“Avanço Bilíngue”
Pessoal,
Para quem tem acesso à Folha de SP, na edição de ontem, 26/09/10, saiu um caderno especial chamado “Escolha a Escola”, subtítulo “Avanço Bilíngue”. É um caderno de 24 páginas sobre as escolas bilíngües e internacionais da grande São Paulo, as metodologias usadas, o crescimento recente dessas escolas (são mais de 34, e eu só sabia da existência de uma!), entre outros assuntos pertinentes. Achei bastante interessante, principalmente para quem tem interesse de alfabetizar os filhos nas duas línguas, desde cedo. Infelizmente não encontrei a versão online das reportagens, mas caso tenham acesso ao jornal impresso, it is worth reading.
Para quem tem acesso à Folha de SP, na edição de ontem, 26/09/10, saiu um caderno especial chamado “Escolha a Escola”, subtítulo “Avanço Bilíngue”. É um caderno de 24 páginas sobre as escolas bilíngües e internacionais da grande São Paulo, as metodologias usadas, o crescimento recente dessas escolas (são mais de 34, e eu só sabia da existência de uma!), entre outros assuntos pertinentes. Achei bastante interessante, principalmente para quem tem interesse de alfabetizar os filhos nas duas línguas, desde cedo. Infelizmente não encontrei a versão online das reportagens, mas caso tenham acesso ao jornal impresso, it is worth reading.
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Pessoal,
Alguns trechos da reportagem estão disponíveis em: http://ronaldsharp.blogspot.com/2010/09 ... -para.html
A reportagem completa está disponível para assinantes da Folha e UOL em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especi ... 201001.htm
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Interessante. Mas para os financeiramente privilegiados. Agrada-me, porém, a ideia de que o curso ensine a língua estrangeira num sistema de imersão total onde o aluno acabe se expressando -- e por que não xingando, chorando e empregando exclamações -- facilmente na língua-alvo.
Melhor ainda se ditos cursos empregassem pessoal bilíngue, do auxiliar de serviços gerais ao diretor-presidente, todos bem versados e comunicantes na língua-alvo, objeto de ensino para aqueles que desejassem um curso de imersão total em regime integral. Ou passassem 24 horas por dia falando/se expressando na língua-alvo.
Melhor ainda se ditos cursos empregassem pessoal bilíngue, do auxiliar de serviços gerais ao diretor-presidente, todos bem versados e comunicantes na língua-alvo, objeto de ensino para aqueles que desejassem um curso de imersão total em regime integral. Ou passassem 24 horas por dia falando/se expressando na língua-alvo.
Sim, Márcio. Eu bem me lembro de ter visto uma vez o preço da mensalidade destes colégios e era praticamente o triplo do que eu paguei de faculdade.
Uma boa questão: será que a criançada xinga, exclama e chora em inglês?
Em relação ao pessoal bilíngue, me parece que existe esse tipo de investimento sim. O que eu acho bem interessante é isso de usar o inglês não só na sala, mas também na cantina e em todas as áreas do colégio.
Uma boa questão: será que a criançada xinga, exclama e chora em inglês?
Em relação ao pessoal bilíngue, me parece que existe esse tipo de investimento sim. O que eu acho bem interessante é isso de usar o inglês não só na sala, mas também na cantina e em todas as áreas do colégio.
Numa imersão total/incondicional a criançada assumiria, ainda que intuitiva ou eventualmente, os modos e os trejeitos dos falantes nativos da língua-alvo. Aliás, isso amiúde acontece nos Colégios Americanos espalhados pelo Brasil, onde a criança, constantemente bombardeada no ambiente de ensino, acaba adquirindo a fluência natural do falante nativo.Flavia.lm escreveu:[...] Uma boa questão: será que a criançada xinga, exclama e chora em inglês?
Os cursos bilíngues que puderem resolver a questão do investimento (aplicação de recursos humanos) provavelmente proverão serviço melhor do que aqueles que não dispuserem de tais recursos.Em relação ao pessoal bilíngue, me parece que existe esse tipo de investimento sim. O que eu acho bem interessante é isso de usar o inglês não só na sala, mas também na cantina e em todas as áreas do colégio.
Só podemos imaginar como ocorreria a interação zelador-porteiro-copeiro-cozinheiro-auxiliar de serviços gerais-secretária-professor-orientador-aluno. E se essa interação se estendesse até a calçada do curso. Tudo isso na língua-alvo.
Será que toda essa galera aí fala inglês mesmo? Deveria, né?Marcio_Farias escreveu:(...)
Só podemos imaginar como ocorreria a interação zelador-porteiro-copeiro-cozinheiro-auxiliar de serviços gerais-secretária-professor-orientador-aluno. E se essa interação se estendesse até a calçada do curso. Tudo isso na língua-alvo.
TESTE DE VOCABULÁRIO
Num ambiente de imersão total/incondicional/ideal, sim. Agora, haja investimento nesse sentido!Flavia.lm escreveu:Será que toda essa galera aí fala inglês mesmo? Deveria, né?Marcio_Farias escreveu:(...) interação zelador-porteiro-copeiro-cozinheiro-auxiliar de serviços gerais-secretária-professor-orientador-aluno. E se essa interação se estendesse até a calçada do curso. Tudo isso na língua-alvo.
A cuidadora de meu pai (falecido) poderia ter constituído um exemplo, não tivesse ela, ainda sem a conclusão do 2º grau, desistido de viajar aos Estados Unidos com minha irmã. (Minha irmã tinha planos de que ela aprendesse inglês para ficar morando e cuidando da neta em Pompano Beach, Flórida. Em outras palavras, a imersão da cuidadora dar-se-ia na Flórida. Infelizmente a cuidadora pediu as contas e foi embora.)
INGLÊS PARA VIAGENS