Por que "was" no fim da frase?

Simon Vasconcelos 15 403
Give me her wand. We'll see what her last spell was.

Minhas perguntas são: quando podemos usar esse tipo de estrutura frasal e se podemos transferir "was" para depois de "what".

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Simon Vasconcelos escreveu:Give me her wand. We'll see what her last spell was.

Minhas perguntas são: quando podemos usar esse tipo de estrutura frasal e se podemos transferir "was" para depois de "what".
Porque a pergunta está na afirmativa, ela não está na interrogativa. Se ela estivesse na interrogativa, dir-se-ia "What was her last spell?". Então, o verbo To Be no passado "Was" posiciona-se para antes do sujeito, que é "Her last spell". Agora, como esta frase sua não é uma frase interrogativa, então o "Was" não fica antes do sujeito, porque você deve lembrar que o verbo auxiliar (neste caso, o "Was" acaba sendo o verbo principal da frase também) vai para antes do sujeito somente nas perguntas (cuja ordem fica "Verbo To Be no passado + Sujeito + Complemento", e como esta frase não é uma pergunta, ela fica em sua ordem normal, que é "Sujeito + Verbo To Be no passado + Complemento". Espero que você tenha entendido.
Na frase, "what" une duas frases, "We'll see..." e "Her last spell was." What é uma conjunção. E nas frases, existem sujeito e verbo, por isso o "was" está no final da frase, após o sujeito "Her last spell".

Basicamente, você usa "was" depois de "what" quando "what" é um pronome, ou seja, uma palavra que substitui o nome, o substantivo, o sujeito da frase.
Henry Cunha 3 18 191
Uma análise simples de " We'll see what her last spell was.":

Sujeito: We
Verbo: will see
Objeto Direto (respondendo à pergunta 'what?`): what her last spell was. (ou) what was her last spell.

"What" é um pronome aqui, que pode ser substituido por "whatever".

A estrutura funciona também com o pronome "who" (ou "whoever"):

We'll see who her boyfriend is. / We'll see who is her boyfriend.

A re-estruturação é permitida quando empregamos BE na frase que forma o objeto direto. Se usarmos um outro verbo de ação, só uma opção é possivel. Por exemplo:

We'll see what her last spell says (does, suggests, etc.).
We'll see who her boyfriend likes (calls, looks at, etc.).

A razão está óbvia. O verbo BE é um verbo de ligação, de estado de ser, flexível de posicionamento entre sujeito e predicado (My name is Henry. = Henry is my name.). Os outros denotam uma ação, e precisam ser colocados após seus sujeitos para que a frase faça sentido.
Desculpe-me, Simon Vasconcelos. Minha resposta está errada, e a explicação do Henry Cunha está corretíssima. É a segunda vez que cometo um engano aqui. Na primeira, por distração, devido à qualidade da conexão. Agora, devido ao áudio picotado, falho, também da conexão. (Em geral, pergunto a um professor canadense ou a uma jornalista americana as questões que aparecem aqui, usando a webcam). Essa "empresa azul" é ruim tanto na telefonia móvel quanto na conexão 3G. Mudo hoje mesmo.

Henry Cunha, obrigado pela correção!
Henry Cunha 3 18 191
Jack, it's just that we can't really treat "what her last name was" as an independent clause, right? Having a verb in it isn't a sufficient condition.

See here: "Remember that a dependent clause always contains a subject and a verb, but it cannot stand by itself."
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Henry, right. Mind you, I texted to this teacher YOUR answer and he replied, "Jack, that's exactly what I told you". So, I recalled our videocall chatting, his, with an excellent 4G connection, me and my faulty (not even a) 3G. In a moment of our talking, he said "Pay ATTENTION, in this CASE, 'WHAT' is not a CONJUNCTION..." and I heard, "ATTENTION... CASE... 'WHAT'... CONJUNCTION..." and then I happily wrote here, "What is a conjunction." So, now, I don't do this anymore because I'm not a stupid subscriber to that terrible 3-blue-man cellphone company. Done. Enough. And once again, sorry, everyone and thank you, Henry, for keeping up the high educational level in this forum!
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