Correção de texto "Memórias póstumas de Brás Cubas"

Bom eu fiz uma versão da introdução do livro, mas a nivel de curiosidade, pra testar meu inglês, fiz algumas adaptações.

Minha versão:
To the grub
That
First gnaw the colds flesh
Of my dead body
Dedicate
With nostalgic memory
This
Posthumous memory

That STENDHAL confesses had wrote one of yours books for thousand readers, thing that admire and dismay.
What don’t admire and probably dismay if this other book not have thousand readers of Stendhal or fifty, twenty and when much, ten. Ten? Maybe five. In true of one title diffuse, that I, Brás Cubas, adopted the free form of one Sterne or of Xavier de Maistre, don’t know if I give anything of grumpy or pessimism.
It may be. Title of deceased. I writing with a feather of frolic and ink of melancholy and it’s not hard anticipate what could out of it. Some peoples will think in the book ones pretence your pristine romance, but frivolous peoples don’t find your typical romance. This reader private himself of esteem in fateful and of the frivolous loves, that are two maximum pillar of opinion.
But I still wait raise an affection of opinion and the first medicine is run away to one far and large prologue. The best prologue is those contain less things or that say it with darkness and truncated.
After this, I avoid say the extraordinary process that I used in this memories, worked here in the other world.
Would be curious, but long and unnecessary to understand the book.
The work is all, if you like fine reader, I pay myself of the task, if you don’t like, I will pay you with one flick and goodbye
Brás Cubas
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Avatar do usuário Donay Mendonça 49075 21 73 1138
Taka,

Sugiro apresentar a versão em português. Com isso, poderemos opinar com mais precisão.
Claro, Muito Obrigado.

Original: http://virtualbooks.terra.com.br/freebo ... _cubas.htm
AO VERME
QUE
PRIMEIRO ROEU AS FRIAS CARNES
DO MEU CADÁVER
DEDICO
COMO SAUDOSA LEMBRANÇA
ESTAS
MEMÓRIAS PÓSTUMAS

AO LEITOR

QUE STENDHAL confessasse haver escrito um de seus livros para cem leitores, coisa é que admira e consterna. O que não admira, nem provavelmente consternará é se este outro livro não tiver os cem leitores de Stendhal, nem cinqüenta, nem vinte, e quando muito, dez. Dez? Talvez cinco. Trata-se, na verdade, de uma obra difusa, na qual eu, Brás Cubas, se adotei a forma livre de um Sterne, ou de um Xavier de Maistre, não sei se lhe meti algumas rabugens de pessimismo. Pode ser. Obra de finado. Escrevi-a com a pena da galhofa e a tinta da melancolia, e não é difícil antever o que poderá sair desse conúbio. Acresce que a gente grave achará no livro umas aparências de puro romance, ao passo que a gente frívola não achará nele o seu romance usual, ei-lo aí fica privado da estima dos graves e do amor dos frívolos, que são as duas colunas máximas da opinião.

Mas eu ainda espero angariar as simpatias da opinião, e o primeiro remédio é fugir a um prólogo explícito e longo. O melhor prólogo é o que contém menos cousas, ou o que as diz de um jeito obscuro e truncado. Conseguintemente, evito contar o processo extraordinário que empreguei na composição destas Memórias, trabalhadas cá no outro mundo. Seria curioso, mas nimiamente extenso, e aliás desnecessário ao entendimento da obra. A obra em si mesma é tudo: se te agradar, fino leitor, pago-me da tarefa; se te não agradar, pago-te com um piparote, e adeus.

Brás Cubas