Aprendendo inglês através do "Monge e o Executivo"

O livro O Monge e o Executivo, de James C. Hunter, marcou profundamente a minha vida e ele explica de maneira muito interessante como nós adquirimos novos hábitos.

Usarei o meu conhecimento sobre tal para fazer uma breve associação disso em relação ao aprendizado do inglês.

Quatro Etapas (4 etapas)


1) Primeira Etapa: Inconsciente e sem habilidade. Não sei inglês e nem tenho muito interesse. Nesta etapa não há maneira de se aprender inglês de fato a não ser algumas palavrinhas que são usadas em filmes, músicas, algumas gírias, etc...de maneira muito natural, sem que se perceba.

2) Segunda Etapa: Consciente e sem habilidade. Opa, vc não sabe nada de inglês, mas aqui já surgiu um certo interesse. Pois bem, essa etapa é onde tudo começa...Não adianta ter bastante combustível ao sair, o combustível deve ser constante durante toda viagem.

Nessa etapa começa o nosso aprendizado. Frases mal pronunciadas, erros barbaros, gafes terríveis, etc.

3) Terceira Etapa: Consciente e com habilidade. Bem, nessa etapa somos capazes de usar o inglês quando acharmos convenientes. De tanto repetir palavras, frases, expressões...nosso cérebro começa a assimilar tudo isso.

Ou seja, isso começa a farte parte do nosso comporto, nos nossos hábitos.

4) Quarta Etapa: Inconsciente e com habilidade. Vixi, nessa etapa vc é capaz de sonhar em inglês, de cantar, de assistir filmes, dar em cima de todo mundo...

Nesta etapa o seu organismo assimilou o inglês como uma nova língua. Sendo capaz de se expressar atrvés dela, seja através da escrita ou da fala.


Bem pessoal, tudo isso me lembra muito importante:

Precisamos aprender a aprender...e quando aprendemos a aprender as coisas ficam muito mais divertidas e a naturalidade é somente a consequência de tudo isso.

Outra coisa que me chamou muita atenção é a importância da repetição no processo de aprendizado.

O excesso de repetição leva o nosso cérebro a começar a assimilar tudo aquilo de forma mais natural...é claro que quanto mais prazeroso, maior importância o cérebro dará para aquilo que se deseja registrar.


Abraços,
Junio Neves da Silva
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Isso me lembra...quando eu comecei a aprender a digitar.

Assim que compramos um pc...ele pifava muito, dava pau (to crash)...e sempre nós chamavamos um rapaz pra arrumar.

Este rapaz digitava mto rápido e ainda por cima sem olhar para o teclado...nossa isso me chamou muita atenção e a partir daquele momento em desejei aprender a digitar daquela forma.

Pois bem.

Logo após, comecei a minha jornada para aprender a digitar...

Vixi, mas foi sofrido...

Eu procurava digitar sem olhar para o teclado, mas eu não sabia nem ao menos digitar...não sabia a posição das teclas.

Errava muito, muito mesmo...teve momentos que tive vontade de desistir, mas persevrei.

E aquilo começou a ficar menos dificil (isso mesmo, menos dificil e não mais fácil) ao decorrer do meu esforço.

E em pouco tempo eu já era capaz de digitar meu nome sem olhar para o teclado, digitava o nome da minha mãe, do meu vizinho, do meu cachorro, dos meus livros...e aquilo foi começando a ficar melhor.

Até que depois de tantas horas de pura insistência, minha mãe não aguentava ver mais tanto sofrimento, o meu cérebro foi começando a assimilar aquilo.

Sim isto mesmo, hoje, faz justamente 7 anos desde de que eu comecei a digitar...

Calma ae ! Não demorou tudo isso não pessoal...

Eu poucos meses eu já era digitava sem olhaar mais nada.

Hoje isso é normal para mim, eu digito qualquer coisa sem olhar...ou até mesmo olhando pra tv, ou pra outros lugares.

Meu organismo incorpou este hábito.

Só um conselho: mais dificil do que aprender ou adquirir um novo hábito e deixá-lo...

Isso mesmo...deixar velhos hábitos é uma tarefa muita árdua...

Então pensando nisso, cuidado com a tradução mental.





Abraços,
Junio Neves da Silva