De forma geral, o autodidata (self-taught) é aquele indivíduo que tem a capacidade de aprender algo, sem o auxílio de um professor. A pessoa que com o próprio esforço, busca as fontes de conhecimento necessárias para sua aprendizagem. Quem realmente deseja ser fluente em Inglês, tem que entender um pouco sobre esse tema, principalmente aqueles que não dispõem de recursos financeiros para morar no exterior (situação ideal). Claro que o papel do professor é sempre muito importante e nunca deve ser menosprezado.

O aprendizado de idiomas é um processo onde o estudante faz o papel de protagonista, não de coadjuvante. O estudante é protagonista quando: tenta falar em inglês sobre temas do seu interesse, procura entender músicas e filmes em Inglês sem o auxílio de material de apoio (legendas), busca situações onde será obrigado a praticar o idioma que está aprendendo (ambiente com muitos estrangeiros), lê livros em Inglês (de qualquer tipo) e por aí vai (and so forth).

Fazendo o papel secundário ou aprendendo de forma passiva o máximo que o estudante vai conseguir é conhecimento em gramática normativa. Daí vem a importância de ser autodidata. Mas como ser autodidata?

A principal característica do autodidata é a curiosidade

Qualquer pessoa que vai além do que é passado pelo professor, por simples prazer em aprender mais, já tem boas chances de ser um autodidata. Porém só a curiosidade não basta. Outros fatores importantes são: atitude e disciplina. A atitude nos tira da inércia e nos dá um gás para iniciar os estudos. É aquele momento que a gente sai do “eu gostaria de aprender Inglês” para o “eu estou aprendendo Inglês”. Já a disciplina é aquela força que nos mantém nos estudos dia após dia.

Leia o segundo artigo da série sobre o autodidata

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