“Avanço Bilíngue”

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Pessoal,

Para quem tem acesso à Folha de SP, na edição de ontem, 26/09/10, saiu um caderno especial chamado “Escolha a Escola”, subtítulo “Avanço Bilíngue”. É um caderno de 24 páginas sobre as escolas bilíngües e internacionais da grande São Paulo, as metodologias usadas, o crescimento recente dessas escolas (são mais de 34, e eu só sabia da existência de uma!), entre outros assuntos pertinentes. Achei bastante interessante, principalmente para quem tem interesse de alfabetizar os filhos nas duas línguas, desde cedo. Infelizmente não encontrei a versão online das reportagens, mas caso tenham acesso ao jornal impresso, it is worth reading.
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Avatar do usuário Flavia.lm 3885 1 9 86
Pessoal,

Alguns trechos da reportagem estão disponíveis em: http://ronaldsharp.blogspot.com/2010/09 ... -para.html

A reportagem completa está disponível para assinantes da Folha e UOL em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especi ... 201001.htm
Avatar do usuário Marcio_Farias 12350 1 22 206
Interessante. Mas para os financeiramente privilegiados. Agrada-me, porém, a ideia de que o curso ensine a língua estrangeira num sistema de imersão total onde o aluno acabe se expressando -- e por que não xingando, chorando e empregando exclamações -- facilmente na língua-alvo.

Melhor ainda se ditos cursos empregassem pessoal bilíngue, do auxiliar de serviços gerais ao diretor-presidente, todos bem versados e comunicantes na língua-alvo, objeto de ensino para aqueles que desejassem um curso de imersão total em regime integral. Ou passassem 24 horas por dia falando/se expressando na língua-alvo.
Avatar do usuário Flavia.lm 3885 1 9 86
Sim, Márcio. Eu bem me lembro de ter visto uma vez o preço da mensalidade destes colégios e era praticamente o triplo do que eu paguei de faculdade.

Uma boa questão: será que a criançada xinga, exclama e chora em inglês?

Em relação ao pessoal bilíngue, me parece que existe esse tipo de investimento sim. O que eu acho bem interessante é isso de usar o inglês não só na sala, mas também na cantina e em todas as áreas do colégio.
Avatar do usuário Marcio_Farias 12350 1 22 206
Flavia.lm escreveu:[...] Uma boa questão: será que a criançada xinga, exclama e chora em inglês?

Numa imersão total/incondicional a criançada assumiria, ainda que intuitiva ou eventualmente, os modos e os trejeitos dos falantes nativos da língua-alvo. Aliás, isso amiúde acontece nos Colégios Americanos espalhados pelo Brasil, onde a criança, constantemente bombardeada no ambiente de ensino, acaba adquirindo a fluência natural do falante nativo.

Em relação ao pessoal bilíngue, me parece que existe esse tipo de investimento sim. O que eu acho bem interessante é isso de usar o inglês não só na sala, mas também na cantina e em todas as áreas do colégio.

Os cursos bilíngues que puderem resolver a questão do investimento (aplicação de recursos humanos) provavelmente proverão serviço melhor do que aqueles que não dispuserem de tais recursos.

Só podemos imaginar como ocorreria a interação zelador-porteiro-copeiro-cozinheiro-auxiliar de serviços gerais-secretária-professor-orientador-aluno. E se essa interação se estendesse até a calçada do curso. Tudo isso na língua-alvo.
Avatar do usuário Flavia.lm 3885 1 9 86
Marcio_Farias escreveu:(...)

Só podemos imaginar como ocorreria a interação zelador-porteiro-copeiro-cozinheiro-auxiliar de serviços gerais-secretária-professor-orientador-aluno. E se essa interação se estendesse até a calçada do curso. Tudo isso na língua-alvo.


Será que toda essa galera aí fala inglês mesmo? Deveria, né?
Avatar do usuário Marcio_Farias 12350 1 22 206
Flavia.lm escreveu:
Marcio_Farias escreveu:(...) interação zelador-porteiro-copeiro-cozinheiro-auxiliar de serviços gerais-secretária-professor-orientador-aluno. E se essa interação se estendesse até a calçada do curso. Tudo isso na língua-alvo.
Será que toda essa galera aí fala inglês mesmo? Deveria, né?

Num ambiente de imersão total/incondicional/ideal, sim. Agora, haja investimento nesse sentido!

A cuidadora de meu pai (falecido) poderia ter constituído um exemplo, não tivesse ela, ainda sem a conclusão do 2º grau, desistido de viajar aos Estados Unidos com minha irmã. (Minha irmã tinha planos de que ela aprendesse inglês para ficar morando e cuidando da neta em Pompano Beach, Flórida. Em outras palavras, a imersão da cuidadora dar-se-ia na Flórida. Infelizmente a cuidadora pediu as contas e foi embora.)