Como melhorar seu skill rápido, sem gastar + tempo e barato

Nos 2 últimos meses meu listening saltou de 0 a 6 em minha opinião... Ok... Não é média para passar de ano, mas é algo para se orgulhar, então vou passar o método que criei (adaptado de minha nova professora de inglês, dicas de amigos e várias outras fontes)...

TV
Vi muitas sitcoms (seriados de comédia com capítulos curtos, mais em pt.wikipedia legendadas e:
1. Escolhi duas que mais gostava, SCRUBS (Ref. nbc e MY WIFE AND KIDS (Ref. mywifeandkids Os dois passam no Sony Channel;
2. Passei a conhecer os personagens;
3. Comecei a evitar as legendas. Só dou uma espiada quando não entendi nada.

Faltam dois passos ainda:
4. Não olhar as legendas de jeito nenhum;
5. Além de entender o sentido das sentenças, compreender 100% de tudo que é dito...

:arrow: Por que é rápido? Por é constante (uma vez ao dia, 6 dias por semana), como você conhece os personagens, seu cérebro assimila e se prepara melhor para a frase que virá e isso facilita em muito o aprendizado...
:arrow: Por que não gasta seu tempo? Em vez de ver novela, você pode ver dois episódios de seu sitcom preferido, em vez de ver o Jornal Nacional ou qualquer outro, você pode ver um episódio (veja/leia o jornal via Internet durante seu expediente no trabalho).
:arrow: Por que é barato? Por que o Sony Channel passa em quase todos os pacotes de tv a cabo/satélite e se você não tem nenhuma das duas opções, você pode alugar os pacotes de dvds em qualquer locadora...

PODCAST
São programas com pouca ou nenhuma produção, por isso mesmo muito baratos de ser feitos e a grande maioria é distribuído de graça via Internet (mais em pt.wikipedia Algumas pessoas dão jeito de ganhar com isso, mas imagino que muitos fazem isso por caridade mesmo...

É um meio fantástico de aprender inglês e quase 100% dos podcasts de ESL (English as Second Language, Inglês como segunda língua) são feitos por nativos de países de língua inglesa e jovens o que é fantástico, pois falam expressões de dia-a-dia e não aquelas viciadas de sala de aula como "How are you? I am fine, thanks! Duh!".

Tenho ouvido os podcasts em nível crescente de dificuldade e vou apresentar meu plano de estudos aqui:
1. Comecei pelo Pod aprender inglês! (Ref. podaprenderingles.blogspot acho que mudou para podaprenderingles.podomatic depois) é feito por um pai mala que força sua linda filha, e as vezes até sua pobre esposa, a participar do programa... Risos... Brincadeiras a parte TODOS devem ouvir... É feito em um nível bem básico... Verbo to be mesmo... Tem muitas partes em português, ótimo para adaptar nossos ouvidos (Anne e Rudi Santos, muito obrigado).

2. Caminhando rumo a excelência encontramos o English as a Second Language Podcast (http://www.eslpod.com) feito na linda Los Angeles (como o apresentador sempre diz), ou seja, nada de português aqui... Feito por Dr. Lucy Tse e apresentado pelo Dr. Jeff McQuillan (Ph.D em ensino de línguas).

O Dr. Jeff fala muuuuito devagar, depois de alguns capítulos você não precisa nem voltar ao site para entender o que ele disse. Bom... Eles vendem as transcrições e você ganha de lambuja o vocabulário super incrementado deles. Bom... Eu não comprei...

3. E 4. Better at English (Ref. betteratenglish e Uncensored English (Ref. uncensored.betteratenglish cuidado com esse último, totalmente explícito, assuntos como p.eidos e ficar p.uto(a) da maneira mais natural possível (desculpe as palavras).

Botei esses dois tópicos juntos por que são feitos pela mesma dupla e têm o mesmo nível... Considero esse podcast de intermediário a avançado por que a Lori (Americana) e o Michael (Inglês) não reduzem a velocidade e não param para explicar muita coisa, por isso o nome do programa é Real English Conversations... Eles falam sobre tudo, de drogas a comida saudável usando sempre expressões do dia-a-dia, perfeito para aprender os temidos phrasal verbs...

P.S: Faça doações... Eles fazem um trabalho incrível e tudo que pedem são doações e presentes da Amazon...

5. Apesar de ter textos e diálogos mais curtos e ter algumas explicações sobre vocabulário no final, coloquei o China232 (Ref. china232 após o Better at English por que são dois rapazes muito novos que fazem esse programa, então eles falam meio arrastado e de maneira muito cotidiana... Mais próximo do que se ouve nas ruas dos US... Muito legal... É onde estou atualmente no meu programa de treinamento de listening por podcasts e juro... Não cansa nada pois sempre tem muito bom humor envolvido nos shows...

6. Ainda não cheguei nesse nível, mas pretendo chegar logo... Aqui a coisa é MUITO séria... Nesse nível você pode ir para os US sem medo nenhum nenhum... Estou falando dos podcasts da CNN (Ref. cnn

Quando você chegar aqui amigo... Um abraço, ninguém te segura, por que além de listening impecável, para se dar bem aqui você precisa ter um ótimo vocabulário e estar por dentro do que anda acontecendo nos US e no mundo...

:arrow: Por que é rápido? Por é constante e tem nível crescente de dificuldade... Só depende do seu interesse...
:arrow: Por que não gasta seu tempo? você deve ouvir em transito (no ônibus, no taxi, no metro, helicóptero, etc. Eu ouço no ônibus... Fazer o que, né?), antes de dormir (ouço uns 30min na cama), no banho, fazendo barba, se exercitando (ouço enquanto corro)... Nunca pare para ouvir em casa ou no trabalho ou etc... Senão você fica concentrado demais e acaba com a naturalidade do negócio... Lembro que no início minha namorada odiava dirigir e falar inglês ao mesmo tempo (eu ria muito, isso acabou graças a ela e a Deus), imagina você nos US olhando com cara de peixe morto cada vez que fosse conversar com alguém...
:arrow: Por que é barato? Ao contrário do que muitos pensam, não são só iPods que tocam Podcasts, mas qualquer mp3 fuleiro (indico um com no mínimo 520mb para você não ter que ficar sincronizando toda hora)... Acredite... Você vai aprender MUITO mais que em dois livros que é o mesmo preço de um mp3 mediano hoje em dia. :idea: Dica: Procure um mp3 (mp4 etc) que salve onde você estava mesmo quando você desliga... Por exemplo, você está ouvindo um programa mais longo, 30min digamos e você já ouviu 20, mas chegou ao trabalho... No fim do dia quando voltar para casa você não vai precisar ouvir tudo de novo, apenas os 10min que faltam...

Outros meios em ordem de dificuldade (minha singela opinião)
:idea: PALTALK - Dica do colega João da lista English Experts. Programa fantástico, tipo um MSN ou mIRC, mas com voz, muitas salas de bate-papo legal. Minha preferida é a English practice room for people around the world - Procurem pela Espoir e Uralita entre outros... Pessoal muito legal...
:idea: Filmes - O cara da locadora vai te adorar, assista uma vez com legenda e se se sentir confiante, tire a legenda e assista de novo.
:idea: Músicas - Pop, Rock são ótimos para treinar listening. Comece lendo as letras, depois ouça prestando toda atenção e você vai começar a entender, depois será natural (quem dera eu ter chegado nesse nível)...
:arrow: Por fim e meu objetivo, pois é considerado difícil mesmo para americanos é o RAP... Já tentou entender o que aqueles caras falam? Não estou falando de dance, mas de rap mesmo... Falado/cantado muito rápido...

Bom... Essas são minhas dicas desculpe se ficou muito extenso... Espero que ajude e espero também que vocês me ajudem dando dicas para melhorar esse programa de estudos que tenta ser eficiente e prazeroso ao mesmo tempo... Valeu galera... Até a próxima...

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10 respostas
Hélio, muito bom esse pacote de dicas. Olha, desde o início deste ano eu prometi a mim mesma que ficaria fluente em inglês. Antes eu sabia, entendia algumas conversas, mas não me considerava fluente. E passei a fazer bastante coisa do que você colocou aí: passei a ouvir podcasts, ver filmes e seriados sem legendas, até passei a assistir o canal CNN. E valeu a pena. Meu ritmo melhorou e consigo ouvir, pelo menos, 80% das conversas. E isto é bastante legal. Agora meu objetivo é talk! Talk! And talk! Como eles, claro.
Valeu.
Parabéns Hélio,

Suas dicas vão ao encontro das minhas expectativas para o aprendizado de inglês sozinho. Excelentes.
Há um mês atrás, eu resolvi aprender o idioma por conta própria por dois motivos: 1) devido ao fato de usar inglês no trabalho, principalmente textos técnicos, não teria paciência de aturar, num curso de inglês, uma pessoa do meu lado bradando "repeat. repeat,.." e estalando os dedos como se estivesse regendo uma banda (talvez seja pelo fato de já ter passado da idade para isso); 2) não gostaria de investir recursos em uma atividade que visa somente melhorar minha integração com o mundo, já que não tenho nenhuma aplicação prática para esse conhecimento que viesse a melhorar o meu trabalho (estou quase aposentado e já conheço todos os termos que são utilizados no meu tipo de atividade).
O grande problema é que a maioria dos sites com informações interessantes na internet são em inglês e, como não domino a linguagem cotidiana, tenho dificulade de compreender as informações neles contidas. Além disso, gostaria de assistir filmes na linguagem nativa, nesse caso, em inglês.
Comecei a ver e ouvir mais inglês, mas notei que meu ouvido é "duro", ou seja, entendo somente alguns poucos pontos de uma fala e, por causa disso, fico correndo atrás da informação o tempo todo. No geral, consigo mais ou menos entender o assunto, mas explicar exatamente o que foi falado é quase impossível.
Gostaria de saber, se pelo seu método (que eu uso em parte) há a necessidade de, no começo, entender-se os pormenores da fala ou se dá prá ir levando e com o tempo consegue-se compreender melhor o que as pessoas estão falando?
Será necessário algum embasamento teórico, tal como uma gramática? Pelo que vc falou, em 02 meses sua compreensão melhorou muito: foi somente pela audição ou vc já tinha algum nível de inglês? Pergunto isso porque eu entendo alguma coisa falada e bastante escrita, mas meu conhecimento é muito esparso. Resolvi agora juntá-lo e ver se consigo falar e entender o idioma.
Desde já grato pela atenção,
Abraços e, novamente, parabéns pelo post
Cesar
Salve, chesary.

Hoje julgo impossível alcançar a fluência sem dois fatores que sempre ignorei...
:!: Professor particular: De preferência um nativo da língua ou pessoa que morou muito tempo (mais de 10 anos) em país de língua inglesa.
:!: Experiência de imersão: Não existe isso de aprender inglês com brasileiro... O negócio é ir lá, no mínimos esses cursos de imersão em hoteis-fazenda, pois as nuances, o brilho da língua, nenhum curso ou brasileiro consegue ensinar com perfeição...

Eu acho válido ter algum custo, mesmo que o retorno não seja financeiro, ele vem. Assistir filmes, ouvir música, ler livros originais, conversar via internet ou telefone... O retorno do inglês é imediato...

Eu diria que a evolução nos últimos 4meses tem sido algo como (com acompanhamento de professor):
ler: 70% -> 100%
falar: 30% -> 60% (faltam nuances, mas nativos já me entendem sem problemas)
escrever: 40% -> 70%
ouvir: zero -> 60% (entendo 80% os nativos, 100% brasileiros e 50% filmes e sitcoms - estranho)

Se possível escreva suas ferramentas e métodos tb... Ajuda a gente aqui :mrgreen: e facilita sua mente a optar pelar ferramentas que vc pensa que te ajudarão mais.

Eu que agradeço,
Hélio
helioricardo escreveu: 20 Out 2007, 03:49 Salve, chesary.

Hoje julgo impossível alcançar a fluência sem dois fatores que sempre ignorei...
:!: Professor particular: De preferência um nativo da língua ou pessoa que morou muito tempo (mais de 10 anos) em país de língua inglesa.
:!: Experiência de imersão: Não existe isso de aprender inglês com brasileiro... O negócio é ir lá, no mínimos esses cursos de imersão em hoteis-fazenda, pois as nuances, o brilho da língua, nenhum curso ou brasileiro consegue ensinar com perfeição...

Eu acho válido ter algum custo, mesmo que o retorno não seja financeiro, ele vem. Assistir filmes, ouvir música, ler livros originais, conversar via internet ou telefone... O retorno do inglês é imediato...

Eu diria que a evolução nos últimos 4meses tem sido algo como (com acompanhamento de professor):
Ler: 70% -> 100%
Falar: 30% -> 60% (faltam nuances, mas nativos já me entendem sem problemas)
Escrever: 40% -> 70%
Ouvir: zero -> 60% (entendo 80% os nativos, 100% brasileiros e 50% filmes e sitcoms - estranho)

Se possível escreva suas ferramentas e métodos tb... Ajuda a gente aqui :mrgreen: e facilita sua mente a optar pelar ferramentas que você pensa que te ajudarão mais.

Eu que agradeço,
Hélio
O autor do comentário que gerou polêmica ontem - encontrou algo que para ele deu super certo. Fico feliz por hoje ele estar aprendendo mais inglês e estar ganhando fluência. Coisa que no Brasil ele não conseguiu! Porém, fico muito triste por saber que ele passou pela mão de péssimos professores aqui no Brasil, péssimas escolas de idiomas, péssimas experiências de aprendizado, péssimas metodologias e por pessoas que prometiam algo e não cumpriam.

Mas vale fazer aqui fazer algumas perguntas: será que no Brasil ele era um bom aluno de inglês? Será que ele fazia as tarefas solicitadas pelos professores? Participava ativamente das aulas? Interessava-se em aprender a língua? Procurava ler, ouvir, falar e escrever quando estava por aqui? Estava realmente a fim de aprender? Motivado e comprometido em aprender? Enfim, que tipo de aluno ele era: péssimo, ruim, meia-boca, bom ou excelente? Estas são algumas das perguntas que discuto no segundo capítulo do meu primeiro livro "Inglês na Ponta da Língua: método inovador para melhorar o seu vocabulário" (páginas 12 a 42). É necessário que cada aluno de língua inglesa se auto-avalie para só depois procurar por culpados pela sua dificuldade de aprendizado.

Infelizmente, é muito comum ver brasileiros que nada aprendem, tacar pedras nos professores brasileiros. Sim, reconheço que há péssimos profissionais na área! Mas também não se pode generalizar! Veja bem: a maioria das pessoas que estão lendo este meu artigo agora falam português, mas será que todos se habilitam a ensinar português? O Hélio se arriscaria a dar aulas de português para estrangeiros? Acho que já dei meu recado neste ponto! Caso tenha ficado obscuro podem perguntar aí na área de comentários!

Lá onde nosso amigo Hélio está - nos States - ele acorda e dorme ouvindo inglês. Ou seja, o cérebro dele só tem uma opção: aprender inglês. Quer queira, quer não! "Ou aprende ou morre de fome, meu amigo", como diria um grande amigo meu. Notem que aqui no Brasil não era preciso forçar os neurônios para aprender ou usar o inglês! Aqui era tudo oba oba... Aqui talvez era algo mais ou menos assim:
"Inglês iscuto só na sala di aula! Escrevê inglês? Pra quê? Eu moru nu Brasiu! Falá inglês cum quem? I si falá ainda vamu falá erradu mesmu! Então, dexa pra lá! Ouvi inglês? Só as músicas mesmu e us filmi! Ainda assim quandu é filmi eu colocu legenda que é pra entendê melhó!"
Com atitudes assim percebe-se que o inglês não é vivenciado pelo aprendiz dentro do Brasil. E ele - o idioma a ser aprendido - deve ser vivenciado em todos os aspectos. Afinal, trata-se de uma língua viva! Que sofre alterações! Palavras antigas voltam a ser usadas. Às vezes, com o mesmo significado de antes; outras, com significados diferentes e novos. É preciso observar a língua sendo usada por eles. Ver a gramática sob uma perspectiva diferente. Correr atrás! Forçar o cérebro a ouvir e ler inglês! É preciso ter atitude!

É por isto que muitas pessoas aprendem inglês perfeitamente - sotaque, pronúncia, entonação, vocabulário (nuances e tudo mais), gramática do dia-a-dia, gírias, expressões, etc - sem nunca terem saído do Brasil! Se dedicam! Têm atitude! Demonstram interesse! Estão altamente motivadas! Correm atrás!

Afinal, sem as qualidades de um EXCELENTE aprendiz nem o MAIS FANTÁSTICO dos professores será capaz de ajudar você a aprender inglês. Seja no Brasil, seja nos States, seja na England, na Australia, no Canada, wherever! English is a "thing" to be part of you! And to be part of you, you have to dedicate yourself as much as you can, otherwise only a fairy will be able to help you!

Era isto o que tinha para dizer!
adirfer 4
Hélio, obrigado pela sua enorme contribuição. Ensino inglês e espanhol há 16 anos devo dizer que as aulas num curso de idiomas servem para o aluno saber se localizar pois o trabalho hardcore vem em casa mesmo, falo isso por experiência própria. Quanto à parte do listening eu devo agregar sempre que um listening eficaz vem sempre acompanhado de um bom reading. Saber prever o que vai ser dito e reconhecer certos padrões léxico-funcionais são um plus impressionante ao se ouvir algo. Para o aluno médio brasileiro o listening não é tarefa fácil e nem sempre tão rápido quanto gostaríamos que fosse, sendo a disciplina e a dedicação fatores mais do que importantes nessa jornada. Obrigado pela dica e continue sempre estudando, pois como diz minha mãe, "Conhecimento não ocupa lugar".
CENTENAS DE EXPRESSÕES DO INGLÊS
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Boa tarde Grande Amigos de Jornada!

Muito boa sua dicas, Hélio, desta forma retomamos o gás.

Valeu mesmo.. Abraços

Fernando
Fora o English Experts. Tem alguns locais que estão me ajudando a melhorar pelo menos o listening.

Ref. effortlessenglishclub - As dicas desse professor são muito legais... E depois de começar a seguir (ele manda 8 emails com dicas) passei a mudar quanto a algumas atitudes de estudo e deram certo.

Ref. englishrox.mypodcast - esse podcast eh muito show... São dicas de inglês com musica... Uma pena q ele tenha parado de postar em fevereiro... Mas tem 18 episódios publicados... Eu escuto no carro sempre q possível.

Ref. timandtammy - Forma de aprender phrasal verbs naturalmente. Gastei 15 conto e comprei a primeira publicação deles.

Ref. br.yappr - são videos com legendas em português e inglês. 3 níveis... Fácil, médio e difícil... Mesmo os fáceis pra mim são difíceis.

Espero ajudar com essas dicas!
Hi Hélio!

Estou chegando agora ao Fórum e só hoje tomei conhecimento de seu comentário de 2007!

Amigo, você é 10!!!

Muito obrigada pelas dicas, ok? Vou procurar segui-las.

Thanks!

Nilza
Nat 1 3
O listening é muito difícil pra mim, já falei pra professora que me sinto surda quando ela põe aquele CD pra tocar.
Incrível é que quando vejo o que estão falando...ou quando ela fala "é isso, isso e isso", bato a mão na cabeça e quase me chamo de burra porque é tão fácil, tão simples e não consegui ouvi.

50% das coisas que ouço não entendo, e em quase 100% dos casos quando descubro o que ta escrito, passo entender aquele dialogo, musica ou filme eternamente...é bem estranho!

O mais estranho disso tudo é conseguir entender quase 100% certas pessoas...e quase 0 algumas...
Quando ouço minha professora falando ou até o PSLPOD.COM entendo tudo tudo tudo, ate palavras que nunca ouvi eu entendo...e fico com muita raiva porque parece que não ta adiantando ouvir os diálogos, tipo, ouço ele e não ouço mais ninguém?

Por outro lado, quando ouço qualquer coisa além de Podcast e minha professora, não entendo muita coisa...
Depende da velocidade, voz...etc

Existem musicas e musicas, ouvir uma musica lenta, e outra rápida...é totalmente diferente

Fico chateada, mas não posso desanimar...!
Minha prova de listening não deve ter sido boa...anyway
Vou procurar mais podcasts, ver mais filmes...etc etc etc.

Obrigada pelas dicas de cima...continuem postando!
O que falta pra mim é o listening e um pouquinho mais de speaking, o resto eu to bem pacas... :roll:
PPAULO 6 48 1.2k
Sei que o post da Nat faz um tempo, mas talvez sirva pra outros também... Foi bom a Nat ter perguntado.
O listening é muito dificil pra mim, já falei pra professora que me sinto surda quando ela poe aquele cd pra tocar.
É normal, o ouvido ainda não está acostumado. É por isso que se tem que "treinar" o ouvido.
Também não descarto (em outros casos) a necessidade de um tutor, coaching, ou professor que veja o que você não consegue pronunciar direito, por vícios de linguagem (o português no inglês, por exemplo - muitas vezes 'o português atrapalha'.
Pois temos nuances que 'teimam' em nos 'ensinar' inglês, o mesmo acontece com o estudante de lá, por exemplo - por não ter o som de "ã" é difícil pra eles 'ouvirem' e reproduzirem sons com esse som.
Incrivel é que quando vejo o que estao falando...ou quando ela fala "é isso, isso e isso", bato a mão na cabeça e quase me chamo de burra porque é tao facil, tao simples e não consegui ouvi.
Um truque pra isso, é assistir seriados ou filmes ou material que você tenha o transcript (assim você pode voltar dos "pontos cegos" até se acostumar.
Adicionalmente, assista olhando o rosto deles, perceba que em português você pode assistir um programa num volume quase 'inaudivel' e entender o que falam, e neste mesmo ponto se tirar os olhos da TV você não entende, "não capta". (experimente, pode ir baixando o volume da TV e veja até que ponto você entende)
Em alguns cursos, o professor ao colocar vídeo pra testes não deixa o aluno ver, pois ele pode fazer essa leitura labial.
Por isso essa preferência por CD naquela época, em vez de vídeo. Contudo, era ruim porque não sabendo disso o aluno não acostumava o ouvido, ver (sem muito volume, ajuda neste esforço, é por isso que chamam de recurso audiovisual). Entretanto, só lembravam do 'visual' na hora da prova ou teste, sendo que o aluno nem tinha pensado nisso!
O mais estranho disso tudo é conseguir entender quase 100% certas pessoas...e quase 0 algumas...
A dica acima pode ajudar, a leitura labial. Mais ver qual o contexto inserido (na oficina? É um ator explicando coisas da profissao? É um policial? Um advogado? Uma mãe mandnado o filho arrumar o quarto? Etc. Algumas palavras 'vem com o território'...
Tem pessoas que tem uma dicção 'diferente', Hugh Grant é o queridinho dos americanos, taí uma pessoa que, pra mim, a dicção é difícil de entender. Go figure!
Por outro lado, quando ouço qualquer coisa alem de Podcast e minha professora, não entendo muita coisa...
Depende da velocidade, voz...etc
Yes, yes. You guessed it right. There are a lot of factors in play.
Existem musicas e musicas, ouvir uma musica lenta, e outra rapida...é totalmente diferente.
Sim, as lentas são mais intelígíveis, mais espaçadas, aí vem as médias (de Avril Lavigne, Maddona, Michael Jackson pra cima) e finalmente as Hip Hop/Rap, etc que são mais desafiantes - The Black Eye Peas, anyone!
Até porque as músicas do estilo "alternative rock, funk, punk rock and psychedelic rock" etc, trazem montes de gírias privadas de um local ou grupo. Mas são ótimas pela alegria e o 'colourful use of expressions', só tem que ter cuidado pra não querer fazer disso a fonte do aprendizado de inglês. Se inglês muda, imagina o "rap language", etc.

Vá gradualmente, ou estabeleça uma porcentagem, 90% lenta e 10% mais desafiantes, ou a porcentagem que não lhe canse.
Fico chateada, mas não posso desanimar...!
Nunca! :-)
É igual a matemática, se complicar volta pro básico, intermediário, pra onde quiser. Dá uma volta, afaga o cachorro, faz algo totalmente diferente. Pausa também é investimento.
Oq falta pra mim é o listening e um pouquinho mais de speaking, o resto eu to bem pacas...
Espero que tenha sanado a dificuldade, o listening é interessante porque sabendo a fonética das palavras facilita a reprodução.
Mas claro, sempre é bom ter alguém que sabe mais, um professor, coach, tutor (o que for), pois ele/ela pode 'perceber' aonde você falhou e corrigir. Pode ter particularidades no aprendizado que podem ser desafiantes, e que a maioria das pessoas não consegue detectar sozinhas, o professor pode dar sugestões, corrigir..., enfim facilitar sua vida! :-)

Além de outros fatores. A todos, boa sorte nos estudos.

Ah! Obrigado pelas excelentes contribuições, Helio e Denilson (sem desmerecer os outros, claro). Héio por apontar o que tá dando certo e o seu reconhecimento de que teve que mudar algo, que teve que ter iniciativa pra correr atrás.
Denilson por relembrar que o aprendizado é um dueto, professor e aluno. Ás vezes as coisas mais simples do mundo parecem tão difícil que complicam! Mas não desanimem os verdadeiros professores, algumas vezes o reconhecimento vem depois de muito tempo...