Existe alguma "lógica" que devemos utilizar para palavras e frases em inglês?

Olá, sou novo no fórum e em aprender inglês, e tenho uma dúvida: existe alguma lógica em palavras e frases que mudam de sentido no português?

Eu já sei que algumas palavras e frases mudam completamente o sentido no português (pesquisando no próprio fórum), mas a minha pergunta mesmo é a razão detalhada disso ocorrer.
Digo, como duas palavras com significados completamente diferentes, mudam de sentido numa frase?

Eu sei que é uma outra língua, mas por que são completamente diferentes? Não passa pela minha cabeça a idéia de uma palavra mudar de sentido numa frase, sendo que seu significado é diferente, sem qualquer razão. Existe alguma lógica nisso?

Tipo como se as palavras tivessem sinônimos iguais, se determinada palavra significa outra palavra no português, ou então que algumas palavras são expressões no inglês, e etc...

Tentei traduzir uma frase do inglês para o português, mas as palavras separadas tem significados nada a ver com a frase no geral, por isso tenho essa dúvida.

Se puderem me ajudar, ficarei agradecido!

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1 resposta
PPAULO 6 48 1.1k
A linguagem é algo dinâmico, é por isso que, por exemplo, palavras que vem do mesmo étimo (palavra que vem da mesma base de formação - e evolução) passam a ter significados diferentes em línguagens diferentes.
Assim é que em francês, português, italiano, espanhol, palavras parecidas tem significados totalmente distintos. E não precisamos ir longe, nos países vizinhos "esquisita" significa algo desejável, belo, bom, etc. Já no Brasil! :-)

Até mesmo o português tem evoluído assim e palavras como "mordomia" (de 'major domo' [o mordomo-chefe] que era o empregado responsável pela administração da casa).
Ou seja significava 'alta responsabilidade' pois o mordomo em tempos mais antigos era o responsável pela administração a ponto de se certificar que os patrões não fossem envenenados, pra isso experimentava a comida antes deles...
Hoje, não preciso dizer o que mordomia se tornou.

Então o raciocínio é que há um 'core', uma lógica básica que vem de outras linguagens. E da própria prática como a linguagem serve melhor a um determinado povo em termos do falar e o se 'apropriar' daquilo que eles tem em mãos (fisicamente).
Digo, para o esquimó 'gelo' tem diversas palavras e saber o que significam pode ser a diferença entre a vida e a morte (avalanche, alguém se habilita?), para o alemão o verbo 'morrer' (ou matar, não lembro agora) tem duas palavras diferentes, uma para se for por acidente, etc outra se for intencional (caça por exemplo).
Contudo não precisamos ter uma zebra no nosso ambiente para saber o que é uma, desde que vejamos uma vez e alguém diga que é.
Assim, aprendemos nossa língua e as outras, sendo curioso e tendo respostas fidedignas. E se 'parecerem' fidedignas teremos que continuar curiosos na busca por algo que complemente ou nos faça entender.

Essa mente inquisitiva não quer dizer que devamos nos opor à realidade da linguagem-alvo. Pelo contrário, é bom que tenhamos flexibilidade para aprender o que uma expressão ou palavra significa e fazermos associações e comparações com a nossa.
Um exemplo desse último conceito, é que muitas vezes falamos 'absolutamente' no sentido de "não, definitivamente não" e ouvimos frequentemente em inglês significando "sim, definitivamente ou positivamente sim.). Para complicar mais, eles ás vezes falam significando "sim" ou "não".
Okay, qual o antídoto pra isso? Flexibilidade, aceitar as linguagens como elas são. E as vezes o não aceitar é um 'sintoma'
De que estamos com pressa de aprender, quando na verdade o oposto pode ser justamente o que vai acelerar o nosso aprendizado! ;-)