri ser o estudo da lingüística.

Inicialmente me destacando no português, em seguida comecei os meus estudos na língua inglesa. Por influência de meu pai quem sempre tentou com esforço hospedar estrangeiros em nossa residência, entendi com o tempo a necessidade de dominarmos bem um outro idioma, principalmente quando ele é conhecido como o idioma que todos devem saber.

Com o tempo, comecei a participar de uma sociedade a qual me tornei dependente mesmo sem ter notado. Como ativista de software-livre comecei aos poucos acessando a rede de IRC Freenode a qual tem em sua maioria usuários falando a língua inglesa. No intuito de tornar-me parte dessa rede, poder manter um bom diálogo com grandes desenvolvedores e inclusive fazer amigos o hábito de estudar e falar idiomas tornou-se outra das grandes necessidades as quais tento satisfazer no meu dia-a-dia.

O contato com estrangeiros cada vez mais crescia, até que o espanhol tornou-se uma língua a qual eu também desejara aprender. Desde pequeno meus estudos desbravaram-se sobre diversas línguas como o hebraico, latim, grego e outras já esquecidas pela maioria. Entretanto dessa vez eu estava com uma nova intenção em minha mente: Não só aprender palavras ou frases feitas, mas poder entender o sentido do idioma, como as orações fluem e tornar-me então fluente.

O real objetivo desse artigo encontra-se em um momento recente de minha vida. Na própria rede Freenode conheci um canal de amigos apaixonados por lingüística (#linguistics), o que além de me fascinar com esse estudo, fulminou diversos mitos que eu tinha em minha mente. O fato de saber várias línguas prejudicar o progresso de uma, por exemplo, foi algo que logo notei ser um grande mito. Talvez em um período muito longo o qual você acostumou-se a utilizar uma, traga dificuldades na outra, mas nada que o tempo, estudo ou costume ajudem a fixar esse problema.

O problema o qual fiquei sujeito só permitiu que eu me desse conta quando já estava inserido no contexto de tantos idiomas. Estava lendo sobre esperanto, estudando o básico do alemão, melhorando o meu espanhol e ainda o meu inglês em uma busca de deixar mais rico meu vocabulário. Será que é possível esse desenvolvimento? Será que é sadio?

O problema quando se tenta abraçar o mundo com as mãos é que você percorre grandes distâncias, avanços notáveis, mas pouco significativos por uma outra perspectiva. Meus argumentos para estudar o esperanto eram bem interessantes, afinal uma língua que utiliza vocabulário e regras anglo-saxãs, latinas e ainda fonética eslava iria ajudar-me em diversas outras línguas de meu interesse. De qualquer modo, a minha produtividade seria insignificante comparado ao estudo concentrado de uma ou duas línguas no máximo, a qual eu já tivesse ao menos em uma um nível avançado.

Logo - ao menos no estudo da lingüística - pode-se ter certeza que não é indicado o estudo de mais de uma língua simultaneamente, uma vez que a produtividade será mínima, além dos problemas que você terá em memorizar tantas palavras e regras parecidas ou díspares demais. Entretanto, se você encontra-se em um ambiente o qual poderia facilitar isso, com medidas precavidas pode ser que o estudo de várias línguas simultaneamente seja possível sem danos.

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Em mais um momento cultural, apresento para vocês a sensacional aula de Inglês de Caco Antibes no programa Sai de Baixo (bons tempos!).

Pelo que tudo indica Caco é mais uma adepto do ensino de idiomas através de música. Com a interpretação de Miguel Falabella é impossível não aprender o vocabulário da música My Bonnie Lies over the Ocean. Os alunos Magda, Rimabar e Edileusa foram muito bem. É imperdível, um dos momentos clássicos da 1a temporada da série.

My Bonnie lies over the ocean
My Bonnie lies over the sea
My Bonnie lies over the ocean
Oh bring back my Bonnie to me

Bring back, bring back
Bring back my Bonnie to me, to me
Bring back, bring back
Bring back my Bonnie to me

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Ampliando o Vocabulário: TIMEDepois de um tempo sumido, eis que estou de volta. Estava na hora de aparecer. Afinal, a última vez que estive aqui foi para falar sobre “hand” (texto no qual misturei um pouco de inglês, etimologia e história do Brasil). Quero lembrar também que o Inglês na Ponta da Língua (o meu blog) já voltou a ser atualizado, então dê uma passadinha por lá depois, ok?

No parágrafo acima usei alguns dos sentidos da palavra “time” em português. O primeiro é o clássico “tempo”. Mas cuidado! “Time” faz referência ao tempo de horas. Nada tem a ver com o tempo (clima) e muito menos com o tempo de verbos. Para tempo (clima) dizemos “weather” e para tempos verbais usamos “tense”. Sabe aquela frase que diz assim “nossa, como o tempo passa rápido!”? Em inglês dizemos “wow, time flies!”.

Outro sentido de “time” é o de “hora”. Este é moleza, né? Nos níveis básicos aprendemos a perguntar “what time is it?” (que horas são?). Logo, o “time” aí significa hora. Aliás, você sabia que também pode perguntar as horas dizendo “what’s the time” ou “have you got the time?”? Pois é! São modos diferentes para se obter a mesma informação!

Além destas duas, “time” também significa “vez”. Podemos falar sobre a “first time” (primeira vez) de alguém. Ou talvez afirmarmos que esta será a “last time” (última vez) que faremos algo. É possível ainda falar “three times” (três vezes), “four times” (quatro vezes), “five times” (cinco vezes), etc. Tudo vai depender de quantas vezes você faz determinada coisa.

Para os apaixonados por música, “time” refere-se ao “compasso”. Compasso musical! Não o compasso para desenho. Aquele para desenhar cincunferências é conhecido por “compasses” (sempre no plural; pois se você falar apenas “compass” já estará falando de uma bússola). Calma! Vou simplificar: compasso musical = time; compasso para desenho = compasses; bússola = compass. Entendeu?

Estamos quase no fim! Calma! Se você ao ler um texto, depara-se com “in Medieval times”, cuidado! Muita gente tem a mania de traduzir por “nos tempos medievais”. A gente até entende! Porém, ficará melhor se você traduzir por “na era medieval” ou “no período medieval”. O mesmo pode ser dito de “of modern times” (do período contemporâneo) e outras mais.
Para encerrar, vale dizer que “time” também pode ser verbo. Neste caso, pode significar “programar”. Por exemplo, “the meeting has been timed for 2pm” (a reunião foi programada para as duas da tarde). Como verbo pode ser ainda “cronometrar” ou “escolher o momento certo [para]“, vai depender do contexto.

É hora de parar! Lembre-se porém que há ainda outros significados para esta palavrinha. Há também um monte de expressões. Meu conselho é o mesmo de sempre! Abra o olho e veja bem como ela é usada em companhia de outras palavras e divirta-se em aprender muito mais com uma simples palavra.

Denilso de Lima - denilsodelima.blogspot.com

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Merry ChristmasOi pessoal, está chegando o final de ano e é bom ficar afiado com o inglês pra não passar vergonha na hora de desejar feliz ano novo e feliz natal. Todo mundo sabe que devemos dizer Happy New Year para desejar um feliz ano novo e Merry Christmas para feliz natal. O que alguns confundem é qual preposição usar depois dessas expressões - to ou for.

Então vai aí a dica, após as expressões Happy New Year, Happy Christmas, Happy Birthday e Congratulations sempre devemos usar a preposição to. Exemplo: Happy Christmas to you!

Só uma observação, nos EUA usa-se Merry Christmas enquanto que na Inglaterra e Irlanda é mais comum o uso de Happy Christmas.

That’s all folks,

See you!

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