Problemas para gravar frases inteiras

Eu faço curso de Inglês na Wizard, e para quem já fez, sabe que o professor fala uma frase e você tem que repetir, ou passar para interrogativa, afirmativa, negativa.

Eu estou tendo uma dificuldade, por exemplo, ele fala a frase,se eu presto atenção no começo eu não lembro do final, ou se eu me concentro no final, eu não lembro como começar, eu não consigo me concentrar nela como um todo, às vezes eu começo falar a frase, mas esqueço do final e não consigo falar a frase.

As vezes também eu falo a frase, mas só entendo se eu traduzir na mente.

Vocês tem idéias para eu conseguir melhorar nesses quesitos?

Por favor me ajudem!
Avatar do usuário Sypher 945 1 1 23
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Avatar do usuário Ancrispa 2555 8 57
Diego

Talvez este método não seja o método adequado para você. Uma vez eu estudei numa escola que não se traduzia nada e também não ensinava gramática só repetia frases prontas. Não gostei, porque depois de um certo tempo, as sentenças ficavam muito longas e era difícil para responder. Eu tinha que responder exatamente como estava no livro.

Assim como você, eu tinha dificuldade de responder igual à resposta do livro porque não podia traduzir. Não dava tempo. Percebi que era hora de sair da escola, pois estava com uma bela pronúncia, mas quando me faziam uma pergunta fora do livro, eu demorava a dar uma resposta.

Comecei a achar que o problema era comigo, mas descobri que aquele método não era o melhor para mim. Depois de um semestre em uma escola com um método tradicional percebi minha melhora (tive que estudar muita gramática).

Tente fazer o que Sypher falou. Se não funcionar talvez este método não seja o adequado para você. E acredite não há nada de errado nisso.
Avatar do usuário Sypher 945 1 1 23
Eu acho que existe uma mistificação muito grande em relação a métodos. Vou tentar explicar isso melhor. Quando fiz cursinho pré-vestibular, eu fiz num que é considerado top em São Paulo, chamado Anglo Vestibular, na rua Sergipe, em Higienópolis. Havia um professor lá chamado Mathias que dava aula de matemática, quase sempre sobre o assunto de geometria e suas vertentes. Algumas vezes, quando ele ia resolver os exercícios, ele falava assim:

"Então agora é hora de dar o raciocino mastigado pra vocês. Afinal, é pra isso que você me pagam, pra pensar por vocês."

Ele não dizia isso sempre porque podia soar como pedante (na verdade, soava muito engraçado quando ele dizia) mas nem por isso deixava de ser verdade. Os métodos que mais dão certo entres as pessoas são aqueles que mais "pensam" por elas. São aqueles que entregam o raciocínio o mais pronto e elaborado possível. E eu pensava, "Mas por que é assim"? A melhor resposta que encontrava é que muitas pessoas (eu entre elas) são desacostumadas a pesquisar, a sofrer um pouco pra encontrar as soluções dos problemas, e preferem a pagar alguém que faça isso. E o resultado é, não poucas vezes, um estudante incapaz de trabalhar com um método mais simples sendo que o mesmo, no fim das contas, vai dizer a mesma coisa que o método luxuoso (mastigado porém caro).

Então as vezes pode não estar correto culpar o método ou o professor quando o aluno diz que não entende e não progride e não sai do lugar com aquilo que lhe é ensinado. O estudante precisa de um empenho muito maior do que simplesmente ir até a escola ou fazer a tarefa básica. O conhecimento, na minha opinião, provém 80% do esforço particular do aluno e 20% do esforço do professor.
Avatar do usuário PPAULO 35970 4 32 631
Sou obrigado a concordar com Sypher (pelo menos até certo ponto, ou até certo grau).
Acontece muito de o aluno "pagar" um curso (seja ele um curso de inglês, um pré-vestibular, um preparatório para o TTN, qualquer coisa) e ter uma certa expectativa de passar (estou pagando!)
Um amigo meu foi fazer um curso nos Estados Unidos (não foi pago por ele...) e ao voltar lhe perguntaram "qual foi a tua nota?" Ele respondeu ''não sei"
Mas como não sei? é que o curso só dava dois status "satisfatório" e "não satisfatório" ou a pessoa passava ou não.
Isso era interessante por que ninguém passava todo o curso se comparando com outros, ao invés disso concentrava toda a energia em realmente aprender.
Aprender pode e deve certamente advir do professor, método, do local e condições apropriadas, mas aprender bem depende muito de se ter um bom aluno e um bom professor, e até bons colegas ao lado (com nível melhor do que o seu, pra que você possa tirar dúvidas).
Contudo, o aluno deve aprender com o professor, sem professor e apesar do professor (ou escola etc).
Existe uma lacuna de conhecimento em cada um de nós, e só pode ser preenchida por conhecimento. Se por exemplo, estudamos para passar num determinado concurso e aprendemos só "por bizus", conteúdos mastigados (o que se acredita que vai cair na prova etc), haverá grandes chances de a lacuna do conhecimento não ser preenchida.
O resultado disso pode (ou não) se resumir à atitude que um colega meu mostrou, quando terminou um curso de conversation (inglês). Ele, conversando com a turma disse "não aprendi nada" inglês é muito difícil, no ano que vem vou estudar espanhol. Não precisa ser um adivinho para se adivinhar os prospectos dele no próximo ano! não era problema do professor, mas do aluno.

Não se pode generalizar, como Ana disse, o método que serve a uns pode não servir a outro aluno.

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Agora alguns sites que podem lhe ajudar.

http://www.vocabulix.com/conjugation/decide.html

http://en.bab.la/conjugation/english/decide

Esses podem ser úteis, você pode pegar um verbo da frase que o seu professor deu e treinar com tempos verbais que você já estudou, juntamente com os tempos que está estudando. Quanto mais tempo você passa "lendo em inglês" ou "escutando/estudando" inglês, mais você fixa o contéudo.


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Pode ler coisas que lhe interessem, por exemplo, dúvidas de outros estudantes ou ver as dificuldades que eles podem ter (e perceber que eles também as tem).

http://www.eslcafe.com/grammar.html

http://forums.eslcafe.com/student/


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Pode ler textos, ver assuntos que lhe pareçam interessantes, e aprender inglês no processo.


http://www.bbc.co.uk/portuguese/topicos/aprenda_ingles/

http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_ ... _cha.shtml


Certamente outros comentários virão. E boa sorte sorte nos estudos.
Avatar do usuário Ancrispa 2555 8 57
Sypher
No meu caso acho que foi o método mesmo. No começo quando as perguntas eram curtas tipo: Do you smoke? Eu conseguia responder tranquilamente.

Gosto de entender as coisas. No outro livro havia perguntas mais longas e sem sentido no qual eu não podia fugir da resposta. Não podia pensar para dar a resposta. Tinha que literalmente decorar. Aí comecei a me preocupar porque estava decorando e não aprendendo. Ex: Se você pintar seu quarto de azul vai ficar mais bonito e agradável? Sim, se eu pintar o meu quarto de azul vai ficar mais bonito e agradável. (Não podia responder outra coisa). Sentia-me como um papagaio ( até acho um papagaio bonitinho mas não dava para continuar).

Sei que é necessário decorar regras em qualquer matéria. Decorar regras de gramática sim. Decorar idioms e phrasal verbs sim. Decorar respostas para poder chegar ao curso e fazer as aulas não. Só havia isto. Se ao menos eu pudesse ter a liberdade de responder com as minhas próprias palavras teria sido algo diferente.

No final das contas o dono da escola fugiu e deixou todo mundo na mão, alunos e funcionários (eu saí antes disso). Aquele golpe clássico de uma escolinha desconhecida que chega a uma cidade do interior e oferece fluência rápida e vai as escolas entregando folhetos.

Concordo contigo quando diz que 80% é responsabilidade do aluno. Se não se esforçar, não se aprende nada.
Caros colegas, além disso, tem a questão da ansiedade. Cada aluno tem um tempo pessoal de aprendizado. Quando leio um texto em um site em inglês ou ouço alguma música, já consigo compreender algumas coisas (no texto é mais fácil, já nas músicas, muitas vezes compreendo palavras "soltas"). Antes, eu não compreendia nada. Entendo que isso é evolução, porém, se eu não administrar a minha ansiedade em aprender logo o idioma, vou achar que não estou evoluindo.

Vocês concordam comigo?

God bless you.
Hugs...
Caros colegas, além disso, tem a questão da ansiedade. Cada aluno tem um tempo pessoal de aprendizado. Quando leio um texto em um site em inglês ou ouço alguma música, já consigo compreender algumas coisas (no texto é mais fácil, já nas músicas, muitas vezes compreendo palavras "soltas"). Antes, eu não compreendia nada. Entendo que isso é evolução, porém, se eu não administrar a minha ansiedade em aprender logo o idioma, vou achar que não estou evoluindo.

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Avatar do usuário PPAULO 35970 4 32 631
É evolução sim, é só manter o estudo constante. Algumas horas de contato com inglês faz maravilhas! Mas é igual a aprender a andar de bicicleta, chega uma hora que tem que tentar usá-lo um pouquinho, e daí vai se aumentando gradualmente.
Quando menos se espera, se sabe bastante. Boa sorte nos estudos.
E sim, ansiedade atrapalha um pouco, sempre quando vamos aprender alguma coisa (por exemplo, dirigir...etc) a gente acha que todo mundo está nos olhando... :o Não é bem assim. Primeiro, os outros tem sem próprios problemas e desafios, e segundo, ficar tentando "esmiuçar" (ou focar mais) no processo do que no aprendizado em si, gasta muita energia. Energia essa que seria aproveitada em aprender melhor.
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Avatar do usuário Sypher 945 1 1 23
Eu acredito que só não se tem ansiedade para fazer algo que não se gosta, como ir para a escola quando se é um adolescente, por exemplo. Mas mesmo nesse caso se terá ansiedade para ir embora, para acabar logo, etc. Então é meio difícil fugir da ansiedade, sabe?

Como foi dito acima, é preciso manter o estudo constante. A ansiedade vai atrapalhar, principalmente, com a constância do estudo. Quanto mais demoram os resultados, mais será a vontade de mudar de estudo, de parar de estudar, de procrastinar, de se julgar como incapaz de aprender o idioma, etc. Pra cada pessoa a reação à ansiedade é diferente. A minha, por exemplo, é procrastinar. Eu começo a arranjar outras coisas pra fazer na hora de estudar e vou deixando pra "daqui 15 minutos". Isso é tipo um vício. Algumas vezes você cede, outras não. Além de se esforçar para ser constante, também é preciso aprender a recomeçar pois a constância as vezes vai "pro brejo". Reiniciar o estudo, refazer os planos, retomar o material, tudo isso também faz parte da rotina do aprendizado.