Escolas matam a criatividade!?

Ken Robinson é autor de uma das palestras mais baixadas do TED (Ideas Worth Spreading). Com mais de 4 milhões de downloads, esta famosa palestra (talk) é sobre um assunto que muito nos interessa: educação e criatividade.

Um dos pontos defendidos por ele é que o modelo de educação atual acaba podando a criatividade dos alunos. Em determinado momento ele conta a seguinte estória:

..uma menininha que estava numa aula de desenho. Ela tinha seis anos e estava lá no fundo, desenhando. A professora disse que essa menininha quase nunca prestava atenção na aula, e dessa vez ela prestou. A professora ficou fascinada, foi até ela e perguntou: “O que você está desenhando?” E a menina respondeu: “Estou desenhando Deus.” E a professora disse: “Mas ninguém conhece a aparência de Deus.” E a menina disse: “Vão conhecer num minuto.”

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Enfim, uma palestra interessante para professores e alunos. O TED tem o recurso de escolher o idioma da legenda. Para quem está mais avançado no inglês pode optar inclusive pela legenda em inglês ou ainda baixar o vídeo e o transcript.

Confira a palestra:

I hope you like it.

See you soon!

Há quanto tempo você estuda inglês? Já passou por sua cabeça que você pode estar estudando de uma forma que dá pouco ou quase nenhum resultado? Que tal fazer um intensivo de inglês de 180 dias e recuperar o tempo perdido? Em 6 meses você pode elevar o seu inglês a um novo nível. Clique aqui e saiba como.

ps.: Não posso deixar de dar os créditos da indicação do link para minha mãe. Ahh! Ela também é educadora. ;-)

Alessandro

Alessandro Brandão

Alessandro Brandão é coordenador caseiro do English Experts e do Fórum de idiomas. Trabalha também em projetos na área de Comércio Eletrônico e Ensino a Distância (EaD).

Mostrar 8 comentários

  • 15/10/10  
    Heitor diz: 1

    Adorei!

    Palestra muito interessante, além de tratar de um assunto sério, ele jogou um pouco de humor, ficou fascinante. Parabéns

  • 15/10/10  
    Sueli Pezzin diz: 2

    Cuidado com a língua portuguesa, não existe a palavra ‘estória’ em português, tudo não passou de uma brincadeira de Guimarães Rosa, que falava 14 idiomas, ao escolher para seu livro o título “Primeiras Estórias”, fazendo a comparação com o inglês, ele naturalmente sabia que a palavra não existia, contudo os estudiosos da época não foram capazes de contestar o Sr. Rosa, portanto passaram a utilizá-la como se ela existisse, passou até a fazer parte de dicionários, e foi aceita linguisticamente, contudo esse equivoco já foi solucionado.

  • 15/10/10  
    Sonia Mara diz: 3

    Acho que a escola pode, sim, assassinar a criatividade. Muitos educadores se prendem a regras e modelos educativos pré definidos, deixando pouco espaço ou nenhuma possibilidade de abertura pra novos conceitos e experiencias.
    Acho que a verdadeira escola é aquela que antes de mais nada percebe em seus alunos suas potencialidades e se direciona para o desenvolvimento delas.
    A escola deveria visar principalmente a formação de um ser com todas as suas potencialidades, capacidades e dons plenamente desenvolvidos e enriquecidos e não produzir robôs e autômatos em série, preparados para o mercado de trabalho, que se formam muitas vezes com uma enorme carga de frustração.
    Infelizmente, as nossas escolas não estão preparadas para aplicar o conceito verdadeiro da palavra EDUCAÇÃO.

  • 16/10/10  
    João B. L. Ghizoni diz: 4

    Wonderful contribution to us, learners, Alessandro. It’s almost eleven p.m. on a Saturday night and here I am watching this great video you show us. Thanks a lot. It’s superb!

  • 17/10/10  
    Lena diz: 5

    I belive in this!

  • 17/10/10  
    ale borges diz: 6

    it’s an excelent talk!

  • 28/10/10  
    Julia diz: 7

    Olá Sueli! Você tem certeza que não existe a palavra estória? Procurei no Houaiss e no Michaelis e ela está lá sim! Encontrei a seguinte descrição: “A palavra foi proposta para designar narrativa de ficção, mas a forma preferencial é história.” Quer dizer, apesar de a palavra “história” ser preferência, “estória” não deixa de existir. Abraços!