Música Demons do Imagine Dragons

Olá pessoal! É a minha primeira participação nesse fórum que parece ser muito construtivo.
Achei muito interessante algumas construções da música do título. Particularmente, duas estrofes estão me intrigando, já que não concordo com as traducões dos principais sites. Para uma delas, cosegui propor uma tradução que para mim faz mais sentido. Para um verso da outra não consegui propor algo aceitável, apesar de que o sentido geral pode ser compreendido. Seguem as estrofes retiradas do site oficial do grupo.

So they dug your grave (Então eles cavaram sua sepultura)
And the masquerade (E a farsa / E a encenação)
Will come calling out (Ficará nítida / Virá a público de forma gritante)
At the mess you made (Com a bagunça que você fez)

At the curtain’s call
It’s the last of all
When the lights fade out
All the sinners crawl

O apóstrofo ao lado de "curtain" no verso acima é estranho para mim. Para mim, essa contração só poderia ser substituída por "curtain is call" ou "curtain has call". Nenhuma das duas é gramaticalmente correta ou faz qualquer sentido. Para mim, o verso faria total sentido se o apóstrofo não existisse e a letra "s" indicasse o plural de "curtain". Aí sim, faria total sentido, uma vez que "curtain call" é a subida dos atores ao palco depois do espetáculo, para receber os aplausos. Faria total sentido, mas retirei a letra do site oficial do grupo. Então, o apóstrofo existe mesmo, a não ser que eles tenham errado lá.
Alguém tem alguma opinião sobre as estrofes?
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Avatar do usuário PPAULO 39205 6 32 684
Yes, I do. (I have an opinion).

The problem is, we are told that apostrophes are used with inanimate subjects, period. It´s not so ''black and white"; its usage seems like having some 50 shades of grey...!





http://forum.wordreference.com/showthread.php?t=165875

They call it the "descriptive genitive" (e.g. "the sun's rays") when it is a property of, or otherwise associated with, an object rather than something it actually owns as such, and the "possessive genitive" when it is truly a genitive ("Matching Mole's computer"). The forms are the same however, either "inflected" (apostrophe "s", e.g. "the moon's reflection") or "periphrastic" (meaning a circumlocution, e.g. "the reflection of the moon").

The problem is that some purist grammarians do not accept that inanimate objects can use the inflected genitive because that they cannot always be said to possess certain attributes ascribed to them ("a day's pay" being a classic example). This strikes me as a rarified view that any sensible mole can ignore. In any case, there are other grammarians who argue that the genitive has always had more uses than the strict possessive.

Having said that, I think English speakers quite often obey the rule about not using the inflected genitive for inanimates; I think you may only be able to learn the skill of when to, and when not to, by experience.



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Perhaps that´s why in the following guidelines they don´t explicitly spouse such a thing (with all those words)...


http://www.oxfordlearnersdictionaries.c ... apostrophe

https://owl.english.purdue.edu/owl/resource/621/01/

http://www.eng-lang.co.uk/apostrophe_rules.htm



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So, as you see; "curtain´s " meaning "of the curtain" can be used (mainly in music or informal way). I would say it´s a genitive descriptive, since ''a call" isn´t normally a thing a curtain would do. But with some poetical licence, it can be used, just like in Portuguese.