O Português é realmente mais Difícil que o inglês?

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Tenho essa curiosidade desde que comecei a falar a primeira palavra em inglês, mas até hoje não consegui saná-la em lugar nenhum.

Todo mundo fala que o português é mais difícil de aprender do que inglês. Mas por quê?

Quando aprendi a ler e a escrever em português, eu comecei pelas vogais, depois o alfabeto e sílabas. Pronto, a partir daí consigo escrever qualquer palavra que eu ouço. Ao contrário do inglês, que tenho que decorar a pronuncia e a grafia.

Se eu pegar um americano e pedir para ele decorar as vogais, alfabeto e sílabas em português, ele não será capaz de ler e escrever em português como um nativo, de maneira mais rápida do que inglês? - afinal, não vão decorar nada.

Porque o inglês não tem esse mesmo sistema do português?

É isso.

Obrigado
22 respostas
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I think whenever you learn a language which uses a different system than yours, you think it is more difficult than your language. English has a more simple grammar, no masculine or feminine with agreement , an easier verb system, but it is not phonetic and has many difficult prepositions to learn. Learning Spanish was very difficult for me. After Spanish, Portuguese was much easier. I think the answer to this question depends on what language is your native language and what your point of view is. I don't think there is any real answer to this question. In the scale of difficulty of languages, we are both on the same level.
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Na minha opinião ainda sim o inglês é muito mais fácil que o português, se você mandar um americano decorar essa parte da gramática acho que ele não conseguira falar o nome das coisas apenas com isso, do mesmo modo ele vai ter que decorar o nome das coisas primeiro.

Para esclarecer mais o que citei acima outro exemplo do que você disse: "- Quando aprendi a ler e a escrever em português, eu comecei pelas vogais, depois o alfabeto e sílabas.[...]", quando você aprendeu essa parte da gramática acredito que com certeza você já sabia falar tudo em português, já conseguia manter uma conversa com alguém, isso se deu quando você era um pouco menor e começou a falar as primeiras palavras. Para o americano vai ser do mesmo jeito, ele vai começar a falar e decorar as palavras no português do mesmo jeito que você começou quando era menor.

E em relação a gramática, o próprio fato de a gramática do português ser mais complexa, ela acaba por ser mais difícil para um estrangeiro aprendê-la, para falar a verdade, ela é complicada até para nós que vivemos diariamente com esta língua.

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Sim, você tem razão... No inglês, a pronúncia e a grafia às vezes estão um pouco distantes uma da outro.

Porém, já no próprio português, a pronúncia desvia bastante da palavra escrita. Por exemplo, a palavra "rio" é pronunciado como "hiuu". O "r" no começo da palavra vira quase um "h", e o "o" no final vira um "u".

Em espanhol, a pronúncia é mais perto da grafia ainda: a palavra "el rio" realmente é pronunciado como "el rio". :)

Porém eu concordo que o inglês desvia mais do que o português. Olha o spelling/pronunciation gap do famoso exemplo "ghoti":
http://en.wikipedia.org/wiki/Ghoti

Mas o inglês é muito simples em outros contextos... Por exemplo, na hora de conjugar verbos... Compare:

Eu vou
Tu vás
Nós vamos
Vós ides
Eles vão
Vá, por favor

Etc... Agora no inglês:

I go
You go
We go
You go (plural)
They go
Please go

Em inglês, é sempre a mesma coisa... A única excepção é a terceira pessoa do singular, que tem um "s"... He goes. No passado, nem existe isso:

Eu fui
Tu foste
Ele/ela foi
Nós fomos
Vós fostes
Eles/elas foram

Ainda bem que o português brasileiro é um pouco mais simples do que isso, por causa do você/vocês... Mas agora observe o inglês:

I went
You went
He went
We went
You went
They went

Simples, né?
Cheers,

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O português é naturalmente mais difícil do que o inglês. Porém, se você não tiver cuidado, pode vir a nunca conseguir falar inglês adequadamente - de forma satisfatória - apesar do inglês ser mais fácil do que o português.

Ler dicas, sempre buscar melhorar, estar atento às armadilhas e ainda ler os conselhos de quem fala bem o inglês hoje pode ajudar em muito a impedir que, daqui a alguns anos, a pessoa perceba que seu inglês não é bom apesar de todo um tempo de estudo. Isso pode ser muito desmotivante.

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Frank, não é quase um H, é exatamente um H (quando não é mudo). Creio que o nome daquele ator australiano, Hugh Jackman, aproxima-se muito da pronúncia de ''rio''.
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Até tem. O que acontece é que você está falando do aprendizado em duas velocidades/realidades diferentes. Você já viu quantos anos você demorou até dominar o português? E isso com a prática constante, e os mais diversos estímulos externos.

O português, com os fonemas conhecidos, pode ser mais fácil de PRONUNCIAR, do que o inglês. No entanto, o inglês é muito mais simples gramaticalmente falando, e é isso que faz com que ele seja uma língua mais fácil.

O que não quer dizer, por exemplo, que para um Lusófono aprender inglês seja mais fácil que aprender espanhol. Entenda, as similaridades e proximidades gramaticais entre as duas línguas, fazem com que seja mais fácil para um lussófono, assimilar o espanhol, do que o inglês. Contudo, se pegarmos um Chinês (por exemplo), com uma língua completamente diferente tanto do inglês quanto do português, muito provavelmente ele teria maior facilidade em aprender inglês (lá está, pela maior simplicidade da gramática inglesa), do que português.
DHST escreveu:Frank, não é quase um H, é exatamente um H (quando não é mudo). Creio que o nome daquele ator australiano, Hugh Jackman, aproxima-se muito da pronúncia de "rio".
Sem dúvida. Mas notem que depende dos lugares. Não sei diferenças de dialectos dentro do Brasil, mas quando fui morar em Portugal, meus colegas de escola me zuavam porque eu dizia "Hui" pra falar de um amigo nosso (o Rui).

@Frank Florida
Não sou expert no assunto, mas acho que o caso do "rio" não é uma exceção, é uma regularidade, afinal, o "R" no início das palavras é sempre dito com "som de H"

@Rodzilla
Concordo com você, mais acho que você está se esquecendo de um fato importante, a gramática pode ser simplificado ser perder o entendimento da frase, enquanto a pronúncia não, um estrangeiro aprendendo português pode se virar bem e até alcançar uma certa fluência usando apenas gramática simples, por outro lado, dificilmente um estrangeiro aprendendo inglês conseguiria se fazer entender usando uma pronúncia simplificada.
É por essas e outros que eu acho que a dificuldade em aprender inglês e português é praticamente a mesma, o que faz um idioma parecer mais difícil do que o outro são os métodos, enquanto existe vários métodos excelentes e modernos pra se aprender inglês, os métodos pra aprender português ou espanhol continuam anos luz atrasados, os professores normalmente fazem os alunos decorarem a força tabelas chatas com conjugações e depois fazem provas sobre elas em vez de expor os alunos a língua real.

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Livonor escreveu: @Rodzilla
Concordo com você, mais acho que você está se esquecendo de um fato importante, a gramática pode ser simplificado ser perder o entendimento da frase, enquanto a pronúncia não, um estrangeiro aprendendo português pode se virar bem e até alcançar uma certa fluência usando apenas gramática simples, por outro lado, dificilmente um estrangeiro aprendendo inglês conseguiria se fazer entender usando uma pronúncia simplificada.

É por essas e outros que eu acho que a dificuldade em aprender inglês e português é praticamente a mesma, o que faz um idioma parecer mais difícil do que o outro são os métodos, enquanto existe vários métodos excelentes e modernos pra se aprender inglês, os métodos pra aprender português ou espanhol continuam anos luz atrasados, os professores normalmente fazem os alunos decorarem a força tabelas chatas com conjugações e depois fazem provas sobre elas em vez de expor os alunos a língua real.
Discordo, e discordo.

Primeiro que a gramática só pode ser simplificada até certo ponto (basicamente, em estruturas verbais, onde os verbos podem não ser correctamente flexionados, e no género e número dos substantivos).

Segundo, e apesar da coerência dentro da pronunciação dos nossos fonemas, a nossa língua tem fonemas complexos que torna a sua pronunciação muito mais complexa e peculiar (qualquer nasalização, e alguns fonemas comuns latinos, que não são tão comuns em outras línguas, como o NH e o LH)

Terceiro, é só você ver filmes e séries que você verá uma série de estrangeiros falando de forma complicada e sendo entendido por nativos (por vezes com dificuldade).

Quarto, perdoa-me mas sendo nativo, como você se sente avontade para avaliar os métodos de aprendizagem do português?

Quinto, desculpa-me, mas de onde você tirou que o ensino do Espanhol é rudimentar? Qual é a sua base para afirmá-lo?

Sim, obviamente que a simplificação da gramática tem suas limitações, creio que não daria pra um estrangeiro se comunicar de uma forma natural em português simplificando a gramática portuguesa ao nível da gramatica inglesa, mas ele poderia simplificar bastante as coisas (dizendo "vai acontecer" em vez de "acontecerá", por exemplo), agora, se você esquecer a parte do "natural" e só se concentrar na capacidade de ser entendido (como os estrangeiros que você citou) aí a língua pode ser simplificada ao extremo ficando até mais simples que o inglês.
Mas assim como na simplificação da pronúncia o entendimento do que você diz vai depender muito do quanto a outra pessoa está acostumada com "estrangeirismos", um gringo numa área do Brasil que costuma está sempre cheia de turistas (Rio de Janeiro, Salvador etc) seria facilmente entendido se disesse uma frase como "me vender two pastéiz, por favor" assim como um um brasileiro nos USA numa cidade cheia de outros estrangeiros como New York seria entendido se dissese "ai wanti búi thú ofí dém" mas duvido que as coisas seriam tão fáceis se eles estivessem numa área não-turística com quase nenhum estrangeiro.

Sobre o ensino do espanhol, como em disse, muitas escolas focam-se muito em gramática e pouco na língua real, há um post de um holandês, ele é dono de um blog sobre seu aprendizado de espanhol (que mudou seu nome e agora é um blog "genérico" sobre aprendizado de línguas) onde ele fala um pouco sobre isso:
http://thelanguagedojo.com/2009/08/read ... ol-failed/ e sim, foi daí que eu tirei minha conclusão, se você acha que eu o o dono do blog estamos equivocados deixe me saber

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Livonor escreveu:Sim, obviamente que a simplificação da gramática tem suas limitações, creio que não daria pra um estrangeiro se comunicar de uma forma natural em português simplificando a gramática portuguesa ao nível da gramatica inglesa, mas ele poderia simplificar bastante as coisas (dizendo "vai acontecer" em vez de "acontecerá", por exemplo), agora, se você esquecer a parte do "natural" e só se concentrar na capacidade de ser entendido (como os estrangeiros que você citou) aí a língua pode ser simplificada ao extremo ficando até mais simples que o inglês.
Mas assim como na simplificação da pronúncia o entendimento do que você diz vai depender muito do quanto a outra pessoa está acostumada com "estrangeirismos", um gringo numa área do Brasil que costuma está sempre cheia de turistas (Rio de Janeiro, Salvador etc) seria facilmente entendido se disesse uma frase como "me vender two pastéiz, por favor" assim como um um brasileiro nos USA numa cidade cheia de outros estrangeiros como New York seria entendido se dissese "ai wanti búi thú ofí dém" mas duvido que as coisas seriam tão fáceis se eles estivessem numa área não-turística com quase nenhum estrangeiro.
Desculpa, não faz qualquer sentido o que você está dizendo. Você está querendo comparar uma versão completamente "aportuguesada" do português com uma versão mal pronunciada do inglês, como podem ser correlacionadas?
Livonor escreveu:Sobre o ensino do espanhol, como em disse, muitas escolas focam-se muito em gramática e pouco na língua real, há um post de um holandês, ele é dono de um blog sobre seu aprendizado de espanhol (que mudou seu nome e agora é um blog "genérico" sobre aprendizado de línguas) onde ele fala um pouco sobre isso:
http://thelanguagedojo.com/2009/08/read ... ol-failed/ e sim, foi daí que eu tirei minha conclusão, se você acha que eu o o dono do blog estamos equivocados deixe me saber
Desculpa, eu parei de ler quando li isto:

"Thus, simply studying a language for eight years (French) and five years (Spanish), as I did, did not amount to fluency."

Querer atribuir a culpa a outros depois de tanto tempo de estudo, parece-me infantilidade e falta de vontade de arcar com as consequências.

Desculpa, mas a menos que a pessoa tenha estudado os 8 anos no nível mais elementar de francês (sempre repetindo), acho impossível que não tenha aprendido nada.

Como assim uma "versão aportuguesada do português"? Bem, a relação entre esses dois exemplos é que ambas as línguas podem ser simplificadas (com distorções de pronúncia ou gramática) ficando no mesmo o nível de dificuldade.

Não entendi o que você quia dizer com "atribuir a culpa a outros" não vi ela atribuindo culpa a ninguém, também não sei onde você viu que ela "não aprendeu nada" visto que ela não diz que não aprendeu nada e sim que não adquiriu (quase) nenhuma habilidade real com a língua

Não concordo tenho um amigo da china que é professor de inglês e está a estudar português e ele disse que para ele português foi mais difícil inclusive na oralidade.

Eu aprendi uma coisa ao longo desses anos aprendendo inglês , sim acredito que no geral equipara com o português em aprendizado, pois nos últimos anos aprendi que não tenho que aprender 2 idiomas para aprender inglês e sim 3 , 1 o inglês escrito , 2 o inglês falado bem rápido por Obama , Hillary por exemplo e 3 inglês falado rápido em filmes e mesmo nas ruas , quando aprender os 3 ai sim , português com todas suas dificuldades e bem mais fonético.

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I wholeheartedly agree with the previously expressed by Judy. There´s the influence of what we have learned before, our vocabulary, background, even the anxiety to learn (and don´t show our weaknesses, or the need to communicate right at the moment).
Somehow we don´t see children stating that some point of their mother language is difficult, that it sucks, or similar statements.
From the teenager days on, they (we) learn that Maths, languages and other subjects are difficult, they suck, etc. They know then, that they have a challenge and that learning their language is a fact of life, and they learn it, or at least enough to to communicate.
It´s not our fault (lame excuse, but it works...), because we learn a code (phonetics, pronounce, the letters and even the "register" of the sounds.
Then we are presented a new code, we immediatelly to reverse to the previous one, that´s understandable.
Training, practicing is the antidote against the aquaplaning here, since we instinctively try to adopt aspects of one language into another, to transfer the knowledge of one to the other. This is perhaps one of the first and what peeves the new learner the most.
Interesting and funny, is that the learner of English has the same difficulties with the grammar (with little variation). The questions make a pattern of sorts, even when the student is a Chinese, Brazilian, Spanish and from some other countries!
Again, I agree with Judy when she says that in the scale of difficulty of languages we are in the same level, taking into account that the learner from abroad will instinctively to use the code he has learned to communicate/write in Portuguese, and vice versa.
Not to mention that learning a language is not only "the code itself", there are things that are embedded into the culture (of the country of the target language and that of the learner). One Brazilian (or European) that is used to say that a cat has seven lives, will have to add two more in the English-speaking countries (where cats have nine lives).
And before taking a picture, one will ask to say X in Brazil, there he/she will to ask to say cheese! So, that doesn´t have to do with grammar or teaching, to a degree. That´s why the learner must use a bit of independent learning, find English everywhere too, not only the one from the lessons.
Plus, English is available everywhere, in music, internet, technology, in the radio stations, TV, whereas Spanish, French or German - to name a few, isn´t so ubiquitous. So, they will be harder to learn. The immersion factor!

Considerando as estruturas...
Com uma ligeira porcentagem
Eu diria que sim
Português é um pouquinho mais difícil que inglês

Colegas. Sou novo no inglês. No geral com as dicas valiosas de vocês e com um esforço a mais sinto que estou progredindo. Se vocês querem ter uma ideia da dimensão do português, estudem o pronome SE. Levei quase três anos apenas lendo e filosofando sobre o mesmo. Talez outras linguas com certeza tenham essa peculiaridade. Temos que ter consciência que desde criança sempre ouvimos alguma palavra em inglês. Talvez esse seja um motivo para acharmos mais fácil o seu aprendizado. Valeu. Até mais.

FRANK e DHST : São as pessoas atuais que pronunciam "rio" de forma errada, com o som do "r" inicial aspirado como um "h". Em português, o "r" inicial é pronunciado com a ponta da língua vibrando atrás dos dentes incisivos superiores, assim como os dois "r" no dígrafo "rr" são ainda mais fortes, mas sendo pronunciados da mesma forma e não como "h". Foi por isso que a RODZILLA foi para Portugal e estranharam a maneira dela falar, pois lá eles pronunciam corretamente e o modo dela falar ficou engraçado para eles. Os professores de Português precisam corrigir o modo errado de pronunciar certas letras, o que acaba ficando por isso mesmo nas aulas, já que eles mesmos pronunciam errado, às vezes.

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Saudações!
Li todas as respostas para a questão do faeljs e acredito que existem outras variáveis envolvidas do que as apresentadas aqui.

Fonoaudiólogos são unânimes em afirmar que, desde a infância a estrutura do nosso sistema vocal, músculos envolvidos na fala, etc., é treinada para reproduzir os sons que aprendemos. E aprendemos a reproduzi-los do modo mais simples e eficiente que conheço: ouvindo muito, mas muito mesmo e imitando; (qualquer semelhança com a técnica de Listening não é mera coincidência).

Nós brasileiros somos de certa forma privilegiados nesse aspecto, pois existem centenas de vocábulos na nossa língua portuguesa brasileira que vieram diretamente de outras culturas, por exemplo países da Europa e África, isso todo mundo já sabe. O interessante disso é que nosso sistema vocal se desenvolve e acostuma com estas palavras estrangeiras, o que facilita muito no aprendizado destas línguas. Já ouviram um chinês falando inglês? Conheço vários estadunidenses que falam português brasileiro e todos, sem exceção dizem que é muito difícil para eles identificar um brasileiro que fala inglês (fluente), porém identificam logo nas primeiras frases o sotaque de um Alemão, Russo, Chinês, Indiano, etc.

Uma outra coisa que eu percebo, é que o grau de dificuldade para aprender uma língua estrangeira está diretamente relacionado ao interesse da pessoa. Se a língua internacional fosse o francês ao invés do inglês, eu estaria perdido.

And has many difficult prepositions to learn. I agree

Se alguém diz que o inglês tem mais palavras só se for contando sem as flexões verbais, o que eu acho um absurdo. Por exemplo a palavra run, em inglês temos run, ran e running. Já em português temos: corro, corres, corre, corremos, correis correm Corria corriamos correies corriam correriam correrieis correriamos correras correrei correram correu correste corri correreis correrá correrás correndo corrido corres...

Enquanto em inglês há 3 variações, em português há em torno de 26. Isso para cada verbo sem contar que em inglês não existe acento. A não ser que os ingleses tenham criado umas 9 palavras para dizer a mesma coisa, acho errado dizer que o inglês é maior que o português.

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Indeed they count the words that comes from other languages, and they keep coming all the time. So, they borrow, morph them into something English or in a blended form closer to the English sounds.
At the basic all languages are a bit easier, here perhaps people are talking about their difficulties at this level.
Not to mention the words and expressions from technology, the military, scientific area, sports etc, that trickle down into the everyday language.
So, someone coming from abroad will learn to get by in Portuguese pretty quick; conversely, we would express ourselves in not much time. The examples with the verbs given by your, for instance, might not be used in proper ways even by the conversant in Portuguese!
To illustrate the point, once in a blue moon (and to many not even in a blue moon) we would listen or read "correrieis".
So, for the sake of learning of language, in practical terms, many word forms are "almost nonexistent", I point that out so the learner of Portuguese from another country don´t think they have to master such boogeyman at begginer level or something.
Granted, to the study of verbs specifically you are right, though.

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Eu como professor de ingles ha mais de 10 anos, devo dizer que as duas linguas tem suas peculiaridades e sao quase que igualmente dificeis. Qdo vejo pessoas falando que Ingles eh mais facil, nao tem conjugaçao de verbos, nao tem masculino e feminino, adjetivos nao variam. Ok, realmente com relaçao a isso, ingles eh mais facil. Mas, vamos la:
O uso dos tempos compostos (principalmente o present perfect) sao extremamente complexos, pois nao tem equivalente em portugues.
O uso dos auxiliares, principalmente might, may, should, must que em portugues tem um equivalente = deve.
Os phrasal verbs, como put up with, put off, set out, que sao mto dificeis de ser entendidos para um nao nativo.
As preposiçoes, in, on, at, etc que nao seguem mtas regras. Sao coloquiais.
As sentenças condicionais: If I had been there, I might have left.
Uso de despite, in spite of, although, etc...para nao nativo entender esses usos eh um pesadelo.
Escrita nada fonetica. As palavras tem que ser memorizadas individualmente.
Variaçao dos sons da vogais: rip/reap ; and/end ; mop / mope , etc.
Os verbos irregulares. Go/went/gone , etc.
Plural irregular: child / children; fish/fish

Podemos ver que nao eh uma lingua simplificada. Sem mta dedicaçao e pratica exaustiva, nao se pode dominar o ingles.

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