Método de Estudos com Filmes

Bom, meu método é o seguinte: Baixo um filme que eu gosto e baixo também a legenda na língua inglesa, faço uma tabela no word ou excel, de um lado coloco a frase em inglês e do outro em português. A cada dia faço a tabela de 10 minutos do filme, estudo todas as cenas desses 10 minutos e tento repetir o que os atores falam. Desse jeito "I learn writing, reading, speaking and vocabulary very".

Será que esse método é bom ou sempre vou pensar em português? Como já vi aqui no fórum, ver a tradução das palavras faz sempre falar em inglês e pensar em português, e isso não é bom.

Thank you.
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Avatar do usuário PPAULO 38170 6 32 664
Talvez você seja como eu, um tanto "verborrágico", rsss.
Não estou aqui pra julgar, o tempo vai dizer se o seu método funciona ou não.
Ademais, o que funciona pra um pode não funcionar pra outros e por aí vai.
Uma coisa é certa, "paixão" pelo que faz é talvez 50 por cento, como se fosse um sanduíche "paixão" seria o pão e algumas outras coisas o recheio.
Para uns o tomate e talvez catchup e mostarda vão no sanduíche, outros simplesmente não tolerariam algum desses ingredientes.
Por exemplo, algumas pessoas aprendem quando escrevem, outras basta ouvir, outrais precisam de fotos ou algo "fotográfico" (que se possa ver/assistir.)
Com o tempo você vai sentir qual o seu estilo de aprendizagem, se algum desses ou a combinação de todos.
Um bom profissional (professor/tutor) sempre faz uma diferençaaa, digo isso por que já tive um professor assim, muito bom. Tinha resposta pra tudo, e via coisas que nós alunos nem imaginávamos.
E mais, nós sempre somos indulgentes quanto a nós mesmos, sempre otimistas em
em relação ao que fazemos e naturalmente mais críticos em relação ao trabalho dos outros.
Sem contar com o nosso hábito de "erro de cálculo", apenas pense em quantos problemas de trânsito causados por achar que se dirige bem, ou que "dava pra passar embaixo daquela passarela".
Avatar do usuário PPAULO 38170 6 32 664
Será que esse método é bom ou sempre vou pensar em português? Como já vi aqui no fórum, ver a tradução das palavras faz sempre falar em inglês e pensar em português, e isso não é bom.

Quanto ao fato da tradução de palavras, fico dividido, pois tem dois aspectos importantes aqui.
Primeiro, num primeiro momento todos (eu inclusive tá?) aprendemos inglês com tradução de palavras; é dessa maneira que aprendemos que "love" é "amor" por exemplo. Só com o tempo, e muitas milhas depois é que nos deparamos com a palavra "love" significando "zero" nos esportes com raquetes (tênis, ou badminton, por exemplo.)

Com o tempo, se torna vício e acomodação, aí é que é necessário se tornar um
aprendiz, alguém que aprende sempre algo mais ou de diversas maneiras/os diversos significados daquilo.

Então, quanto mais alguém aprende mais vocabulário, enriquece seu repertório de palavras e o usa, mais ele aprende.

Você está no caminho certo, primeiro repetir o que ouve e vê, já aprende muito com isso. Já o anotar, será bom num primeiro momento e como meio de recuperar informação depois. Com o tempo você pode usar dicionários de expressões idiomáticas, usar expressões já aprendidas (não somente decoradas) de filmes, jornais, revistas, livros (novels) etc.
Parabéns pelo desejo de aprender, que conta e muito.
Outras idéias e relatos de experiências certamente virão. Vamos esperar.
Avatar do usuário Lucas Queiroz 460 1 14
Desculpe-me os defensores dessa teoria, mas isso de "não deve-se pensar em português quando ouvir inglês" é uma coisa ilógica a principio, creio que a concentração que você faz para não traduzir (não posso traduzir, não posso traduzir...) no fim das contas vai demandar o mesmo tempo, ou até mais, do que traduzir automaticamente.

Todos têm que ter em mente que é natural quando aprendemos uma língua nova procurarmos uma palavra correspondente ao idioma nativo. Com o tempo e a frequência que você for ouvindo aquela palavra ou expressão você não sentirá mais a necessidade de traduzi-la, vide "I don't know" ou "by the way" quando ouço isso eu nem traduzo mais como "Eu não sei" ou "A propósito", entendo automaticamente, mas no primórdio de meu aprendizado não era assim. E de onde eu adquiri esse dom de não traduzir? Simples! A frequência com que me deparava com elas fez com que automaticamente entrassem no meu vocabulário como qualquer outra palavra em português.

Mas tome cuidado pra não ficar que nem eu escrevendo um texto em português e colocando "I" no lugar de "Eu".

Uma última dica, sempre tente focar em ver a palavra em português e imaginar o corresponte dela em inglês POR-ING e não o ING-POR. Acredite isso ajuda bastante.
Avatar do usuário PPAULO 38170 6 32 664
Um bom exercício (funcionava pra mim), é ler uma revista em inglês e falar em português o que está lá. Depois pegar um jornal em português e ler, também falando em inglês.
No segundo caso, no início pode-se escrever em inglês o que tiver lá no jornal em português. Uma vez que, de início é mais fácil escrever do que "pensar" em inglês, mais com o tempo se chega lá.
PPAULO e Lucas Queiroz, thank you very much, vocês tiraram todas as minha dúvidas.
Avatar do usuário PPAULO 38170 6 32 664
Glad that it did. I mean, glad that it cleared up your doubts.
Now you can increase my "reputation" by clicking in the "thumbs up" (legal) beside the exclamation point in the answer, easy as abc...he he. :lol:

Okay, not today, because I already casted three votes, but tomorrow you can do it.
I or somebody else will vote in you, allowing you to turn into a voter himself.
Lucas Queiroz escreveu:Uma última dica, sempre tente focar em ver a palavra em português e imaginar o corresponte dela em inglês POR-ING e não o ING-POR. Acredite isso ajuda bastante.


Kakakaka..., tbm fazia isso qdo comecei a estudar a língua inglesa, e de fato, não sei como percebi essa forma de aprendizagem ou para qual situação deveria usar, isso foi lááá nos anos 90. Bom, só sei que foi útil no processo de aprendizagem essa comunicação interna que fazia e ainda a utilizo.

Todas as dicas aqui dadas como forma de estudar são bem válidas, e concordo principalmente quando é colocado que às vezes uma forma de estudar de alguém não quer dizer que seja boa para outra e vice-versa por exemplo, também os métodos aplicados - supostamente milagrosos -, das escolas de idiomas. É natural, comercialmente, que eles dêem um diferencial, e, se funciona? Funciona, mas tem suas limitações.
A verdade é, como foi dito anteriormente, o negócio é colocar a "popinha" na cadeira e com seu material de estudos sobre a mesa, se debruçar e estudar, com o passar o tempo a pessoa começa a perceber qual a melhor forma de assimilação de um idioma ou de qualquer outro estudo que ela venha fazer. É um fazer e descoberta individual, não adianta estudar com música ao fundo (caso um método televisivo tenha dito), se isso sempre lhe tira concentração. Por fim hoje a tecnologia proporciona diversificação na aprendizagem.