Sobre fluência em inglês: é normal traduzir para entender?

Eu estudo a umas 2 semanas, sempre que posso converso com pessoas em inglês (digitando) obviamente algumas palavras eu tenho que usar o google tradutor.
Tudo que eu faço eu tento pensar em Inglês, primeiro penso em português para depois conseguir pensar em inglês, mas minha duvida é a seguinte, eu leio algumas coisas em inglês, mesmo sendo palavras que ja conheço tenho que traduzir para mim entender, isso é normal? Um dia não precisarei traduzir para entender?
Algum conselho?
Abraço aos amigos do fórum!
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Avatar do usuário PPAULO 39165 6 32 684
Let´s illustrate the point.
When you say "I love you." or "how are you?" to somebody else, do you rush to Google Search? do you ask someone what is it? do you think in Portuguese? I think you don´t.
With time you begin to think more in English than Portuguese when you communicate, it´s like a grandchild that speak to his granddad in a way and to his father, aunts and uncles in a different "language".
You normally don´t talk to your boss "valeu, mano, vou cumprir essa missão por que você é parceiro. Então vou te dar uma moral."
Same way here, with time (and practice) you are going to need the dictionary less and less, but respect your timing and pace.
I know people these days learn real fast, there are lots of tools, the internet, what you have...but to know English without the need of searching or looking up a couple of word in two weeks! you gotta be kidding me!
I have beeing in this for more than thirty years...albeit in a hobby, rather than in a study mode. So, all of sudden, many of us will figure that learned some things English. In a given day, naturally, without pressure...the Eureka moment, kind of!
Thanks @PPAULO
Vou continuar estudando.
So uma duvida, eu li seu texto, eu acho melhor eu traduzir as palavras para entender, isso é errado? Com o tempo eu não vou precissar mais traduzir?
Muuuuiito obrigado por me ajudar! Abraço!
Avatar do usuário PPAULO 39165 6 32 684
Como eu disse, respeite seu tempo e ritmo. Com o tempo você vai acostumando com as expressões, as sentenças, os casos especiais e tudo mais.
É que haverá sempre fases no aprendizado, não as mesmas fases e no mesmo tempo, para uns
algumas coisas podem acontecer nos primeiros meses, semestres etc, para outros pode acontecer anos depois, é isso.
Algumas expressões pode não vir ao seu encontro, na sua vida, por anos. Algumas talvez nem apareçam (ou não); o conhecimento pode ser desigual, o que acontece a uns pode não acontecer com outros (em termos de expressões/sentenças/conhecimentos/palavras etc).
O que eu quiz dizer é, de certa forma você não precisará traduzir em português e tal como nós estamos acostumados (palavra em inglês vs palavra em português). Mas precisamos "traduzir" em termos de fazer associações.
Por exemplo, você pode "de repente" concluir que o gato brasileiro tem sete vidas e o americano ou inglês tem uma média de vida maior, eles teem nove vidas. Assim, se você ler algo em inglês onde alguém comparar alguém a um gato (de nove vidas), um exemplo:

What a crazy story and what a crazy man. I couldn't help but admire his dedication, perseverance and resourcefulness. He has nine lives or possibly more, I would have perished ten times over. Or gone mad and jumped overboard. But then again I would never have undertaken such such a crazy voyage in the first place.

Como você pode ver, pensando em termos de gatos portugueses e brasileiros, o equivalente seria "ter sete vidas"...rsss (para alguém que escapa repetidamente de perigos, ou que se dá bem, etc...)


A mesma coisa, quando se tira uma foto, o fotográfo (brasileiro) dirá "diga X" ao passo que o americano dirá "say cheese", e por aí vai, pois aqui em terras brasileiras diremos X-burguer, e eles: cheeseburguer!
Já pensou nessas associações? não seriam possível sem saber as duas línguas (ou não traduzir, às vezes erradamente, pelo menos uma vez na vida).

Tudo faz parte do aprendizado, amigo. E no momento você pode traduzir (à seu modo) à vontade, faz parte do aprendizado tanto acertar como errar, brincar com a linguagem e tudo mais.
Com o tempo você vai saber as diferenças, e traduzir (pode acontecer uma vez ou outra, também não é o fim do mundo. a gente esquece coisas e volta aos começos.) ou falar em inglês direto.
Mas com o tempo, sua comunicação vai fluir naturalmente, você vai achar as palavras certas (assim como aconteceu no português); e de certa forma vai se comunicar "direto'', sem o recurso de ir ao dicionário e fontes de referência (digo, na maioria das vezes.)
Não que ir as tais fontes seja detrimental, não é isso.
Deixe o processo natural fluir, se sentir a necessidade de consultar o tempo todo (e certamente você vai precisar, pois você tem semanas de aprendizado), então aproveite o recurso.
Lembre-se, até eu e outros usamos o English Experts para aprender coisas novas, ou coisas não tão novas, mas vista de outros pontos de vista.
E não se preocupe demais com traduzir ou não em português, é o mesmo que andar de bicicleta, com o tempo se anda sem que seja preciso alguém segurando-a, e se anda com confiança, vai-se a qualquer lugar.
Respondendo à sua pergunta, é normal sim precisar que se traduza uma palavra (mesmo quando se conhece).
Exemplo: "shot" pode significar injeção para um médico, foto (para um fotógrafo), um trago (para quem gosta de beber, ou numa festa por exemplo), tentativa (give it a shot...) etc.
Logo, conhecer uma palavra não significa que sabemos tudo sobre ela, com o tempo vamos saber mais, contudo dependendo do "campo de ação" ela poderá ser muitas coisas diferentes.
O que eu quis fazer foi lhe transmitir alguma confiança e não tratar o assunto como "é normal versus anormal'', mas como um "depende" (se e quando sentir necessidade se volta aos rudimentos de qualquer matéria, não há mal algum nisso.).
Quando você menos espera, você está em outro nível. Eu por exemplo, até outro dia pensava "pôxa, se eu postar algo respondendo algum outro colega que estuda inglês, todo mundo vai ver que não sei quase nada!..." rsss
Todos ficam inseguros no início, com o tempo melhoramos as habilidades e ficamos mais seguros; daí ficamos melhores e inicia um círculo virtuoso.
É assim.